Enquete do PL 3348/2024

Resultado

Resultado parcial desde 28/08/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 48 90%
Concordo na maior parte 3 6%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 2 4%

O que foi dito

Pontos mais populares

É um documento legislativo importante para fortalecer uma profissão fundamental para as pessoas surdas do Brasil. Porém, ainda percebemos profissionais desamparados pelos poderes públicos. Muitos profissionais pelo Brasil estão totalmente desassistidos, trabalhando em excesso e com remunerações que condizem com o que é pago às funções que não exigem formação e dedicação prévia. Manter esses profissionais desassistidos está diretamente ligado à manter a precarização no atendimento da pessoa surda

JEFFERSON OSIEL LUCINDA 15/10/2024
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O PL 3348/2024 prejudica o acesso dos surdos à acessibilidade. A imposição de reajustes automáticos pelo INPC e pisos elevados encarece a contratação de intérpretes por escolas, universidades e eventos. Isso gera redução de vagas e cancelamento de serviços essenciais, sem garantir a qualidade. Além disso, propostas construídas sem o devido protagonismo da comunidade surda violam o princípio "Nada sobre nós, sem nós", criando barreiras mercadológicas em vez de inclusão real.

AMANDA STEFANIA CORTES 19/09/2026
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  • Ponto negativo: O PL 3348/2024 prejudica o acesso dos surdos à acessibilidade. A imposição de reajustes automáticos pelo INPC e pisos elevados encarece a contratação de intérpretes por escolas, universidades e eventos. Isso gera redução de vagas e cancelamento de serviços essenciais, sem garantir a qualidade. Além disso, propostas construídas sem o devido protagonismo da comunidade surda violam o princípio "Nada sobre nós, sem nós", criando barreiras mercadológicas em vez de inclusão real.

    AMANDA STEFANIA CORTES 19/09/2026
    0
  • Ponto positivo: retrocesso na educação dos surdos. Muitas leis e nenhuma fiscalização. Profissional intérprete sem piso de salário, desvalorizado, alunos surdos sendo empurrado pelo sistema sem aprender nada. No ensino fundamental não somos apenas intérpretes somos professoras, crianças chegam até nos sem saber nada, 17 anos nessa área e sempre tenho que ensinar libras e ensinar as atividades pois professores regente nem chega perto do aluno pois eles não sabem nada sobre educação de surdos.

    PATRICIA NUNES DE OLIVEIRA 14/01/2026
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  • Ponto positivo: Valorização desses profissionais melhoria na qualidade do trabalho, visto que o salário desses profissionais ainda estão muito aquém das necessidades reais que são horas e horas de interpretação que acaba perdendo qualidade por ser cansativo mentalmente em busca de melhores condições saláriais, esse projeto pode ajudar no renhecimento desse profissional, mas que ainda merecem mais atenção em relação as horas trabalhadas e o salário. Ou seja é apenas o início para o progresso da classe dos TILTS.

    BRENDA LUDMYLA VIEIRA FERNANDES 24/11/2025
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  • Ponto positivo: É um documento legislativo importante para fortalecer uma profissão fundamental para as pessoas surdas do Brasil. Porém, ainda percebemos profissionais desamparados pelos poderes públicos. Muitos profissionais pelo Brasil estão totalmente desassistidos, trabalhando em excesso e com remunerações que condizem com o que é pago às funções que não exigem formação e dedicação prévia. Manter esses profissionais desassistidos está diretamente ligado à manter a precarização no atendimento da pessoa surda

    JEFFERSON OSIEL LUCINDA 15/10/2024
    8
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2648/2026

    O Projeto de Lei 2648/26, em análise na Câmara dos Deputados, proíbe a criação, a manutenção e o funcionamento de zoológicos destinados à exibição pública de animais silvestres ou exóticos no Brasil. Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados. A proibição se aplica também a aquários, ecoparques, safáris e quaisquer empreendimentos similares. Durante os dois anos de transição, fica proibida a concessão de novas licenças, a expansão das atividades ou o ingresso de novos animais nesses locais. Autoras do projeto de lei, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE) e a então deputada Heloísa Helena (RJ) dizem que a manutenção de espécies para exibição é incompatível com os avanços do bem-estar animal. “A proposta enfrenta, com coragem ética e rigor científico, a realidade de sofrimento animal institucionalizado”, afirmam. Destino dos animais Os zoológicos deverão executar plano para transferir as espécies de forma progressiva e segura. O destino definitivo serão os Centros de Reabilitação da Fauna (CRF) ou santuários da vida animal autorizados pelos órgãos ambientais. A prioridade nos centros será a proteção, a reabilitação e a eventual reintrodução dos animais na natureza. Ficarão proibidas atividades de caráter comercial, recreativo ou de entretenimento que envolvam a exposição pública da fauna. A visitação nos centros e santuários será restrita. O acesso será limitado a pesquisadores, profissionais e estudantes, além de atividades educativas monitoradas que não causem estresse ou prejuízo ao bem-estar dos animais. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PLP 439/2017

    Altera a Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, para disciplinar o processo de equacionamento de planos de previdência complementar deficitários, e dá outras providências.

  4. PL 4806/2025

    Altera a Lei n° 8.745, de 9 de dezembro de 1993, para dispor sobre o prazo máximo de contratação temporária para realização de recenseamentos e outras pesquisas de natureza estatística efetuadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

  5. PL 2332/2022

    Altera a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 (Estatuto do Servidor Público Federal), para permitir que servidor público possa ser microempreendedor individual (MEI).

  6. PL 3015/2025

    O Projeto de Lei 3015/25 garante que as cláusulas de convenções e acordos coletivos de trabalho continuem sendo incorporadas aos contratos individuais até que sejam modificadas ou suprimidas por nova negociação ou decisão da Justiça. A proposta da deputada Erika Kokay (PT-DF) altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e está em análise na Câmara dos Deputados. O objetivo do projeto é resgatar a chamada ultratividade das normas coletivas. Essa prática permitia a manutenção dos direitos previstos em convenções e acordos coletivos, mesmo após o fim da vigência desses documentos, se um novo acordo ainda não tivesse sido firmado. Essa possibilidade foi vedada pela reforma trabalhista de 2017 (Lei 13.467/17). A proposta mantém o limite máximo de dois anos para a duração de convenções e acordos coletivos. O projeto, no entanto, assegura que as regras estabelecidas continuam válidas após esse período, se não houver um novo entendimento entre as partes. Fragilidade Erika Kokay argumenta que a proibição da ultratividade fragilizou a proteção ao trabalhador. “Ao impedir a permanência dos efeitos das cláusulas após o término do prazo, mesmo quando há recusa patronal em negociar, o ordenamento jurídico enfraquece a função protetiva do Direito do Trabalho”, afirma. Ainda de acordo com a parlamentar, a medida busca garantir maior equilíbrio nas relações coletivas e promover a segurança jurídica. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei