Enquete do INC 1068/2024

Resultado

Resultado parcial desde 12/07/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.607 99%
Concordo na maior parte 18 1%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 5 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Essa indicação irá corrigir as distorções causadas pela lei 13.954/19 aos militares dos Quadros Especiais.

Vitor Hugo Coelho de Souza 17/07/2024
110

DE NEGATIVO, APENAS O TANTO DE TEMPO QUE JÁ SE PASSOU DESDE A ENTRADA EM VIGOR DA LEI 13954/19, PERÍODO EM QUE NOS MANIFESTAMOS POR DIVERSAS VEZES SOBRE AS INJUSTIÇAS IMPETRADAS AO NOSSO JÁ ESQUECIDO QUADRO ESPECIAL. PORÉM, ANTES TARDE DO QUE NUNCA. COM FÉ AGUARDEMOS AS CORREÇÕES PELA SENSIBILIDADE DOS SENHORES PARLAMENTARES.

SGT FLAVIO 17/07/2024
31

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 39 encontrados.

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  • Ponto positivo: Correção parcial pela inércia do MD/EB em não ter criado oportunidades para o progresso na carreira para os sargentos do Quadro Especial.

    ALONSO OLIVEIRA BARROS 15/04/2025
    0
  • Ponto positivo: Apoio essa indicação e que entenda a todos os militares dos quadros especias da Marinha e da Aeronáutica !!!!

    ROGERIO TURRA SOARES BRASIL 15/03/2025
    0
  • Ponto negativo: irá aumentar ainda mais o gasto do Gov com as FFAA, o curso feito pelos QE''s não atende ao minimo necessário para ser considerado um curso técnico, tendo em vista que grande parte não foi feito em Est de Ens e sim em OM''s avulsas pelo país, a concessão da Ex-PR já veio pra agradar essa classe não assistida, agora o que eles querem é se aproveitar dessa situação, tendo e vista que eles não fazem trâmites burocraticos nas OM''s como sindicância e nem participam das escalas de SV em OM alguma.

    MATHEUS LOURENCO DA SILVA 18/10/2024
    0
  • Ponto positivo: O código moral "NINGUÉM SERÁ DEIXADO PARA TRÁS." não pode ser utilizado por alguns militares mal intencionados apenas para fins político-partidário. Essas pessoas, após serem eleitas, dão as costas para aqueles que labutaram ombro-a-ombro quando estavam na ativa.

    CARLOS ALBERTO DA FONSECA 04/09/2024
    0
  • Ponto positivo: Os militares do QE nunca tiveram oportunidade de fazer cursos e/ou estágio pelo EB que majorasse seu adicional de habilitação a maior. Os curso e/ou estágio que realizaram só trouxeram mais responsabilidade e nenhum benefício financeiro. Alguns militares que por erro da OM à época tiveram seus estágios aceitos como especialização, a administração pública não pode retirar de seus contracheques por ter mais de 20 anos recebendo tais vantagens. Esta proposta corrigiria este erro. Sgt MARCELO

    Marcelo de Oliveira messeri 31/07/2024
    1
  • Ponto negativo: Negativo e que está lei 13854/19 só veio a nós prejudicar e muito só Deus para nos ajudar

    Vander Amorim Da Silva Amorim 25/07/2024
    3
  • Ponto positivo: Ponto positivo sobre a correção desta lei 13954/19 e que vai nos aliviar a respeito da correção dos nossos vencimento nos trazendo mais alívio NAO esquecendo tbm das nossas pensionistas que tbm como nós estão sofrendo com os inúmeros descontos

    Vander Amorim Da Silva Amorim 25/07/2024
    3
  • Ponto negativo: Como ja foi mencionado antes, a demora em atender uma demanda extremamente necessária a classe que nesse momento onde contempla a reserva por ter cumprido sua parte na missão que lhe foi dada foram todos desassistidos pela lei 13.954 perdendo seu anuênio o que subtraiu para muitos os 26% em até 14% mantendo a maioria com os salários de 2016 sem correção, sem plano de carreira com 3 promoções durante 30 anos não se vê nada semelhante a isso nem nas forças "auxiliares" que terminam carreira ST.

    Jeferson Santos 24/07/2024
    5
  • Ponto positivo: O texto vem mitigar a grande lacuna que foi criada com o texto da portaria 2215 reeditada por quase uma década desde 2001 onde se perderam a proteção dos dependentes (filhas), tmp de serviço, que poderia chegar a 35% do soldo e a paridade que era um princípio onde durante mais de 20 anos os militares acreditaram não ser alienável seria o cumprimento do acordo feito no momento de votação do txt da lei 13.954... que não foi honrado.

    Jeferson Santos 24/07/2024
    8
  • Ponto positivo: Conheço alguns militares do quadro especial e posso afirmar que são merecedores deste Percentual em virtude de que são profissionais comprometidos com a instituição, sem contar que o soldo está muito baixo, principalmente se comparado com os demais militares e servidores federais…Solidarizo-me com esta classe!

