Enquete do PL 2957/2024

Resultado

Resultado parcial desde 18/07/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 8.855 96%
Concordo na maior parte 132 1%
Estou indeciso 17 0%
Discordo na maior parte 8 0%
Discordo totalmente 263 3%

O que foi dito

Pontos mais populares

Está totalmente claro no projeto, a importancia da AVIBRAS na soberania brasileira, sendo assim imperativo, a intervensão do Estado, em prol da continuidade da AVIBRAS, como empresa estratégica para o Brasil. Tendo invista a crecente taxa de investimentos de outros paises no setor de defesa, deixar o Brasil afora dessa corrente, nos submeteria a possiveis infortúnios no futuro.

MATHEUS QUIRINO RIBEIRO 18/07/2024
1341

o único ponto negativo que temos é a não aprovação deste projeto, se não for aprovado nosso futuro corre seríssimos riscos

marcelo lopes pereira 19/07/2024
853

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 318 encontrados.

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  • Ponto positivo: Brasil precisa pensar seriamente sobre sua total capacidade de dominar e dar respostas em qualquer parte do territorio de forma rapida com planejamento de grandes projetos de defesa, com minerais raros estretagicos, reservas de petroleo, grande fonte hidrografica não podemos nos sentar na mesa do mundo e ficar esperando que nossa passividade faça o trabalho por si só.

    LUCAS EURIPEDES DE OLIVEIRA CAMPOS 09/04/2026
    0
  • Ponto positivo: A estatização da AVIBRAS é um dos maiores atos de soberania do Brasil nas últimas décadas. O ganho econômico, científico e técnico, além de autonomia na defesa defesa nacional, que o Brasil ganhará, será sentido nessas e nas próximas gerações de brasileiros.

    PAULO DA CUNHA CAMILLO 08/04/2026
    1
  • Ponto positivo: Atual conjuntura internacional, economia em estado de inflação global, bem como práticas militares - de outras nações - aos arredores, demandam direcionamento estatal com celeridade à Avibras, para fins de garantia da soberania nacional.

    TIAGO PINTO NOGUEIRA 31/03/2026
    3
  • Ponto positivo: O conflito do Irã mostra a necessidade de nacionalizar e desenvolver cadeias produtivas que garantam a defesa do território nacional

    MATHEUS COLARES DO NASCIMENTO 28/03/2026
    6
  • Ponto positivo: A estatização da Avibras é o primeiro passo para o Brasil se desenvolver como nação norteadora dos assuntos geopolíticos na América do Sul e globalmente, mesmo que o dialogo e a diplomacia tenha grande importância, nada resolve conflitos de forma mais produtiva, precisamos ter meios para garantir que outras nações não queiram buscar outras vias e não ameacem os nossos parceiros comerciais.

    RAFAEL ROCHA PASSOS GERVASIO 27/03/2026
    4
  • Ponto positivo: Já passou da hora de estatizar a AVIBRAS, na verdade, nem deveria ser privatizada. Precisamos da AVIBRAS para nossa soberania.

    JANDERSON FERREIRA DE MELO 25/03/2026
    2
  • Ponto positivo: Sem uma empresa de defesa nacional e estatal ficamos extremamente vulneráveis a intervenções de potências beligerantes como os EUA. Nosso maior inimigo, aquele que impede o desenvolvimento soberano de qualquer na américa latina são os EUA. Eles nos querem reféns de sua tecnologia, moeda e influências culturais. Isso não é uma questão de direita ou esquerda, é sobre você estar há um chilique de um governante dos EUA de se tornar uma colonia deles. Hoje é o petróleo, amanhã eles vão querer água.

    FELIPE DE OLIVEIRA SOARES 15/03/2026
    4
  • Ponto positivo: Segurança nacional é um setor extremamente estratégico. Precisa, necessariamente, estar sob controle do Brasil. A mera possibilidade de falência da Avibras já ameaça a nossa soberania - quanto mais a possibilidade de venda para estrangeiros.

    EMERSON PRADO E SOUZA 14/10/2025
    12
  • Ponto positivo: A ação deve encaminhar o rumo do Brasil para o destino da alta tecnologia, aumentando o PIB. Fora isso, promove ainda caminhos para a soberania nacional, dada a importância estratégica embutida no escopo da empresa. Aliado aos dois fatores está a oportunidade junto à tecnologia transferida a nós pela Suécia.

    KLEBER ANTONIO DA SILVA 21/07/2025
    8
  • Ponto positivo: Precisamos de autonomia na produção de armamentos e componentes bélicos porque isso garante nossa soberania. Portanto, não podemos deixar a Avibras ser comprada por uma multinacional qualquer.

    DANIEL BEDNARSKI RAMOS 07/03/2025
    11
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  2. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

  6. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.