Enquete do PL 2475/2024

Resultado

Resultado parcial desde 19/06/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 36 86%
Concordo na maior parte 6 14%
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Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Na minha opnião deveria permitir usar todo o valor gasto com educação. Qualquer escola particular atualmente cobra no mínimo R$1.000,00 de mensalidade, o que dá R$12.000,00 por ano, ou seja, muito mais alto do que o limite atual.

RAFAEL CORREA DE ANDRADE 13/09/2024
7

Na minha opinião, deveria permitir colocar o total de gastos com educação . Como exemplo , o curso de medicina que tem um valor muito alto. O País, necessita de mais médicos , mas o Governo não incentiva a classe média . Programas de bolsas e financiamentos, só atingem uma determinada classe e, vagas pelo Sisu são muito poucas . Aumentar o teto , ajudaria a população , que encontra-se fragilizada com tantos impostos e pouco retorno nos serviços públicos.

GINA MIRANDA OKUBO JORGE 01/12/2024
5

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 6 de 6 encontrados.

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  • Ponto positivo: Acredito que a proposta se enquadra no que os brasileiros necessitam, pois o gasto com uma educação de qualidade tem um valor elevado. Porém, deveria ser ainda maior, uma vez que 7 mil reais, em muitos casos, não retorna nem a metade do que é investido.

    ITALO CRUZ MATOS 12/01/2026
    0
  • Ponto positivo: O ponto positivo é o aumento do valor do teto para despesas com educação. O ponto NEGATIVO é que o teto segue existindo. As despesas com educação deveriam ser como as da saúde: sem limite de teto. Na cidade onde moro, dois filhos em escola particular não sai por menos de 40 mil reais ao ano.

    GIANE ABUCHAIM DETONI 08/03/2025
    1
  • Ponto positivo: Concordo plenamente, pois as escolas particulares e outros cursos sobem anualmente. Tenho um gasto muito superior a esse no ano com o colégio da minha filha. Por falta de opção de boas escolas, muitas vezes precisamos procurar as particulares. No meu zoneamento não têm escolas públicas boas, por exemplo. Além do mais, ampliar a possibilidade de dedução incentiva gastos com educação e movimenta esse setor tão relevante.

    GIANA MARCON MILANI 28/02/2025
    0
  • Ponto negativo: Na minha opinião, deveria permitir colocar o total de gastos com educação . Como exemplo , o curso de medicina que tem um valor muito alto. O País, necessita de mais médicos , mas o Governo não incentiva a classe média . Programas de bolsas e financiamentos, só atingem uma determinada classe e, vagas pelo Sisu são muito poucas . Aumentar o teto , ajudaria a população , que encontra-se fragilizada com tantos impostos e pouco retorno nos serviços públicos.

    GINA MIRANDA OKUBO JORGE 01/12/2024
    5
  • Ponto positivo: O aumento do limite para dedução de gastos com educação no IR proporcionará benefícios significativos. Ao ampliar o valor que pode ser deduzido, haverá um aumento do poder aquisitivo familiar, aliviando o orçamento doméstico e permitindo que mais pessoas invistam em educação de qualidade. Essa medida, além de colaborar com o desenvolvimento pessoal e profissional, poderá reduzir a demanda sobre a rede pública de ensino e estimular a economia local, impulsionando o consumo e a geração de empregos

    RAFAEL TOMAZ AREIAS 26/10/2024
    2
  • Ponto positivo: Na minha opnião deveria permitir usar todo o valor gasto com educação. Qualquer escola particular atualmente cobra no mínimo R$1.000,00 de mensalidade, o que dá R$12.000,00 por ano, ou seja, muito mais alto do que o limite atual.

    RAFAEL CORREA DE ANDRADE 13/09/2024
    7
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 4573/2025

    Altera a Lei nº 9.503, de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro), para tipificar como contravenção penal a reincidência na condução de veículo com modificação destinada à emissão maior de ruído.

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).