Enquete do EMP 36 => PLP 68/2024

Resultado

Resultado parcial desde 09/07/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 404 99%
Concordo na maior parte 4 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 1 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

A Emenda 36 ao PLC 68/2024 é crucial para celíacos, pois controlar a doença só é possível com alimentação sem glúten e sem contaminação cruzada. No Brasil, alimentos seguros para celíacos são extremamente caros, para um exemplo, cada unidade de pão francês sem glúten em minha cidade custa R$7,50, como sustentar uma família? Sem cura ou vacina, a alimentação é a única forma de controle. A redução a zero das alíquotas de IBS e CBS para esses produtos não é luxo, é uma necessidade humana básica.

Assinante 10/07/2024
27

Seja a primeira pessoa a comentar negativamente depois de votar na enquete usando o botão no final da página.

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 6 de 6 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: O pão é o alimento mais presente e mais acessível na mesa dos brasileiros, mas infelizmente para as pessoas com doença celíaca esse alimento é mais caro e mais raro, já que o custo da farinha sem glúten é infinitamente mais caro que a farinha de trigo. Vamos ajudar as pessoas com doença celíaca, para quem alimento é remédio para o seu bem estar, a melhorar o acesso à uma alimentação segura e com custo acessível. Mônica Neves 11/07/2024

    Monica Neves 11/07/2024
    3
  • Ponto positivo: Não há medicação para os celiacos. Doença autoimune crônica. A única forma de controlar a doença é através da ingestão de alimentos totalmente isentos de gluten. Isso significa um aumento absurdo no orçamento. Que aliás por se tratar de uma doença genética, não é incomum ter mais de um membro da família com essa condição. Reduzir impostos e incluir esses itens básicos é um direito da criança e adulto celiacos. Eles já têm prejuízos na saúde e na vida social. Vamos minimizar o impacto financeiro

    AMANDA 10/07/2024
    6
  • Ponto positivo: Ser Celiaca não é tão simples, os produtos é muito caros, e como essa doença não escolhe classe social, eu acabo me privando de comer muitas coisas, pois os produtos sem glúten é um absurdo de caro, eu mesmo não tenho condições para estar pagando, fora que comer na rua e de um risco tremendo, é raros encontrar um lugar seguro para comer e qdo acho e o olho da cara, ser Celiaca não é frescura, os danos causado do glúten e muitos, só queremos poder ter acesso a esses produtos.

    Luciana Duarte Zanzarine Leme 10/07/2024
    9
  • Ponto positivo: Somos uma minoria, quando comparados aos que podem se alimentar com trigo, mas estima-se que existam entre 2 a 3 milhões de brasileiros que adoecem se houver qualquer contato com quantidades muito pequenas de glúten. Não temos segurança alimentar fora de casa, com exceção de poucos produtores de pães que também são celiacos e fornecem porque conhecem as dores da comunidade. Precisamos muito dessa ajuda para podermos ao menos recuperar o direito de ter o pão na mesa, como qualquer ser humano.

    REGINA HELENA KUGELMANN MANCINI 10/07/2024
    11
  • Ponto positivo: É uma emenda fundamental para melhorar a vida dos celíacos. A farinha é utilizada como matéria prima na maioria dos produtos alimentares que utilizamos e é uma diferença gigantesca de preço para farinhas de trigo. Precisamos da aprovação dessa emenda. 1 kg de farinha sem glúten não custa menos que R$ 20.

    Eduardo Vidal 10/07/2024
    11
  • Ponto positivo: A Emenda 36 ao PLC 68/2024 é crucial para celíacos, pois controlar a doença só é possível com alimentação sem glúten e sem contaminação cruzada. No Brasil, alimentos seguros para celíacos são extremamente caros, para um exemplo, cada unidade de pão francês sem glúten em minha cidade custa R$7,50, como sustentar uma família? Sem cura ou vacina, a alimentação é a única forma de controle. A redução a zero das alíquotas de IBS e CBS para esses produtos não é luxo, é uma necessidade humana básica.

    Assinante 10/07/2024
    27
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1111/2025

    Altera a Lei nº 9.503, de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, para dispor sobre a idade máxima dos veículos destinados à formação de condutores.

  3. PLP 236/2025

    Dispõe sobre a aposentadoria especial dos profissionais de Enfermagem, na forma dos artigos 201, § 1º, inciso II, e 40, § 4º-C, da Constituição Federal, e dá outras providências.

  4. PL 614/2026

    Autoriza o Poder Executivo a promover transferência, movimentação, realocação, incorporação e manutenção do vínculo empregatício com a União dos empregados públicos da Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU e empregados das empresas públicas do setor metroferroviário federal desestatizadas pelo Programa Nacional de Desestatização para entidades da Administração Pública direta ou indireta.

  5. PL 5942/2025

    Dispõe sobre a criação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Turismo - SENATUR e do Comitê Intersetorial de Investimento no Turismo

  6. INC 90/2026

    Sugere ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), a adoção de providências para a prorrogação do prazo de validade do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) 2024 e de demais concursos públicos federais cuja validade se encerra em 2026, bem como para o aproveitamento do cadastro de reserva, com chamamentos sucessivos até seu esgotamento, visando à recomposição da força de trabalho, ao provimento de vagas e à recomposição de vacâncias.