Enquete do PL 2475/2024

Resultado

Resultado parcial desde 19/06/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 38 86%
Concordo na maior parte 6 14%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Na minha opnião deveria permitir usar todo o valor gasto com educação. Qualquer escola particular atualmente cobra no mínimo R$1.000,00 de mensalidade, o que dá R$12.000,00 por ano, ou seja, muito mais alto do que o limite atual.

RAFAEL CORREA DE ANDRADE 13/09/2024
8

Na minha opinião, deveria permitir colocar o total de gastos com educação . Como exemplo , o curso de medicina que tem um valor muito alto. O País, necessita de mais médicos , mas o Governo não incentiva a classe média . Programas de bolsas e financiamentos, só atingem uma determinada classe e, vagas pelo Sisu são muito poucas . Aumentar o teto , ajudaria a população , que encontra-se fragilizada com tantos impostos e pouco retorno nos serviços públicos.

GINA MIRANDA OKUBO JORGE 01/12/2024
6

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 6 de 6 encontrados.

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  • Ponto positivo: Acredito que a proposta se enquadra no que os brasileiros necessitam, pois o gasto com uma educação de qualidade tem um valor elevado. Porém, deveria ser ainda maior, uma vez que 7 mil reais, em muitos casos, não retorna nem a metade do que é investido.

    ITALO CRUZ MATOS 12/01/2026
    0
  • Ponto positivo: O ponto positivo é o aumento do valor do teto para despesas com educação. O ponto NEGATIVO é que o teto segue existindo. As despesas com educação deveriam ser como as da saúde: sem limite de teto. Na cidade onde moro, dois filhos em escola particular não sai por menos de 40 mil reais ao ano.

    GIANE ABUCHAIM DETONI 08/03/2025
    1
  • Ponto positivo: Concordo plenamente, pois as escolas particulares e outros cursos sobem anualmente. Tenho um gasto muito superior a esse no ano com o colégio da minha filha. Por falta de opção de boas escolas, muitas vezes precisamos procurar as particulares. No meu zoneamento não têm escolas públicas boas, por exemplo. Além do mais, ampliar a possibilidade de dedução incentiva gastos com educação e movimenta esse setor tão relevante.

    GIANA MARCON MILANI 28/02/2025
    0
  • Ponto negativo: Na minha opinião, deveria permitir colocar o total de gastos com educação . Como exemplo , o curso de medicina que tem um valor muito alto. O País, necessita de mais médicos , mas o Governo não incentiva a classe média . Programas de bolsas e financiamentos, só atingem uma determinada classe e, vagas pelo Sisu são muito poucas . Aumentar o teto , ajudaria a população , que encontra-se fragilizada com tantos impostos e pouco retorno nos serviços públicos.

    GINA MIRANDA OKUBO JORGE 01/12/2024
    6
  • Ponto positivo: O aumento do limite para dedução de gastos com educação no IR proporcionará benefícios significativos. Ao ampliar o valor que pode ser deduzido, haverá um aumento do poder aquisitivo familiar, aliviando o orçamento doméstico e permitindo que mais pessoas invistam em educação de qualidade. Essa medida, além de colaborar com o desenvolvimento pessoal e profissional, poderá reduzir a demanda sobre a rede pública de ensino e estimular a economia local, impulsionando o consumo e a geração de empregos

    RAFAEL TOMAZ AREIAS 26/10/2024
    2
  • Ponto positivo: Na minha opnião deveria permitir usar todo o valor gasto com educação. Qualquer escola particular atualmente cobra no mínimo R$1.000,00 de mensalidade, o que dá R$12.000,00 por ano, ou seja, muito mais alto do que o limite atual.

    RAFAEL CORREA DE ANDRADE 13/09/2024
    8
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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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