Enquete do PRL 1 CTRAB => PL 4911/2023

Resultado

Resultado parcial desde 11/07/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 11 14%
Concordo na maior parte 3 4%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 4%
Discordo totalmente 59 78%

O que foi dito

Pontos mais populares

não tem lado positivo em retira esse adicional

Daniel Nijini 14/08/2024
0

Não concordo com a retirada dos 40% pois nois técnico de acesso por corda estamos sujeitos a várias doenças como trombose ernia de disco e outras. Por ficar muito tempo suspenso pendurado executando diversas atividades.

VALMARIO SANTOS DE SOUZA 12/08/2024
8

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 16 encontrados.

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  • Ponto positivo: não tem lado positivo em retira esse adicional

    Daniel Nijini 14/08/2024
    0
  • Ponto negativo: Discordo da retirada dos 40% de adiciona. ele nos ajudará em um valor a mais pra que possamos sim com esse valor uma ajuda a mais em caso de algunha doença a longo prazo

    Daniel Nijini 14/08/2024
    0
  • Ponto negativo: É imprescindível os 40%

    ALEXANDRE DE BARROS MENDES 13/08/2024
    0
  • Ponto negativo: Discordo da retirada dos 40% de adicional. Isso corresponde a nossa saúde que é prejudicada durante os acessos prolongados e deixando nossa coluna com problemas futuros.

    Vincenzo Neto 13/08/2024
    1
  • Ponto negativo: Precisamos de alguma forma ter um benefício por exercer uma profissão que traz impactos a saúde, merecemos os 40%, retirar esse benefício é injusto com nós profissionais de acesso por corda.

    Wellington Silva 12/08/2024
    1
  • Ponto negativo: Fora as doenças laboratoriais que um Alpinista Industrial corre o risco a longo prazo, temos uma série de fatores que ainda não justifica a retirada dos 40% do adicional, pois ainda tem o fator da periculosidade que não é pago e já não é muito justificável devido ao seu grau de risco, esse adicional hoje é o que diferencia as atividades convencionais das nossa atividades que são bem mais desgastantes devido a dificuldade de acesso e cenário.

    Alef Rodrigues 12/08/2024
    1
  • Ponto negativo: O adicional de 40 % é um direito, pois sofremos muito durante muitas horas trabalhando pendurado, é um direito nosso merecemos.....

    Willian Ribeiro 12/08/2024
    1
  • Ponto negativo: O relator retirou da proposta o adicional de 40% para os trabalhadores que utilizam Alpinismo Industrial. Esse Adicional é a única reparação que os trabalhadores de Alpinismo Industrial. Lidam um doença específica de suspensão por cinto. O que acaba sendo injusto a retirada desse adicional.

    ORLINDO JOSE DA SILVA 12/08/2024
    1
  • Ponto negativo: Os 40% porcento retirado, é nos desclassificar, é tirar todo nosso mérito e esforço. Pensei que iria melhorar o que foi pedido, nos retira! A classe do alpinismo é uma profissão onde nos arriscamos em diversos locais inacessíveis e de alta complexidade, fazemos trabalhos que máquina nenhuma consegue fazer. Arriscamos nossas vidas diariamente e merecemos respeito e dignidade por um salário melhor! Peço vocês, nossos representantes, olhe com mais amor! Luiz Henrique da Silva Santo

    Luiz Henrique Santos 12/08/2024
    1
  • Ponto negativo: Não concordo com a retirada dos 40% pois nois técnico de acesso por corda estamos sujeitos a várias doenças como trombose ernia de disco e outras. Por ficar muito tempo suspenso pendurado executando diversas atividades.

    VALMARIO SANTOS DE SOUZA 12/08/2024
    8
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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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