Enquete do PL 2276/2024

Resultado

Resultado parcial desde 10/06/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 92 86%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 1%
Discordo totalmente 14 13%

O que foi dito

Pontos mais populares

As pessoas que ficam com esse discurso de fazer teste de DNA não entenderam que esse projeto é para deixar como já é. E que se crie outro espaço para quem se declara trans. A autodeclaração de gênero é arbitrária e fragiliza os espaços seguros das mulheres. Deixar que homens autodeclarados mulheres entrem nos banheiros é exatamente o mesmo que transformá-los em unissex

Celina Lazzari 08/07/2024
23

É bem absurdo. Vai ter teste de DNA pra usar o banheiro da Rodoviária? Porque seria o único modo de evitar que uma mulher trans "passável" usasse o banheiro feminino. Ao mesmo tempo, mulheres cis poderiam ser impedidas de usar o mesmo banheiro se (por exemplo) fossem altas e/ou fortes, usassem cabelo curto e/ou calça jeans. Delirante. Ainda mais num país onde 50% das casas não têm saneamento básico.

Maria Tereza Carvalho 05/07/2024
4

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 15 encontrados.

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  • Ponto positivo: Ninguém está se preocupando com o problema REAL, que é: a falta de segurança em banheiros MASCULINOS. Não faz o menor sentido, mais uma vez, as MULHERES terem os seus espaços limitados. Só mostra que as mulheres sempre têm que se adaptar para o ajudar o próximo; enquanto os homens, verdadeiros causadores do problema, "seguem intactos" em tudo na sociedade. Isso só mostra que nascer do SEXO MASCULINO, em uma sociedade patriarcal, já é um PRIVILÉGIO.

    CAROLINA SANTOS FERREIRA DE LEMOS 26/05/2026
    0
  • Ponto negativo: Isso é um absurdo, põe em risco total a luta transexual sobre tirar o arquétipo de que gênero deve ser definido por sexo biológico, invisibilizando a comunidade trans. Além de diversos casos de desconforto, eu mesmo como homem trans não gostaria de entrar (principalmente hormonizado) num banheiro feminino por culpa do que tem entre minhas pernas e acredito que as moças ao meu redor não se sentiriam bem (parei de usar o banheiro feminino depois de uma moça me expulsar de lá por causa disso)

    MANUELLA MARGARET REIS E SOUZA MARTINS ARAUJO DOS SANTOS 26/11/2024
    4
  • Ponto positivo: É necessário que o banheiro feminino seja para pessoas do sexo feminino, mulheres trans que passam por cirurgias de transição são passaveis e já usa o banheiro feminino, mulheres masculinizadas são do sexo feminino. Mundo vai continuar como já é, além de que já passou da hora de ter uma lei específica sobre iaso

    Rockyy Lima 09/07/2024
    2
  • Ponto positivo: Permitindo a entrada em banheiros por só se declarar mulher não é seguro para às mulheres e para às crianças!!!

    marco aurélio duarte da silva 08/07/2024
    5
  • Ponto positivo: A importância dessa PL é que ela esclarece que o sexo é biológico e não ideológico e não admito que minha esposa e minhas filhas frequente banheiro juntos com uma pessoa de sexo diferente!

    marco aurélio duarte da silva 08/07/2024
    3
  • Ponto positivo: Como mãe-solo, me sentirei insegura em usar o banheiro público com a minha menina, caso a autoidentificação passe a valer. Locais ermos no periodo noturno, como paradas de ônibus, precisam ser lembrados. A presença de pessoas do sexo masculino é intimidadora e a grande maioria das pessoas trans conservam traços masculinos inegáveis, além do tamanho, força e presença do órgão sexual intacto. É direito das mulheres ir e vir com segurança e dignidade. Deve haver outra opção para as pessoas trans.

    GREICIELE DE MORAIS 08/07/2024
    9
  • Ponto positivo: Mulheres e crianças são as maiores vítimas da violência masculina em números absolutos. Não existe estudo que comprove a existência de “identidade interna de gênero”, nem que o padrão de comportamento e violência de machos muda só por se “declararem” mulheres. Temos direito a intimidade e privacidade, e a validação de um ego masculino não é mais importante que nossa segurança e realidade biológica. Não somos subcategoria e merecemos ser ouvidas em nossas demandas. Misoginia NÃO! Sexo IMPORTA!

    Larissa Fonseca 08/07/2024
    8
  • Ponto positivo: Separação de banheiros por sexo é inegavelmente um direito das mulheres e crianças a ser protegido. Pessoas que se auto declarem mulheres (mas nasceram com outro sexo) devem utilizar outros banheiros.

    Estela Vicentini 08/07/2024
    17
  • Ponto positivo: Os espaços precisam ser separados por SEXO para proteção das mulheres e crianças. É inaceitável o retrocesso dos direitos humanos das MULHERES!

    Dan Oliveira 08/07/2024
    16
  • Ponto positivo: Projeto importante para proteção de mulheres e crianças! Quem não está entendendo, pesquise sobre “auto identificação” e reflitam se tem condição de controle sobre quem acessaria banheiros públicos em todo o país, diariamente!

    Samara Freitas 08/07/2024
    12
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  5. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

  6. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.