Enquete do PL 3655/2024

Resultado

Resultado parcial desde 23/09/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 4.133 95%
Concordo na maior parte 156 4%
Estou indeciso 5 0%
Discordo na maior parte 11 0%
Discordo totalmente 41 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

De fato esta Lei vem com mudanças significativas para a Classe. Parabéns ao CONASEP

Ney Pires 23/09/2024
382

Já deveriam ter aprovado

SIDINEI DA SILVA MOURA 25/09/2024
259

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 154 encontrados.

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  • Ponto positivo: Esse ponto do Projeto de Lei pode ser um ponto positivo e ao mesmo tempo negativo, pois, as empresas podem negligenciar propositadamente a oferta de materiasi e equipamentos, bem como EPI!s, deixando por imcumbencia do Agente a aquisição dos mesmos. "Autorização para adquirir e utilizar equipamentos próprios, como armas de fogo, coletes balísticos, lâminas, algemas, câmeras corporais, espargidores de agentes químicos, cassetetes, bastões retráteis e Equipamentos de Proteção Individual (EPIs)."

    WERBETH OLIVEIRA EVERTON 24/12/2025
    0
  • Ponto negativo: 1.Devemos poder trabalhar com ate três armas próprias de calibres permitidos em qualquer área da segurança privada-2.O porte de arma deve ser automático também para uso pessoal-3.O salario não pode ser muito alto senão causará mais demissões do que contratações. A sugestão é o salario base de um salario mínimo e meio, mais adicionais e a obrigação do cartão alimentação e mais a porcentagem de intrajornada independente se a empresa oferece refeição e intervalo-4.Poder trabalhar com CNPJ.

    RICARDO KICH 03/09/2025
    0
  • Ponto positivo: Muito bom atitudes do DEPUTADO É MUITO GRATIFICANTE PARA OS VIGILANTES A MUDANÇA

    LEANDRO DE OLIVEIRA MILHOMENS 15/07/2025
    4
  • Ponto positivo: Porte de arma, Precisamos muito, além de um melhor salário.. Nossa profissão está esquecida no tempo, com salário vergonhoso. 3200 irá ajudar. Vigilante é um profissional essencial para a sociedade. A Polícia não consegue suprir toda sociedade, é necessário o empresário contratar um segurança particular, esse segurança tem acesso a família e quando ele vai embora, vai desarmado correndo o risco de vida até pela importância da sua profissão. Eu valorizo os deputados que tem essa visão.

    JOSE JEFERSON DE SOUSA BARROS 28/05/2025
    10
  • Ponto positivo: O porte de arma do vigilante além de desmotivar os criminosos a atentarem contra alguém na sociedade porque a vítima pode estar armado , também aumentaria uma classe de venda , uma nova fonte de renda em varios locais ocasionando em mais serviços e mais impostos arrecadados que o governo tanto ama!

    VINICIUS DURANTE ROLIM 30/04/2025
    8
  • Ponto positivo: O porte de arma para o vigilante é simplesmente o direito basico que temos de defender a nossa própria vida! Pessoas que passam por um treinamento e teste psicológico que a polícia federal determina ser o suficiente pra portar e trabalhar em serviço, porque as mesmas não podem portar fora? Não existe motivo pra não terem esse direito, o vigilante passa mais estresse em seu serviço do que fora, queremos algo legalizado porque somos pessoas de bem , queremos nos defender e defender nossa família.

    VINICIUS DURANTE ROLIM 30/04/2025
    9
  • Ponto positivo: Boa tarde. Sou vigilante de escolta armada. Realmente só temos valor quando em serviço. Fora somos esquecido. O escolta só pode obter arma quando em serviço fora ele não pode assim como transporte de valores bancários edc.

    SAMUEL NUNES DE OLIVEIRA 01/04/2025
    8
  • Ponto positivo: É tudo de muita importância: - valorização da segurança: tanto para o agente quanto para a área. - reforço de identificação: ainda existe muito falso vigilante atuando em postos, essa identificação com distintivo deixa a característica visível. - piso salarial: muitas empresas não dão um suporte salarial bom. - Poder do Estado com a segurança privada: quanto mais portarias com força de lei na segurança, melhor, se não as coisas ficam muito sucateada e desorganizado por não ter uma organização.

