Enquete da PEC 29/2024

Resultado

Resultado parcial desde 10/07/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 15 17%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 1 1%
Discordo na maior parte 2 2%
Discordo totalmente 72 80%

O que foi dito

Pontos mais populares

Embora a redação da proposta pudesse ser aprimorada, penso que esta iniciativa se faz muito necessária para assegurar a vida dos mais inocentes e indefesos.

Carlos Eduardo Sindona de Oliveira 11/07/2024
4

Não cabe ao ordenamento jurídico brasileiro dispor sobre o início da vida, pois não é o campo adequado e no campo adequado a controvérsia sobre a questão é extrema. A PEC busca limitar ainda mais os direitos sexuais e reprodutivos da mulher, visto que a Constituição não proíbe o aborto. Trata de uma tentativa nociva de afastar os direitos fundamentais da mulher em prol de uma proteção a uma potêncial vida. Fomentando cada vez mais a mortalidade materna, o abandono ínfantil e a miséria no país

Júlia Pacheco 19/08/2024
25

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 9 de 9 encontrados.

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  • Ponto negativo: Esses parlamentares criticam tanto o assistencialismo, bolsa família, criticam a violência urbana e a pobreza... Aí aparecem com esse projeto de lei. Eu me pergunto se eles nunca pararam pra refletir sobre a ligação entre esses problemas sociais e essa proibição de permitir que a mulher tenha filho quando ela decidir e se sentir preparada, com estabilidade econômica e/ou familiar. A relação entre nossos problemas sociais e o caráter coercitivo da lei de trazer alguém pro mundo sem estrutura.

    JULLYANY CARVALHO EWERTON 28/02/2026
    0
  • Ponto negativo: É uma proposta tão inconcebível que acaba com a possibilidade da mulher usar a pílula do dia seguinte, acaba com a possibilidade de pesquisas em células tronco, abre margem para acabar com a fertilização em vitro. Você, que está lendo esse comentário: Vamos combinar em PARAR DE VOTAR EM DEPUTADOS FEDERAIS E SENADORES DEMAGOGOS? Porque esses são os mais estúpidos, e por causa da estupidez deles, eles elaboram leis completamente mal feitas, sem nenhum embasamento científico.

    JULLYANY CARVALHO EWERTON 28/02/2026
    0
  • Ponto negativo: Uma coisa que me deixa abismada é a audácia dos nossos legisladores em querer regulamentar qualquer coisa por achismos, por vozes da própria cabeça deles. Onde a ciência bate o martelo para determinar o início da vida? É se achar muito dono da verdade para elaborar um texto legislativo desse, além de demagogo, porque EM NADA resolve os principais problemas do país. Corrupção, inflação, violência urbana, mobilidade urbana: ESSES SÃO OS PROBLEMAS QUE VOCÊS DEVERIAM FOCAR EM RESOLVER!

    JULLYANY CARVALHO EWERTON 28/02/2026
    0
  • Ponto negativo: Essa PEC é antiético na questão da propriedade do corpo da mulher. A mulher tem todo o direito sobre o corpo dela. Enquanto o feto, é o corpo feito de carne que não cresceu e nem desenvolveu habilidades para decidir viver ou não viver. Então esse direito de viver ou não viver deve estar nas mãos da mulher. Rumo ao direitos do corpo da mulher! Minha opinião: O aborto não é assassinato. Assassinato acontece quando o corpo do bebê está todo formado fora do ventre da mãe.

    ALEFFE GOMES MENDES 16/06/2025
    1
  • Ponto negativo: Considerar que a concepção é o marco de início da vida, sobretudo no âmbito constitucional, atenta contra práticas modernas como a fertilização in vitro. Também transforma em homicídio o descarte involuntário de óvulos fecundados pelo corpo feminino (que acontece muito mais frequentemente do que se imagina).

