Enquete do PRC 32/2024

Resultado

Resultado final desde 11/06/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 11 23%
Concordo na maior parte 4 9%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 2 4%
Discordo totalmente 30 64%

O que foi dito

Pontos mais populares

Concordo plena, pois como cidadã sempre defendi o fato de que; o Parlamento é um local onde se defende democraticamente assuntos de interesses Públicos e de direitos humanos, onde o maior beneficiado de debates e discursos favoráveis são os seres humanos, os quais precisam de qualidade de vida, pois, credibilizam o maior poder o Voto em parlamentares e representantes que deveriam ter bom senso nas divergências de ideias, para chegarem em uma razão lógica e ideológica em benefício do Povo.

KARLA CRISTINA GOMES ALVARES 12/06/2024
1

Concentração de poder desproporcional e injustificado em favor da mesa diretora da Câmara em detrimento dos Deputados e dos mandatos que lhes foram confiados pelo povo. De outro lado, não se mostra adequado a mesa diretora avançar sobre matérias da comissão de ética, que seria o órgão mais abalizado a instaurar tal tipo de providência e decidir a respeito. Quanto a comissão de ética, a ineficiência do órgão é nítida diante dos graves casos de parlamentares envolvidos em esquemas sem punição.

Igor Lima Bonfim 12/06/2024
10

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 4 de 4 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: No meu entendimento o ponto negativo na verdade, é em complemento o meu relato da visão positiva. Pois, a PRC 32/2024 defende a ideia que ao invés de parlamentares fazer da Tribuna um "Ringue" de disputas, em defesa de suas particularidades, deveriam ter discursos éticos e ideológicos a favor e beneficio do Cidadão. Portanto, desejo imensamente que a Tribuna seja usada como espaços de interesses coletivos, e difusão de diálogos construtivos e que inclusive, tenha a participação de novas ideias.

    KARLA CRISTINA GOMES ALVARES 12/06/2024
    0
  • Ponto positivo: Concordo plena, pois como cidadã sempre defendi o fato de que; o Parlamento é um local onde se defende democraticamente assuntos de interesses Públicos e de direitos humanos, onde o maior beneficiado de debates e discursos favoráveis são os seres humanos, os quais precisam de qualidade de vida, pois, credibilizam o maior poder o Voto em parlamentares e representantes que deveriam ter bom senso nas divergências de ideias, para chegarem em uma razão lógica e ideológica em benefício do Povo.

    KARLA CRISTINA GOMES ALVARES 12/06/2024
    1
  • Ponto negativo: Projeto criará censura e irá usurpar os poderes dos deputados e do conselho de ética, criando uma mesa diretora com poder de calar e até mesmo remover parlamentares de seus mandatos durante apreciação e votação de matérias, podendo ser usado inclusive para manipular o resultado de votações conforme a vontade dos imperadores da câmara que está sendo criado com a mesa diretora com poder de conselho de ética instantâneo. Um claro golpe a democracia.

    Evandro Weiss 12/06/2024
    2
  • Ponto negativo: Concentração de poder desproporcional e injustificado em favor da mesa diretora da Câmara em detrimento dos Deputados e dos mandatos que lhes foram confiados pelo povo. De outro lado, não se mostra adequado a mesa diretora avançar sobre matérias da comissão de ética, que seria o órgão mais abalizado a instaurar tal tipo de providência e decidir a respeito. Quanto a comissão de ética, a ineficiência do órgão é nítida diante dos graves casos de parlamentares envolvidos em esquemas sem punição.

    Igor Lima Bonfim 12/06/2024
    10

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei