Enquete do PLP 108/2024

Resultado

Resultado final desde 05/06/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 21 1%
Concordo na maior parte 17 1%
Estou indeciso 3 0%
Discordo na maior parte 82 2%
Discordo totalmente 3.162 96%

O que foi dito

Pontos mais populares

As entidades fechadas de previdência complementar têm finalidade social e não visam lucro. Suas reservas vêm de contribuições mensais dos trabalhadores, garantindo uma aposentadoria segura. Os benefícios pagos são tributados como renda. Cobrar impostos sobre rendimentos dos fundos antes da distribuição é bitributacao.

JOSE HELIO ZEN 08/07/2024
96

Absurda a sanha arrecadatória do governo querer taxar os fundos de pensões. Já nos garfaram quando contribuímos quase a vida toda sobre 20 salários mínimos e nos pagam teto de 5 salários - a maioria recebe muito menos que isso - e agora querem garfar nossos fundos de pensão já tão espoliados pelos governos de plantão. Absurdo ! Não esqueceremos nas próximas eleições os congressistas que votarem contra nós aposentados !

CLAUDIO GUIMARAES JUNIOR 06/07/2024
143

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 54 encontrados.

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  • Ponto negativo: Se realmente fosse pela saúde, vocês diminuiria o imposto sobre alimentos ''''saudáveis''''. Brasil esta chegando no fundo do poço, nenhum de vocês se importam com a população, no final disso, vai acontecer muitas tragédias, por conta do descaso com a população, digo em todas as áreas.

    MURILLO HENRIQUE COELHO 20/12/2025
    0
  • Ponto negativo: Mais do mesmo, visto que não estão simplificando e nem barateando nada em relação ao custo tributário, estão querendo estacar a sangria de caixa das compensações da tese do século, criando mais do mesmo com outros "nomes" IBS CBS e chamando de reforma tributária

    FLAVIO FRANCISCO DE LIMA 17/12/2025
    0
  • Ponto positivo: Não existe, mais do mesmo com uma nova roupagem, deveriam ajustar o sistema

    FLAVIO FRANCISCO DE LIMA 17/12/2025
    0
  • Ponto positivo: Estou entendendo que o governo quer maior controle e clareza na renda de municípios e estados com relação às tributações. Só acho que se o PL é contra, devem estar com medo de serem prejudicados, pq essa "maioria" do Congresso hoje, só trabalha em causa própria ou para prejudicar o governo.

    JANETE CESAR DE MELLO 15/12/2025
    1
  • Ponto negativo: Proposta acelerada com pouca análise e discussão com a Sociedade, teve como resultado um procedimento pouco assertivo e confuso na pratica, deputado discutindo "tributaçao de biscoito" e incluindo o IBS que soma o Icms+ISS sem esclarecer que os prestadores de serviços não tem Icms hoje. A CPMF seria a melhor forma de acabar com os impostos, primeiramente na area da Previdencia (Pis, Cofins, Cssl), no primeiro ano como um teste para achar o percentual ideal. Lamentavel!!!

    JOSE BENEDITO RODRIGUES JUNIOR 06/11/2025
    2
  • Ponto positivo: Como primeira proposta de juntar impostos e contribuições é positiva nesse sentido somente.

    JOSE BENEDITO RODRIGUES JUNIOR 06/11/2025
    0
  • Ponto negativo: Qual a necessidade de criar um tribunal administrativo? Isso apenas resultará em mais gastos com dinheiro público e não aliviará o Judiciário. Afinal, conforme o PLP (art. 91, § 3º), as autoridades julgadas no processo administrativo tributário estão impedidas de afastar a aplicação ou questionar a legislação tributária com base em inconstitucionalidade ou ilegalidade. Ou seja, serão o tribunal será servientes as fazendas.

    KLEBER FERREIRA DA SILVA 27/02/2025
    1
  • Ponto negativo: O Imposto sobre Grandes Fortunas precisar ser incluído neste projeto para que a tributação contribua para a redução das desigualdades sociais.

    JOAO BATISTA QUEIROZ EUDOCIAK 04/11/2024
    3
  • Ponto positivo: Foi uma Pena os deputados nao aprovarem o IGF. as Grandes fortunas precisam ser taxadas sim, e livrar o pobre trabalhador brasileiro que vem deixando seu suado salario sendo taxado na fonte e no consumo de comida no mercado. Enquanto os grandes afortunado gastam tambem no mercado mas para eles pouca diferença faz o imposto ali pago. Entao que contribuam sobre suas aquisiçoes e não ficam taxado o cosumo de susbsitencia do povo trabalhador. Caros senadores é a hora dos senhores pensarem no BRASIL

    MARCELO PIRES DE MORAES 01/11/2024
    2
  • Ponto positivo: O sufrágio é um ótimo caminho para adequar a questão dos impostos, mas a criação de novos e mais complexos não agrega em nada.

    LUIS WILLIAN COSTA AUGUSTO 26/09/2024
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).