Precisa considerar que o tempo de acolhimento gera para as famílias e para a criança o vínculo afetivo que já se espera em todas as famílias. Todos os envolvidos estão adaptados, e com isso, a vida seguirá normalmente. Conceder a prioridade na adoção para as famílias acolhedoras, não significa burlar o processo, mas sim, dar a criança e à família a possibilidade de eternizarem o vínculo já construído sem gerar novos traumas à criança acolhida.
Enquete do PL 2108/2024
Resultado
Resultado parcial desde 28/05/2024
| Opção | Participações | Percentual |
|---|---|---|
| Concordo totalmente | 39 | 75% |
| Concordo na maior parte | 0 | 0% |
| Estou indeciso | 0 | 0% |
| Discordo na maior parte | 1 | 2% |
| Discordo totalmente | 12 | 23% |
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Ponto positivo: Concordo plenamente com a lei. Retirar uma criança de um abrigo para adoção e, após dois anos, devolvê-la ao convívio familiar é um ato desumano. Isso rompe vínculos, fere afetos e gera traumas profundos tanto na criança quanto em quem cuidou e amou. A criança não é um objeto de transição — é um ser humano em formação. A sensibilidade humana, o afeto e a estabilidade emocional devem sempre vir em primeiro lugar. José Maria Silva Nascimento. 27/01/2026
JOSE MARIA SILVA NASCIMENTO 27/01/20260 -
Ponto positivo: Trata-se de uma relação já estabelecida, na qual todos se encontram adaptados, compartilhando laços de pertencimento e estabilidade. A concessão de prioridade na adoção à família acolhedora não configura qualquer afronta ao ordenamento jurídico, mas representa a preservação do melhor interesse da criança, assegurando a continuidade de uma história já construída e evitando novas rupturas que possam acarretar prejuízos emocionais e afetivos irreversíveis.
KELLY CRISTINA HIDALGO MANCINI 20/01/20260 -
Ponto positivo: A família acolhedora temporária já fez, de forma consciente, a escolha de receber uma criança em sua vida. Já se organizou emocionalmente, ajustou sua rotina, seus espaços e vivências p/ acolher, ainda que inicialmente de forma temporária. Para a criança, essa continuidade é fundamental. Uma nova adoção, representa mais uma ruptura, mais uma adaptação forçada e novos transtornos emocionais. Autorizar a adoção nesses casos é ato de amor, sensibilidade e respeito aos sentimentos de cada criança.
LETICIA CRISTINA HIDALGO 20/01/20261 -
Ponto positivo: Precisa considerar que o tempo de acolhimento gera para as famílias e para a criança o vínculo afetivo que já se espera em todas as famílias. Todos os envolvidos estão adaptados, e com isso, a vida seguirá normalmente. Conceder a prioridade na adoção para as famílias acolhedoras, não significa burlar o processo, mas sim, dar a criança e à família a possibilidade de eternizarem o vínculo já construído sem gerar novos traumas à criança acolhida.
ADRIANA OMELCZUK LATROVA 22/12/20252