Enquete do PL 2614/2024

Resultado

Resultado parcial desde 27/06/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 40 38%
Concordo na maior parte 36 35%
Estou indeciso 3 3%
Discordo na maior parte 6 6%
Discordo totalmente 19 18%

O que foi dito

Pontos mais populares

Ponto positivo, se realmente for implementada ,o analfabeto do ensino superior vai diminuir , voltando um ensino e qualidade e valorizando o professor e o professor com titulação, pois teremos mais qualidade!

JOANA DARC SILVA GALVAO DE CARVALHO 06/05/2025
6

Discordo em grande parte por conta da “oferta de escolas integrais” e “promover a educação digital”. Ambas se complementam para um ensino de maior duração e menor qualidade, escolas de tempo integral impede que alunos vulneráveis ajudem a família em situações críticas ainda mais com o mínimo de faltas fechando em 95%, sobretudo, a “educação digital” aonde professores não possuem individualidade ao dar uma aula, sendo obrigados a passar slides digitais que não auxiliam em nada.

David Torres dos Santos 01/07/2024
5

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 20 encontrados.

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  • Ponto positivo: Como professor e sobretudo cidadão brasileiro, desejo que a educação no Brasil deixe de ser uma política de governo e seja uma política de Estado, cujos recursos não fiquem ao bel prazer decquem esteja no poder.

    HAROLDO TRAZIBULO MATOS GUERRA JUNIOR 15/10/2025
    0
  • Ponto positivo: O novo PNE foca na qualidade do ensino, da creche à pós-graduação, e na formação de professores. É abrangente e inclusivo, com metas específicas para educação indígena, quilombola, do campo e especial. Busca modernizar o sistema ao promover a educação digital para o uso crítico e ético da tecnologia. Sua estrutura com 58 metas foi criada para permitir o monitoramento dos 18 objetivos ao longo da década.

    MARCELO RODRIGUES PEREIRA 14/10/2025
    0
  • Ponto negativo: O PNE ignora desafios cruciais. O piso salarial dos professores (Lei 11.738/08) é descumprido por estados e municípios, tornando-se um teto que desvaloriza a carreira. O sistema é fragmentado, escolas são sucateadas e salas de aula com até 45 alunos inviabilizam o ensino. A burocracia, o assédio excessiva adoece os educadores, mostrando um abismo entre o plano e a realidade do chão da escola.

    MARCELO RODRIGUES PEREIRA 14/10/2025
    0
  • Ponto negativo: Não houve nenhuma mudança para melhorar a parte mais afetada e ofendida da educação brasileira, que no caso são os professores da educação básica brasileira, principalmente os que atuam diretamente nas salas de aula e enquanto os políticos não melhorarem as leis da educação em relação aos direitos do professor de sala de aula, o número de interessados em seguir a carreira docente vai apenas diminuir e a IA não vai conseguir alfabetizar crianças e isso foi mais que provado no tempo da COVID.

    RENATA SANTOS SOARES RIBEIRO 27/06/2025
    1
  • Ponto positivo: Não teve ponto positivo nesse novo PNE 2025/2035, ao meu ver foi mais do mesmo,políticos focando apenas na melhoria das estatísticas do grau de aprendizagem dos alunos e nada foi feito para sanar o real problema da educação brasileira, que é: à baixa remuneração, o desrespeito que o professor de sala de aula sofre por parte dos alunos, dos país e dos coordenadores e diretores das escolas, e mais, nada foi mudado para melhorar as condições insalubres do professor de sala de aula.

    RENATA SANTOS SOARES RIBEIRO 27/06/2025
    1
  • Ponto negativo: Pouco se fala em gestão escolar,diretores,coordenadores,que além dos professores também tem um papel importantíssimo para evolução da educação,salários achatando e com uma grande responsabilidade diante dos resultados!

    ANA MARIA DE CARVALHO 26/06/2025
    2
  • Ponto positivo: A valorização dos Professores assumiu protagonismo num cenário de desesperança para os docentes. Só falta ação, planejamentos e planos surgem, mas as ações nunca chegam ao professor, que vê seu salário corroído pela inflação ter que dizer que estudar é o caminho, numa sociedade que vangloria politicos.

    RONALDO ALVES DOS SANTOS 26/06/2025
    2
  • Ponto positivo: Espero que este seja um projeto de lei benéfico, mas que não seja uma proposta de caráter final, pois é necessário flexibilidade para criar uma nova geração de estudantes brasileiros que poderão fazer do Brasil e do mundo um lugar melhor.

    RODRIGO ROCHA DE ALMEIDA 07/06/2025
    0
  • Ponto negativo: Apenas financiar mais não é equivalente a melhorias. Não usar as mais recentes observações de pesquisas da área da ciência do aprendizado como base, por exemplo o efeito do espaçamento, é deixar os estudantes aprenderem a aprender sozinhos.

    RODRIGO ROCHA DE ALMEIDA 07/06/2025
    0
  • Ponto positivo: Importante tornar a experiência educacional mais saudável e fluída para todos os alunos. É uma questão de qualidade de vida, tanto para os alunos como para os professores, e este projeto parece ser um passo nessa direção.

    RODRIGO ROCHA DE ALMEIDA 07/06/2025
    0
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 2341/2025

    O Projeto de Lei 2341/25 reduz impostos sobre jogos de tabuleiro no Brasil. Para isso, o texto equipara esses jogos a livros e materiais didáticos para fins tributários. Na prática, a proposta zera as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre a venda e a importação de jogos de tabuleiro físicos. O texto também reclassifica esses produtos como bens culturais e didáticos nas tabelas oficiais de impostos, como a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) e a Tabela de Incidência do IPI (TIPI). O autor, deputado Dr. Jaziel (PL-CE), afirma que jogos de tabuleiro modernos não devem ser tratados como brinquedos descartáveis. "São obras culturais que integram narrativa, design gráfico, lógica estrutural e, muitas vezes, pesquisa histórica e cooperação autoral", argumenta o parlamentar. O projeto também prevê critérios mais simples para a Receita Federal identificar quais produtos se enquadram na regra. Essa identificação poderá ser feita com base nas embalagens e nos manuais dos jogos, sem a necessidade de avaliar seu conteúdo pedagógico detalhado. O benefício fiscal não se aplica a jogos de azar ou que: incentivem violência sem justificativa, crimes, exploração sexual, uso ou venda de drogas, ou qualquer forma de humilhação da dignidade humana; divulguem pornografia, discriminação ou racismo, ou violem normas constitucionais de proteção a crianças, jovens e à paz social; e tenham classificação indicativa para maiores de 18 anos. A proposta altera a Lei de Contribuição para Programas de Integração Social. Próximas etapas O projeto será ainda analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PRL 1 CFT => PL 581/2019

    Parecer da Relatora, Dep. Laura Carneiro (PSD-RJ), pela compatibilidade e adequação financeira e orçamentária do Projeto de Lei nº 581, de 2019; e, no mérito, pela aprovação.

  5. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 5815/2025

    O Projeto de Lei 5815/25 cria o Programa Nacional de Acompanhamento Anual Pediátrico e Emocional (Pnape), que prevê avaliações obrigatórias, feitas uma vez por ano, para monitorar a saúde física e emocional de crianças e adolescentes. O objetivo da proposta, apelidada de "Lei Augusto Cury", é avaliar a evolução da saúde dessa parcela da população e prevenir situações de abandono, maus tratos, abuso, exploração sexual ou tráfico humano a partir da análise precoce de fatores de risco. Pelo projeto, o acompanhamento será obrigatório e realizado anualmente. Os resultados terão caráter preventivo e clínico e serão compartilhados apenas com os pais ou responsáveis, sempre sob sigilo profissional. Em situações específicas, os profissionais poderão recomendar acompanhamento mais frequente ou indicar tratamento médico ou psicológico, se julgarem necessário. Caso haja suspeita de negligência, violência, crueldade, opressão ou abuso sexual, o fato deverá ser comunicado pelos profissionais, de forma sigilosa, ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar, para adoção das medidas de proteção. Monitoramento contínuo Segundo a autora, deputada Rosângela Reis (PL-MG), o projeto é inspirado nos estudos do psiquiatra Augusto Cury, que defendem a gestão das emoções como ferramenta de proteção e cidadania. Ela afirma que o acompanhamento regular fortalece a rede pública de proteção e dificulta a ação de abusadores. “Além de promover o desenvolvimento emocional saudável, a medida fortalece os mecanismos de proteção contra abusos sexuais, assédios, exploração e tráfico humano, inibindo potenciais predadores em razão do cuidado permanente da rede pública de proteção”, diz a deputada. Pais e responsáveis Pelo texto, se pais ou responsáveis deixarem de levar a criança ou o adolescente para realizar as avaliações obrigatórias por mais de 60 dias, sem justificativa, o fato será comunicado ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar. Nesses casos, poderão ser aplicadas medidas de proteção previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Benefícios sociais, como o Bolsa Família, poderão ser suspensos até a regularização da situação. Para crianças de até 12 anos, a escola deverá exigir o comprovante das avaliações no momento da matrícula. Omissão Por fim, o texto também prevê punição para quem deixar de comunicar às autoridades casos de violência, tratamento cruel, disciplina violenta ou abandono de criança ou adolescente. A pena prevista é de detenção de 6 meses a 3 anos. Essa pena aumenta o equivalente à metade se houver lesão corporal grave e é triplicada se resultar em morte. Quando o crime for cometido por pais ou responsáveis, parentes até o 3º grau, tutor, guardião, padrasto ou madrasta, a pena será aplicada em dobro. Próximas etapas A proposta será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será analisada pelo Plenário. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei