A vida íntima das mulheres não deve ser critério para identificação e assistência diferenciada visto que a saúde é um direito de cidadania de TODAS as pessoas e cabe ao Estado assegurar este direito, sendo que o acesso às ações e serviços deve ser garantido a TODAS as pessoas, independentemente de sexo, raça, ocupação ou outras características sociais ou pessoais.
Enquete do PL 3307/2024
Resultado
Resultado parcial desde 26/08/2024
| Opção | Participações | Percentual |
|---|---|---|
| Concordo totalmente | 3 | 60% |
| Concordo na maior parte | 0 | 0% |
| Estou indeciso | 0 | 0% |
| Discordo na maior parte | 0 | 0% |
| Discordo totalmente | 2 | 40% |
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Ponto negativo: A princípio concordamos totalmente com o comentário do Sr. Marcelo R de Lima. Mas, se há, uma disposicão - por ética em saúde pública, em tratar, uma expressão das inclinações humanas por prevalentes - em polaridades iguais, diriámos, que a expressão em explícita, seja no feminino, ou masculino, por prevalente deve ser tratado na sua exarcerbância por desequilibrio emocional que necessita mostrar-se como ''disponível''. Mesmo em condição natural em heterosexualidade já o seria.
MARIA DA CONCEICAO DA SILVA SOUZA 18/02/20250 -
Ponto negativo: A vida íntima das mulheres não deve ser critério para identificação e assistência diferenciada visto que a saúde é um direito de cidadania de TODAS as pessoas e cabe ao Estado assegurar este direito, sendo que o acesso às ações e serviços deve ser garantido a TODAS as pessoas, independentemente de sexo, raça, ocupação ou outras características sociais ou pessoais.
MARCELO RODRIGUES DE LIMA 18/02/20251