    GUILHERME GUTTERRES DA SILVA 27/03/2025
    5
  • Ponto negativo: Boa Noite! Muitos vigilantes estão insatisfeitos com suas empresas empregadoras, por não receberem o suporte necessário e a motivação para continuar na empresa e principalmente na área de segurança privada. É vergonhoso um pai de família que escolheu uma vida honesta e digna, ter que passar por tanto constrangimento sendo de funcionários da empresa e de clientes que recebem os serviços prestados por nós. Está na hora de uma radical evolução, não deixe ficar no papel e faça virar realidade.

    MARCOS SERPA CARDOZO 25/03/2025
    6
  • Ponto positivo: É será a maior conquista de todas que já tivemos, que esse piso salarial seja de base nacional junto com o acréscimo dos 30% de adicional de risco de vida, e que sobreponha essa injustiça do ticket alimentação que não é benefício e o funcionário quando entra de férias fica sem o direito do ticket, porque na convenção o mesmo só pode ser adquirido por dias trabalhados complicado essas leis que beneficiam só o empregador. Está na hora disso mudar e termos vigilantes ou agentes satisfeitos com trab

    MARCOS SERPA CARDOZO 25/03/2025
    6
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).

  6. PL 5815/2025

    O Projeto de Lei 5815/25 cria o Programa Nacional de Acompanhamento Anual Pediátrico e Emocional (Pnape), que prevê avaliações obrigatórias, feitas uma vez por ano, para monitorar a saúde física e emocional de crianças e adolescentes. O objetivo da proposta, apelidada de "Lei Augusto Cury", é avaliar a evolução da saúde dessa parcela da população e prevenir situações de abandono, maus tratos, abuso, exploração sexual ou tráfico humano a partir da análise precoce de fatores de risco. Pelo projeto, o acompanhamento será obrigatório e realizado anualmente. Os resultados terão caráter preventivo e clínico e serão compartilhados apenas com os pais ou responsáveis, sempre sob sigilo profissional. Em situações específicas, os profissionais poderão recomendar acompanhamento mais frequente ou indicar tratamento médico ou psicológico, se julgarem necessário. Caso haja suspeita de negligência, violência, crueldade, opressão ou abuso sexual, o fato deverá ser comunicado pelos profissionais, de forma sigilosa, ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar, para adoção das medidas de proteção. Monitoramento contínuo Segundo a autora, deputada Rosângela Reis (PL-MG), o projeto é inspirado nos estudos do psiquiatra Augusto Cury, que defendem a gestão das emoções como ferramenta de proteção e cidadania. Ela afirma que o acompanhamento regular fortalece a rede pública de proteção e dificulta a ação de abusadores. “Além de promover o desenvolvimento emocional saudável, a medida fortalece os mecanismos de proteção contra abusos sexuais, assédios, exploração e tráfico humano, inibindo potenciais predadores em razão do cuidado permanente da rede pública de proteção”, diz a deputada. Pais e responsáveis Pelo texto, se pais ou responsáveis deixarem de levar a criança ou o adolescente para realizar as avaliações obrigatórias por mais de 60 dias, sem justificativa, o fato será comunicado ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar. Nesses casos, poderão ser aplicadas medidas de proteção previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Benefícios sociais, como o Bolsa Família, poderão ser suspensos até a regularização da situação. Para crianças de até 12 anos, a escola deverá exigir o comprovante das avaliações no momento da matrícula. Omissão Por fim, o texto também prevê punição para quem deixar de comunicar às autoridades casos de violência, tratamento cruel, disciplina violenta ou abandono de criança ou adolescente. A pena prevista é de detenção de 6 meses a 3 anos. Essa pena aumenta o equivalente à metade se houver lesão corporal grave e é triplicada se resultar em morte. Quando o crime for cometido por pais ou responsáveis, parentes até o 3º grau, tutor, guardião, padrasto ou madrasta, a pena será aplicada em dobro. Próximas etapas A proposta será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será analisada pelo Plenário. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei