Enquete do PL 3341/2024

Resultado

Resultado parcial desde 27/08/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.318 90%
Concordo na maior parte 18 1%
Estou indeciso 6 0%
Discordo na maior parte 8 1%
Discordo totalmente 125 8%

O que foi dito

Pontos mais populares

A extinção do papel moeda fere a acessibilidade financeira, pessoas vulneráveis, sem conhecimento ou acesso tecnológico são excluídas do sistema financeiro, gerando insegurança econômica.

RICHARD DUMONT 10/09/2024
181

Nitidamente acabar com o dinheiro em papel moeda é acabar com a liberdade de todos os cidadão por meio do controle das contas de banco ou seja se o povo não fizer o que um governo ditador quer terá sua conta bloqueada e não terá nem como viver e sabemos que o que governo global alinhado com o governo lula quer isso o controle das massas

Raquel Bloemer Batista 09/10/2024
120

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 68 encontrados.

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  • Ponto negativo: O papel moeda facilita a movimentação ilícita financeira. Quem nao tem o que esconder usa banco, usa pix.

    ANDRE LUIZ DA ROCHA MARQUES CID MAIA 13/06/2026
    0
  • Ponto negativo: Defender o dinheiro físico em detrimento de novas tecnologias mais seguras é um retrocesso. Além disso, é a manutenção da possibilidade de corrupção, sonegação, e demais crimes financeiros com facilidade incomparável. Vide malas de dinheiro e dinheiro na cueca. Outro ponto é que as pessoas não querem mais correr riscos de assalto. Este PL é inócuo pois o uso de dinheiro físico está acabando por costume e praticidade, portanto nenhum PL impede um movimento orgânico, legítimo e por vontade própria

    EDUARDO IRINEU VIEIRA DA SILVA 13/06/2026
    0
  • Ponto negativo: Um projeto fortemente comprometido com o atraso e o fracasso. Se isso for em frente logo terá projetos em defesa do fax, do disquete e da caixinha, nossos irmãos portugueses, proibiram por anos a introdução do isqueiro em Portugal. Pelo compromisso com o atraso.

    DANIEL GUILHERME RODRIGUES GAMA 12/06/2026
    1
  • Ponto positivo: Esse tipo de proposta capitalista e manipuladora só vai alimentar ainda mais a corrupção neste país, que já têm em seu DNA Social a Corrupção correndo em suas veias, ou seja, tudo nasce em prol da corrupção social nesse país sem ordem, sem salvação e sem progresso. NÃO A CRIPTAÇÃO DA MOEDA BRASILEIRA. "Brasil, um País para poucos".

    DEIVIDSON JOSE BARBOSA DA SILVA 07/10/2025
    0
  • Ponto negativo: Ainda, a possibilidade de monitoramento e controle financeiro fere o princípio da privacidade e da liberdade do cidadão, gerando violações constitucionais graves que põe em derrocada o sistema "democrático". Infelizmente, isso é algo que já vem sendo cerceado há algumas décadas e parece que não vai ficar somente nisso... realmente, "o preço da liberdade é a eterna vigilância", pois quando esmorece-se um pouco, a tirania revela sua face mais ardil...

    EDER DE SOUZA 26/08/2025
    1
  • Ponto negativo: A popularização de SOMENTE ser usada a moeda digital centralizada, com controle estatal, poderia abrir brechas fáceis para imposição tirânica do estilo de vida das pessoas, cancelamentos financeiros pelos mais variados motivos e bloqueios monetários (isso no pior dos cenários distópicos). Num regime como o atual, inseguro e centralizado, já poderia ser usado como arma de combate político - por ambas as partes que estiverem no controle governamental.

    EDER DE SOUZA 26/08/2025
    1
  • Ponto positivo: Poderia apresentar segurança nas transações de grande vulto, como imóveis e veículos de valor não popular, quando integrados com os sistemas de registros específicos. Contudo, o erro já é existir órgãos de registros de imóveis e veículos, para burocratizar a sua aquisição pessoal, que poderia ser facilmente resolvido pela validade do contrato de compra e venda entre as partes. Mas imagina se o Estado não vai querer uma fatia disso em taxações...

    EDER DE SOUZA 26/08/2025
    1
  • Ponto negativo: Não vejo nenhum, uma vez que sempre poderemos recorrer a nossa moeda pra usar como quisermos.

