Enquete do PL 2158/2024

Resultado

Resultado parcial desde 04/06/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 24 18%
Concordo na maior parte 2 1%
Estou indeciso 1 1%
Discordo na maior parte 2 1%
Discordo totalmente 112 79%

O que foi dito

Pontos mais populares

VAPE É 95% MENOS NOCIVOS QUE O CIGARRO

NILTON CARLOS DIEGO ALVES PEDRA 18/11/2024
25

Cigarros eletrônicos devem ser regulamentados, não criminalizados. Com o texto atual, serão criminalizados milhões de consumidores no Brasil, pois tipifica como crime o "transporte" e "armazenamento". Cigarros eletrônicos são regulamentados em mais de 100 países no mundo e grandes revisões científicas já concluíram que são muito menos prejudiciais do que os cigarros convencionais. Deveríamos ter regras e não proibição, milhões usam sem qualquer garantia ou regra sanitária.

ALEXANDRO LUCIAN ALVES CORDEIRO DOS SANTOS 18/11/2024
30

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 11 encontrados.

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  • Ponto negativo: Manter o vape proibido e criminalizado no Brasil pode ter efeitos adversos, como o fortalecimento do mercado clandestino. Sem regulamentação, consumidores têm acesso a produtos de baixa qualidade e potencialmente mais nocivos à saúde. Além disso, a falta de controle dificulta a restrição do acesso a menores de idade e impede a criação de políticas públicas de conscientização sobre o uso responsável. A proibição também limita alternativas menosprejudiciais para fumantes que buscamabandonar o cig

    RICARDO BAUM 16/01/2025
    1
  • Ponto positivo: A liberação do vape no Brasil, com restrição a maiores de 18 anos, pode reduzir danos à saúde por ser menos nocivo que o cigarro, já que elimina a combustão e diminui toxinas. Regulamentado, pode ajudar fumantes a abandonar o tabagismo, combater o mercado ilegal e garantir produtos seguros. Além disso, impulsiona a economia com novos empregos e arrecadação tributária. Com campanhas educativas, é possível promover o uso consciente, destacando riscos e benefícios para uma abordagem modernadesaúde

    RICARDO BAUM 16/01/2025
    0
  • Ponto positivo: Diversos países no mundo já regularizaram mas a chamada "democracia" brasileira e a "maravilhosa" anvisa que acha sabe mais do que países de primeiro mundo que já regularizaram querem ditar que o cidadão use só o que interessa a visões políticas contraditórias e de mídia que usam de argumento. Que se quer se baseia em evidência científica de quem realmente entende do assunto, e usa de opinião de ortopedista entre outros pra justificar que faz mais mal. Seria mais um retrocesso no país da pizza.

    JULIANO ROBERTO CORSO 16/01/2025
    0
  • Ponto positivo: O governo esta tentando tornar mais de 6 milhões de consumidores em bandidos, indo na contra mão de outros paises, graças ao dispositivo de redução de danos consegui largar o cigarro e estou a 5 anos sem fumar, então gostaria muito que essa PL nunca exista pois vai contra tudo e todos.

    ALEXANDRE AMBROZIO DA SILVA 13/01/2025
    3
  • Ponto positivo: O cigarro eletrônico é uma alternativa ao cigarro tradicional, sem aquele cheiro forte que fica nas roupas e no ambiente. Ele oferece uma variedade de sabores e, por não queimar tabaco, evita substâncias tóxicas como alcatrão e monóxido de carbono, o que pode ser menos prejudicial à saúde. Além disso, permite controlar a quantidade de nicotina, ajudando a reduzir a dependência gradualmente.

    LUIZA PAIVA DUARTE DE ANDRADE CARNEIRO 13/01/2025
    6
  • Ponto positivo: É um absurdo tal projeto. Uma vez que a MACONHA é legalizada e não aceitar a presença de um usuário em público pode, inclusive, ser tratado como preconceito. Criminalizam quem usa VAPER e autorizam o uso da maconha. Isso chega a ser cômico se não fosse trágico.

    TONY ELTON ROCHA DE LIRA 13/01/2025
    3
  • Ponto positivo: Criminializar o consumidor não é a solução e sim a regulamentação do produto, hoje somos mais de 4 milhões de consumidores, já comprovando em outros paises que o cigarro eletronico o modo mais seguro para largar do cigarro.

    ALEXANDRE AMBROZIO DA SILVA 25/11/2024
    7
  • Ponto negativo: não existe um estudo feito no Brasil da forma que foi feito em países que o vape é legalizado, desta forma, afirmar que o vape é pior que o cigarro é incoerente e errado

    FABRICIO DE SOUSA SANTOS 18/11/2024
    9
  • Ponto negativo: VAPE É 95% MENOS NOCIVOS QUE O CIGARRO, DADOS CIENTÍFICOS. LIBEREM O VAPE. MAIS DE 100 PAÍSES JÁ REGULARIZARAM, E O BRASIL SEMPRE ATRÁS.

    NILTON CARLOS DIEGO ALVES PEDRA 18/11/2024
    11
  • Ponto positivo: VAPE É 95% MENOS NOCIVOS QUE O CIGARRO

    NILTON CARLOS DIEGO ALVES PEDRA 18/11/2024
    25
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    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

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    Altera a Lei nº 9.503, de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, para dispor sobre a idade máxima dos veículos destinados à formação de condutores.

  4. PL 5942/2025

    Dispõe sobre a criação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Turismo - SENATUR e do Comitê Intersetorial de Investimento no Turismo

  5. INC 119/2026

    Sugere ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), a adoção de providências para a prorrogação do prazo de validade do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) 2024 e de demais concursos públicos federais cuja validade se encerra em 2026, bem como para o aproveitamento do cadastro de reserva, com chamamentos sucessivos até seu esgotamento, visando à recomposição da força de trabalho, ao provimento de vagas e à recomposição de vacâncias.

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.