    JONATHAN WELINGTON DE OLIVEIRA 23/07/2024
    8
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  1. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  2. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 3379/2026

    O Projeto de Lei 3379/026, do deputado Ribamar Silva (Pode-SP), garante aos segurados da Previdência Social o direito de optar pela regra de cálculo de benefício mais vantajosa, permitindo a inclusão das contribuições realizadas antes de julho de 1994. A medida resgata a tese conhecida como "revisão da vida toda". O texto altera a Lei de Benefícios da Previdência Social (8.213/91) e a lei que criou o fator previdenciário (9.876/99). Pela proposta, a regra valerá para os segurados filiados à Previdência até 28 de novembro de 1999 e que cumpriram os requisitos para a aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103). Para os benefícios concedidos entre novembro de 1999 e novembro de 2019, o projeto determina que a revisão seja feita de ofício (automaticamente) pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Sem pagamentos retroativos Para viabilizar a aprovação da matéria e manter a responsabilidade fiscal, o projeto estabelece uma trava importante: a revisão não gerará direito ao recebimento de diferenças financeiras retroativas. Ou seja, o aposentado passará a receber o valor maior apenas a partir da entrada em vigor da nova lei, sem cobrar os "atrasados" dos anos anteriores. "A solução se concentra em corrigir o valor mensal do benefício para o futuro, garantindo-se justiça previdenciária a partir da vigência da lei, sem impor um passivo financeiro desproporcional à União", explica o deputado Ribamar Silva. O texto também faculta ao segurado que já possui ação judicial em andamento sobre o tema a desistência da demanda, com dispensa do pagamento de honorários e custas processuais, para que seu benefício seja revisto administrativamente pelas novas regras. Justificativa e histórico A regra de transição de 1999 determinou que, para quem já era filiado ao INSS, o cálculo da aposentadoria consideraria apenas os salários a partir de julho de 1994 (início do Plano Real). Segundo o autor do projeto, isso gerou uma "profunda iniquidade", prejudicando trabalhadores que tiveram seus maiores salários e contribuições antes desse período. O tema foi alvo de intensa disputa judicial. Em 2022, o STF chegou a reconhecer o direito à "revisão da vida toda". No entanto, em março de 2024, a Corte mudou o entendimento ao julgar ações de inconstitucionalidade (ADIs 2110 e 2111), decidindo que a regra de transição de 1999 é obrigatória, o que, na prática, impediu a opção pela regra mais vantajosa. "A oscilação jurisprudencial não ofereceu uma solução estável para a questão, ensejando a necessidade de que o Poder Legislativo discipline a matéria de forma definitiva", argumenta Ribamar Silva. Ele defende que a proposta cria um "novo direito, mais justo e equânime", respeitando a decisão do STF, mas atuando dentro da competência do Parlamento para responder às demandas da sociedade. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 4256/2019

    Altera a Lei n.º 10.826, de 22 de dezembro de 2003 (Estatuto do Desarmamento), para autorizar o porte de arma aos agentes de segurança socioeducativos e aos oficiais de justiça.

  6. PL 1893/2026

    O Projeto de Lei 1893/26, do Poder Executivo, regulamenta a negociação das relações de trabalho no setor público e garante o direito à representação sindical de servidores e empregados públicos. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. A proposta se aplica à administração direta, autárquica e fundacional da União, dos estados e dos municípios, além de órgãos constitucionalmente autônomos, como o Ministério Público da União. O texto cria um marco legal para que sindicatos e governo negociem, de forma permanente e estruturada, temas relacionados às condições de trabalho no serviço público. A iniciativa regulamenta compromissos assumidos pelo Brasil ao ratificar a Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Como será a negociação Pelo projeto, a negociação entre o poder público e as entidades representativas dos servidores deverá ocorrer pelo menos uma vez por ano, em período a ser definido em regulamento. A exigência poderá ser dispensada quando houver acordo com vigência superior a um ano. O processo de negociação terá cinco etapas: definição do calendário e do cronograma; recebimento da pauta; instalação da negociação; assinatura do acordo; e divulgação do resultado. Cada Poder e órgão autônomo deverá instituir seu próprio processo de negociação. Estados e municípios regulamentarão o tema em ato próprio. Se não houver acordo, as partes poderão escolher, de comum acordo, um mediador. Ele atuará sem remuneração e não interromperá as negociações, salvo decisão contrária das próprias partes. Quando houver consenso, será firmado um termo de acordo com a identificação das partes, o objeto negociado, os resultados alcançados, as condições de implementação e o prazo de vigência. Os acordos dependerão de análise jurídica e da aprovação do chefe do respectivo Poder ou órgão autônomo. Licença remunerada A proposta altera o Estatuto dos Servidores da União para garantir licença remunerada ao servidor que exercer mandato em confederação, federação ou sindicato. Atualmente, a lei prevê licença sem remuneração. Já para quem desempenhar mandato em entidade fiscalizadora da profissão ou participar em cooperativa de servidores, a licença será sem remuneração. Durante o afastamento, o servidor manterá as garantias e vantagens pessoais e previdenciárias do cargo que ocupava. Representação sindical O projeto assegura a livre associação sindical a todos os servidores e empregados públicos. A representação poderá ser exercida por sindicatos, federações, confederações e centrais sindicais. Onde não houver sindicato legalmente constituído, associações de classe poderão representar os trabalhadores nas negociações. Na justificativa do texto, a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, afirmou que a negociação "democratiza as condições e as relações de trabalho, estabelecendo mecanismos para minimizar conflitos". Próximos passos O projeto de lei teve a urgência aprovada em junho e poderá ser votado diretamente pelo Plenário da Câmara dos Deputados, sem precisar passar antes pelas comissões temáticas. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei