Enquete da PEC 21/2024

Resultado

Resultado parcial desde 23/05/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 2.536 97%
Concordo na maior parte 22 1%
Estou indeciso 3 0%
Discordo na maior parte 6 0%
Discordo totalmente 60 2%

O que foi dito

Pontos mais populares

Historicamente os auxiliares desempenhavam as mesmas funções e atribuições dos atuais técnicos, porque não haviam concursos, nem contratações para tais e o hospital funcionava com o mesmo nível de complexidade! A maioria dos auxiliares se qualificou como técnicos! É necessário reparar uma injustiça e exploração desses profissionais, que já dura décadas!

Angel Amaral 02/07/2024
23

Deixar de reconhecer uma categoria e fazer com que esta permaneça em outra função é manter um equivoco trabalhista de longa data e que caracteriza desvio de função. É manter diferenças salariais para trabalhadores que já ganham pouco e que exercem a mesma função. Reconhecer isso é um reparo justo e histórico no MS.

ELIELSO DE SOUSA 06/06/2024
62

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 33 encontrados.

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  • Ponto positivo: Muito importante a aprovação desta PEC porque é uma demonstração de valorização para a categoria, que se dedica diariamente para levar mais conforto ao paciente.

    EDNALVA GOMES OLIVEIRA DA SILVA 19/01/2026
    1
  • Ponto positivo: Desempenham mesma função sendo que o cargo de auxiliar está se extinguindo e grande maioria tem o curso de Técnico de enfermagem.

    LEONARDO HUGO DA SILVA CASTANO 11/10/2024
    0
  • Ponto positivo: Ponto negativo; só para os profissionais do serviço federal?

    CLAUDIA SANTOS SILVA 28/08/2024
    0
  • Ponto negativo: Se continuar como está será uma injustiça

    LEONILDA DE MEIRA CAVALCANTE 08/08/2024
    0
  • Ponto positivo: Valorizar o profissional que presta um excelente serviço a população

    LEONILDA DE MEIRA CAVALCANTE 08/08/2024
    1
  • Ponto negativo: Nada a declarar que se digne negativo para esta DECISÃO.

    RICARDO SOUZA DE JESUS 05/07/2024
    4
  • Ponto positivo: Percebe se uma VALORIZAÇÃO e IGUALDADE por parte dos dignissimos GESTORES e POLÍTICOS para TODOS estes profissionais que tanto se EMPENHAM em o CUIDADO . Ricardo de JESUS/MISSIONÁRIO DA SAÚDE.

    RICARDO SOUZA DE JESUS 05/07/2024
    10
  • Ponto negativo: Que possam reparar essa injustiça que os auxiliares de enfermagem exercem mesma função dos técnicos de enfermagem.

    Maura Cristina Pereira Pinto de 03/07/2024
    7
  • Ponto negativo: PONTO NEGATIVO. Os auxiliares desempenham as mesmas funções e atribuições dos atuais técnicos, há várias décadas, porque não haviam concursos, nem contratações para tais e o hospital funcionava com o mesmo nível de complexidade! A maioria dos auxiliares se qualificou como graduação e pós-graduação, é necessário reparar uma injustiça e exploração desses profissionais. Poderia dar oportunidades de fazer o curso de téc. para quem ainda não tem, como foi feito aqui no Maranhão pela prefeitura.

    Maura Cristina Pereira Pinto de 03/07/2024
    9
  • Ponto positivo: Sou auxiliar de enfermagem e exerço a função de tecnico de enfermagem. Também acho justo a equiparação salarial..muitos auxiliares são qualificados. Eu por sou formada em enfermagem, tenho 4 pós graduação e estou terminando o Mestrado.Devemos valorizar e incentivar o profissional..

    Conceição Pereira Silva de Albuquerque 03/07/2024
    19
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.