    STEFANO ROBERTO ALVES GUEDES FILHO 12/09/2024
    5
  • Ponto positivo: A vida é direto está acima de qualquer ideologia humana que tenha viés a prática de matar seu semelhante. Precisamos defender a vida sempre para nossa nação ser próspera e cheia de vida. Viva a vida, viva Brasil

    GILSON RIBEIRO 04/09/2024
    0
  • Ponto positivo: O direito a vida é superior ao direito de escolha. São bens jurídicos diversos e o direito à vida é de grau mais elevado. O direito à vida se sobrepõe a todos os demais direitos, sempre que colocado em conflito com eles. Relativizar o direito à vida é colocar em risco as gerações presentes e futuras, assim como abrir precedente legislativo para todo o tipo de abusos contra a humanidade. A partir do momento em que um ser humano é concebido, este deve passar a ser sujeito completo de direitos

    ALAN THIAGO PISKE SALVADOR 04/09/2024
    2
  • Ponto negativo: Não cabe ao ordenamento jurídico brasileiro dispor sobre o início da vida, pois não é o campo adequado e no campo adequado a controvérsia sobre a questão é extrema. A PEC busca limitar ainda mais os direitos sexuais e reprodutivos da mulher, visto que a Constituição não proíbe o aborto. Trata de uma tentativa nociva de afastar os direitos fundamentais da mulher em prol de uma proteção a uma potêncial vida. Fomentando cada vez mais a mortalidade materna, o abandono ínfantil e a miséria no país

    Júlia Pacheco 19/08/2024
    25
  • Ponto positivo: Embora a redação da proposta pudesse ser aprimorada, penso que esta iniciativa se faz muito necessária para assegurar a vida dos mais inocentes e indefesos.

    Carlos Eduardo Sindona de Oliveira 11/07/2024
    4
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  4. PL 1111/2025

    Altera a Lei nº 9.503, de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, para dispor sobre a idade máxima dos veículos destinados à formação de condutores.

  5. INC 119/2026

    Sugere ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), a adoção de providências para a prorrogação do prazo de validade do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) 2024 e de demais concursos públicos federais cuja validade se encerra em 2026, bem como para o aproveitamento do cadastro de reserva, com chamamentos sucessivos até seu esgotamento, visando à recomposição da força de trabalho, ao provimento de vagas e à recomposição de vacâncias.

  6. PEC 3/2026

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/26 altera a base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que passaria a considerar apenas o peso do veículo, e não mais o valor de mercado. A proposta, que é apoiada por 204 deputados, está em análise na Câmara dos Deputados. O texto também estabelece um teto para a cobrança do imposto: o valor total não poderá exceder 1% do valor de venda do automóvel. Além disso, a PEC autoriza os estados a criarem descontos para veículos menos poluentes. Atualmente, o IPVA é cobrado pelos estados com base no valor de mercado do veículo (Tabela Fipe), com alíquotas que variam entre 1% e 4%. Limites de gastos públicos Além da mudança tributária, a proposta impõe novos limites para despesas da máquina pública: Publicidade: gastos com propaganda institucional de todos os poderes e do Ministério Público — abrangendo União, estados, Distrito Federal e municípios — ficam limitados a 0,1% da Receita Corrente Líquida. Fica proibida a publicidade de caráter promocional ou pessoal. Legislativo e tribunais de Contas: a despesa total desses órgãos (incluindo o Congresso Nacional, Assembleias Legislativas estaduais e a Câmara Legislativa do DF, além dos respectivos tribunais de Contas) não poderá ultrapassar 0,4% da Receita Corrente Líquida do respectivo ente federativo. Se esses limites forem descumpridos, o órgão ficará proibido de criar novas despesas, conceder reajustes ou contratar pessoal até que se enquadre novamente. Justificativa Os autores argumentam que o modelo atual do IPVA é uma anomalia, pois taxa continuamente um bem que se desvaloriza. Eles citam exemplos de países como Estados Unidos e Japão, onde a tributação considera critérios físicos (como peso) e não o preço. Sobre os gastos públicos, a justificativa aponta para a "inexistência de limite constitucional específico para as despesas do Poder Legislativo e dos tribunais de Contas", o que permite um crescimento orçamentário "desconectado da realidade fiscal". Próximos passos A PEC 3/26 será encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) para análise da admissibilidade. A proposta será submetida em seguida a uma comissão especial, onde precisará ser aprovada por maioria simples, e depois segue para apreciação do Plenário. Conheça a tramitação de propostas de emenda à Constituição