    LUIZ ANTONIO VIANA 08/08/2025
    1
  • Ponto positivo: Não ficaremos nas mãos de uma única forma de pagamento, teremos opção de recorrer ao dinheiro fisico, caso aconteça um colapso mundial nos sistemas digitais.

    LUIZ ANTONIO VIANA 08/08/2025
    4
  • Ponto negativo: Não se deve perder tempo discutindo o que não acontece, nem é boa técnica legislativa proibir de existir o que não existe e, para existir, precisaria de lei. Se algum dia quiserem acabar com o dinheiro em papel, farão um projeto de lei para isso. Aí, quem for contra, votará contra. Esse projeto de proibir no futuro que se discuta a extinção do apel moeda é totqlmente inútil. Extinguir o dinheiro em papel exigirá lei, e lei nenhuma pode proibir que se apresente e aprove um outro projeto de lei.

    JORGE DE PAULA COSTA AVILA 16/01/2025
    3
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2648/2026

    O Projeto de Lei 2648/26, em análise na Câmara dos Deputados, proíbe a criação, a manutenção e o funcionamento de zoológicos destinados à exibição pública de animais silvestres ou exóticos no Brasil. Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados. A proibição se aplica também a aquários, ecoparques, safáris e quaisquer empreendimentos similares. Durante os dois anos de transição, fica proibida a concessão de novas licenças, a expansão das atividades ou o ingresso de novos animais nesses locais. Autoras do projeto de lei, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE) e a então deputada Heloísa Helena (RJ) dizem que a manutenção de espécies para exibição é incompatível com os avanços do bem-estar animal. “A proposta enfrenta, com coragem ética e rigor científico, a realidade de sofrimento animal institucionalizado”, afirmam. Destino dos animais Os zoológicos deverão executar plano para transferir as espécies de forma progressiva e segura. O destino definitivo serão os Centros de Reabilitação da Fauna (CRF) ou santuários da vida animal autorizados pelos órgãos ambientais. A prioridade nos centros será a proteção, a reabilitação e a eventual reintrodução dos animais na natureza. Ficarão proibidas atividades de caráter comercial, recreativo ou de entretenimento que envolvam a exposição pública da fauna. A visitação nos centros e santuários será restrita. O acesso será limitado a pesquisadores, profissionais e estudantes, além de atividades educativas monitoradas que não causem estresse ou prejuízo ao bem-estar dos animais. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PLP 439/2017

    Altera a Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, para disciplinar o processo de equacionamento de planos de previdência complementar deficitários, e dá outras providências.

  4. PL 2332/2022

    Altera a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 (Estatuto do Servidor Público Federal), para permitir que servidor público possa ser microempreendedor individual (MEI).

  5. PL 4806/2025

    Altera a Lei n° 8.745, de 9 de dezembro de 1993, para dispor sobre o prazo máximo de contratação temporária para realização de recenseamentos e outras pesquisas de natureza estatística efetuadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

  6. PL 3015/2025

    O Projeto de Lei 3015/25 garante que as cláusulas de convenções e acordos coletivos de trabalho continuem sendo incorporadas aos contratos individuais até que sejam modificadas ou suprimidas por nova negociação ou decisão da Justiça. A proposta da deputada Erika Kokay (PT-DF) altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e está em análise na Câmara dos Deputados. O objetivo do projeto é resgatar a chamada ultratividade das normas coletivas. Essa prática permitia a manutenção dos direitos previstos em convenções e acordos coletivos, mesmo após o fim da vigência desses documentos, se um novo acordo ainda não tivesse sido firmado. Essa possibilidade foi vedada pela reforma trabalhista de 2017 (Lei 13.467/17). A proposta mantém o limite máximo de dois anos para a duração de convenções e acordos coletivos. O projeto, no entanto, assegura que as regras estabelecidas continuam válidas após esse período, se não houver um novo entendimento entre as partes. Fragilidade Erika Kokay argumenta que a proibição da ultratividade fragilizou a proteção ao trabalhador. “Ao impedir a permanência dos efeitos das cláusulas após o término do prazo, mesmo quando há recusa patronal em negociar, o ordenamento jurídico enfraquece a função protetiva do Direito do Trabalho”, afirma. Ainda de acordo com a parlamentar, a medida busca garantir maior equilíbrio nas relações coletivas e promover a segurança jurídica. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei