Enquete do PDL 312/2024

Resultado

Resultado parcial desde 24/06/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 541 86%
Concordo na maior parte 5 1%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 5 1%
Discordo totalmente 76 12%

O que foi dito

Pontos mais populares

- Esta Portaria fere a autonomia universitária, portanto o governo está legislando e não executando, que é o seu papel regulador. O governo deve criar mecanismos para fiscalizar e não fechar a acabar com a educação a distância no Brasil. Existe uma norma e ela precisa ser respeitada. -

Decio Lima - i9Grupo 26/06/2024
29

A portaria busca frear a oferta de cursos sem garantia de qualidade, suspendê-la seria confirmar o compromisso de uma educação barata e sem qualidade, comprometendo toda o projeto de desenvolvimento do país que necessita de profissionais qualificados.

Matheus Lincoln 28/06/2024
3

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 10 encontrados.

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  • Ponto positivo: O Ensino EaD foi uma evolução e uma porta para quem assim como eu trabalho em dois turnos para sustentar a família. O Estado não garante e nunca garantiu educação superior de qualidade para todos e já que a iniciativa privada conseguiu atender essa demanda, a coisa certa a ser feita pelo estado é utilizar meios para que esse ensino seja mantido com qualidade e eficiência para todos que buscam essa alternativa de formação superior.

    João Marcelo Holanda 28/07/2024
    0
  • Ponto negativo: É um completo absurdo o que vemos hoje na ensino superior EAD no Brasil. Cursos com valores de 14,90, vendidos em pacotes de 3 em um. Para quem não sabe o que o MEC fez foi apenas impedir que novos cursos surjam da forma como estavam surgindo, isso até março de 2025 quando deve ser apresentado um novo marco regulatório do EAD. Eu sou estudante EAD e sei que se eu quiser apenas comprar um diploma eu consigo. Nessa relação EAD hj, ganham as facu e alunos, mas o Brasil inteiro perde!

    Wilnando Custódio de oliveira 06/07/2024
    0
  • Ponto positivo: A Portaria fere prerrogativas de Leis, Decretos e da própria costituição. Uma Portaria pode estar acima da autonomia universitária, prevista em lei e decreto, e a livre concorrência e igualdade de condições, prevista na constituição federal?

    Leandro Henrique Magalhães 28/06/2024
    2
  • Ponto negativo: A portaria busca frear a oferta de cursos sem garantia de qualidade, suspendê-la seria confirmar o compromisso de uma educação barata e sem qualidade, comprometendo toda o projeto de desenvolvimento do país que necessita de profissionais qualificados.

    Matheus Lincoln 28/06/2024
    3
  • Ponto positivo: A portaria 528/2024 trás enormes prejuízos a empreendedoras educacionais que estavam viabilizando aberturas de polos eads, uma portaria que nasce repentinamente e encerra a possibilidade de credenciar novos polos, gerando prejuízos a quem estava em vias de abertura de polos!

    Ricardo Alves 27/06/2024
    3
  • Ponto positivo: Aumentar a possibilidade de estudantes de baixa renda conseguirem ter formação

    Ana Rosa Vilches - DSOP 27/06/2024
    4
  • Ponto positivo: Em vez de executar o seu papel de fiscalização e implementação de melhorias na regulação, o governo optou pela inibição do desenvolvimento da EAD no ensino superior, contrariando a autonomia universitária e desrespeitando todas as IES que protocolaram tempestivamente seus projetos confinando nos critérios que o próprio governo criou. Portanto, sou concordo totalmente com o teor desta portaria.

    David Stephen 27/06/2024
    3
  • Ponto positivo: A Portaria MEC nº 528/2024 é considerada arbitrária por implementar novos regulamentos para a EAD sem consulta ampla às partes interessadas. (universidades, professores, estudantes e especialistas). A centralização das decisões no Poder Executivo, sem participação do Legislativo, também caracteriza exercício arbitrário do poder. O PDL 312/2024 visa corrigir essas arbitrariedades, promovendo debate mais amplo e garantindo a qualidade e autonomia do sistema educacional Fabiano Rodrigues / UNIBRAS

    FABIANO DA SILVA RODRIGUES 27/06/2024
    1
  • Ponto positivo: Se analisado o princípio da legalidade, viola-se. Fixam-se restrições que dependem de lei, não de um ato normativo. Toda mudança significativa no EAD depende de legislação em sentido estrito, ou seja, desrespeitam-se princípios constitucionais, não garantindo a participação democrática. Presta-se um desserviço público à educação. Afronta-se a LDB - art 80 “o poder público incentivará o desenvolvimento e a veiculação de programas de ensino a distância, em todos os níveis e modalidades de ensino".

    Ludovico Bernardi 27/06/2024
    0
  • Ponto positivo: - Esta Portaria fere a autonomia universitária, portanto o governo está legislando e não executando, que é o seu papel regulador. O governo deve criar mecanismos para fiscalizar e não fechar a acabar com a educação a distância no Brasil. Existe uma norma e ela precisa ser respeitada. -

    Decio Lima - i9Grupo 26/06/2024
    29
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

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  5. REQ 308/2026 CSPCCO

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  6. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.