Enquete do PLN 26/2024 CN

Resultado

Resultado final desde 02/09/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 26 37%
Concordo na maior parte 15 21%
Estou indeciso 1 1%
Discordo na maior parte 4 6%
Discordo totalmente 25 35%

O que foi dito

Pontos mais populares

Atendimento de regiões e municípios que não possuem políticas públicas atendendo alguma demanda específica.

PAULO ROBERTO DE CAMPOS VALLIM 09/09/2024
2

1) Conflito de interesses com o executivo, a demanda do legislativo poderia ser incluída nos programas e ações já contemplados nas peças orçamentárias a serem votadas. 2) Competição desleal considerando o diferente ponto de partida de um deputado que disputa reeleição contra candidatos que não possuem mandato. 3) Desvio da função legislativa, imagino que a preparação e aprovação das emendas devam consumir um tempo significativo do parlamentar, assessores e servidores de apoio (economicidade).

PAULO ROBERTO DE CAMPOS VALLIM 09/09/2024
5

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 7 de 7 encontrados.

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  • Ponto negativo: A perversidade no trato com os aposentados que trabalharam para ganhar e continuar sobrevivendo e tendi tratamento desigual com o salário mínimo. Se está moda pega daqui a 10 anos todos estarão ganhando um salário mínimo. Mas o que se esperar de um congresso e senado além de um executivo que sempre usa a pobreza como escada para viver as benesses aqui na terra. Sim, aqui, porque no dia em que deixarem este plano encontrarão com o justo juiz, e uma pena. Será tarde.

    RAIMUNDO MOREIRA CUNHA 07/01/2025
    2
  • Ponto negativo: Que sai ano entra ano, e o contexto político Edi caminhar da máquina pública não muda. A ADP, tem como finalidade ‘’ teórica” gerar eficácia e eficiência, mas na prática independente do partido político q tá na governança, o q acontece é o descaso c a população mais pobre, q é usada como massa de manobra, onde o interesse maior é o uso dessa pobreza como ferramenta de poder dos mais poderosos.

    PERPETUA GENAINA DE SOUSA 01/01/2025
    2
  • Ponto negativo: Com a aproximação do fim do ano, o RSC dos TAEs, bem como dos TAEs substitutos, foi retirado da PL. O governo federal, por meio do MEC e do MGI, descumpriu o acordo firmado durante a greve. Mas na hora de aumentar seus salários e penduricalhos e benefícios próprios e de seus partidos a votação é rápida nas duas casas Legislativas, mas quando é para servidores da educação , a pior carreira do governo federal fica para 2025 e 2026 . Valorização dos TAES não está na prioridade do governo.

    ALDO DANTE MACHADO JUNIOR 22/12/2024
    2
  • Ponto negativo: O que justo trabalhador escravidão regulamentada em troca de 7 reais por hora ? Aproveitem e votem nos Mesmos próximos ano ! Aumento de 2% para pobres e executivo >20% muito bem !

    JOHNATAN FELIPE GOMES DA SILVA 17/12/2024
    0
  • Ponto negativo: Apenas uma vergonha um suposto aumento de 2.5% de salário mínimo no maior país da América do Sul,rico em diversidades e recursos naturais, imagino que algo melhor deva ser recalculado,pois quando um Governo desse aumenta 2.5% num salário já baixo que dá vergonha,os grandes comerciantes, donos de postos de combustíveis aumentam seus produtos 3x mais, onde que isso supri o povo Brasileiro?! Enquanto o Governo se beneficia de altos salários o povo Brasileiro morre de fome!Cadê o Governo da Picanha.

    MARCILENE NEVES DE SOUZA 01/12/2024
    0
  • Ponto negativo: 1) Conflito de interesses com o executivo, a demanda do legislativo poderia ser incluída nos programas e ações já contemplados nas peças orçamentárias a serem votadas. 2) Competição desleal considerando o diferente ponto de partida de um deputado que disputa reeleição contra candidatos que não possuem mandato. 3) Desvio da função legislativa, imagino que a preparação e aprovação das emendas devam consumir um tempo significativo do parlamentar, assessores e servidores de apoio (economicidade).

    PAULO ROBERTO DE CAMPOS VALLIM 09/09/2024
    5
  • Ponto positivo: Atendimento de regiões e municípios que não possuem políticas públicas atendendo alguma demanda específica.

    PAULO ROBERTO DE CAMPOS VALLIM 09/09/2024
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  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

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  3. PL 896/2023

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  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.

  6. PL 3379/2026

    O Projeto de Lei 3379/026, do deputado Ribamar Silva (Pode-SP), garante aos segurados da Previdência Social o direito de optar pela regra de cálculo de benefício mais vantajosa, permitindo a inclusão das contribuições realizadas antes de julho de 1994. A medida resgata a tese conhecida como "revisão da vida toda". O texto altera a Lei de Benefícios da Previdência Social (8.213/91) e a lei que criou o fator previdenciário (9.876/99). Pela proposta, a regra valerá para os segurados filiados à Previdência até 28 de novembro de 1999 e que cumpriram os requisitos para a aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103). Para os benefícios concedidos entre novembro de 1999 e novembro de 2019, o projeto determina que a revisão seja feita de ofício (automaticamente) pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Sem pagamentos retroativos Para viabilizar a aprovação da matéria e manter a responsabilidade fiscal, o projeto estabelece uma trava importante: a revisão não gerará direito ao recebimento de diferenças financeiras retroativas. Ou seja, o aposentado passará a receber o valor maior apenas a partir da entrada em vigor da nova lei, sem cobrar os "atrasados" dos anos anteriores. "A solução se concentra em corrigir o valor mensal do benefício para o futuro, garantindo-se justiça previdenciária a partir da vigência da lei, sem impor um passivo financeiro desproporcional à União", explica o deputado Ribamar Silva. O texto também faculta ao segurado que já possui ação judicial em andamento sobre o tema a desistência da demanda, com dispensa do pagamento de honorários e custas processuais, para que seu benefício seja revisto administrativamente pelas novas regras. Justificativa e histórico A regra de transição de 1999 determinou que, para quem já era filiado ao INSS, o cálculo da aposentadoria consideraria apenas os salários a partir de julho de 1994 (início do Plano Real). Segundo o autor do projeto, isso gerou uma "profunda iniquidade", prejudicando trabalhadores que tiveram seus maiores salários e contribuições antes desse período. O tema foi alvo de intensa disputa judicial. Em 2022, o STF chegou a reconhecer o direito à "revisão da vida toda". No entanto, em março de 2024, a Corte mudou o entendimento ao julgar ações de inconstitucionalidade (ADIs 2110 e 2111), decidindo que a regra de transição de 1999 é obrigatória, o que, na prática, impediu a opção pela regra mais vantajosa. "A oscilação jurisprudencial não ofereceu uma solução estável para a questão, ensejando a necessidade de que o Poder Legislativo discipline a matéria de forma definitiva", argumenta Ribamar Silva. Ele defende que a proposta cria um "novo direito, mais justo e equânime", respeitando a decisão do STF, mas atuando dentro da competência do Parlamento para responder às demandas da sociedade. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei