Enquete do REQ 53/2024 CASP

Resultado

Resultado final desde 20/05/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 260 99%
Concordo na maior parte 1 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 3 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

É essencial recompor a força de trabalho da Receita Federal, para, além de evitar o colapso do órgão, viabilizar o projeto das Novas Rotas de Integração da América do Sul, que está avançado, dependendo da implantação da Receita Federal nessas localidades. É o ingresso dos aprovados no concurso vigente que vai possibilitar o funcionamento das Novas Rotas de Integração da América do Sul.

Caio Cesar Camara Soares 24/05/2024
49

Nenhum comentário negativo foi feito nessa enquete que não está mais vigente.

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 17 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: A recomposição da força de trabalho da Receita Federal é fundamental para aumentar a arrecadação e fiscalizar as fronteiras, combatendo os mais diversos crimes. Por mais que ferramentas de inteligência ajudem muito no ganho de eficiência em investigações referentes a sonegação fiscal, por exemplo, a presença física de agentes da Receita Federal fazendo abordagens e inspeções in loco é fundamental para uma atuação efetiva e tempestiva.

    Guilherme Cabral 24/05/2024
    4
  • Ponto positivo: Estamos há 10 anos sem concurso e precisamos recompor urgentemente o quadro de servidores da Receita Federal.

    Daniele 24/05/2024
    5
  • Ponto positivo: A Receita Federal do Brasil tem importância imensa na arrecadação de tributos, na proteção das fronteiras, na proteção do comércio interno e em diversas outras áreas. Atualmente, com o quadro de pessoal defasado, devido ao grande número de aposentadorias, somado aos vários anos sem concurso para recomposição dos quadros, está com sua capacidade de atuação ameaçada. É essencial que se convoque imediatamente todo o Cadastro de Reserva do concurso para AFRFB e ATRFB e que se faça novo concurso.

    Barbara 24/05/2024
    8
  • Ponto positivo: A Receita Federal, instituição fundamental na obtenção de receitas fiscais e na supervisão das operações aduaneiras, passou por uma lacuna de aproximadamente uma década sem realizar concursos públicos para reforçar seu corpo de funcionários. A instituição enfrenta hoje uma escassez de pessoal, com 65% dos cargos vagos, e mais de 1.400 Auditores e 800 Analistas elegíveis para aposentadoria. É necessária a agilidade do MGI na análise dos pedidos de convocação dos candidatos excedentes.

    Hulisses Fernandes 24/05/2024
    12
  • Ponto positivo: Recompor a força de trabalho da Receita Federal é fundamental para que o serviço continue a ser prestado com excelência. Na última década o quadro de servidores da RFB só diminuiu, quem perder com isso é a população, é o Brasil.

    RAFAEL RIBEIRO DA CRUZ 24/05/2024
    11
  • Ponto positivo: Recomposição do quadro de pessoal da Receita Federal é medida de extrema urgência. Ritmo acelerado de aposentadorias compromete atuação do órgão em temas críticos, como proteção das fronteiras, projeto das 5 rotas de integração, arcabouço fiscal e regulamentação da reforma tributária, dentre tantos outros. Há, inclusive, risco de deterioração da arrecadação federal e, consequentemente, elevado risco de impossibilidade de implementação de políticas públicas. Portanto, convocação imediata do CR!

    FABIANO ROMERO DE AZEVEDO 24/05/2024
    13
  • Ponto positivo: O número de aposentadorias na rfb apenas em 2023 e 2024 supera, e muito, o número de aprovados no último concurso. Imprescindível chamar todos os aprovados para recompor a força de trabalho da rfb!

    Otávio Carvalho 24/05/2024
    13
  • Ponto positivo: Já passam mais de dez anos sem realização de concurso público, a Receita Federal hoje atua com percentual altíssimo de cargos vagos, além de mais de centenas de Auditores e Analistas que encontram-se aptos a se aposentar. A admissão de jovens vai fortalecer o quadro existente e com isto a comunidades será atendida com mais agilidade. A situação é MUITO URGENTE!

    Josiane Melo 24/05/2024
    17
  • Ponto positivo: A receita presta um serviço primordial ao país e precisa de mais servidores para maior efetividade de suas ações.

    Kélly Assis 24/05/2024
    15
  • Ponto positivo: A Receita Federal, órgão crucial na arrecadação tributária e na fiscalização aduaneira, ficou cerca de 10 anos sem concurso público para recomposição do seu quadro de servidores. Necessita-se de celeridade para convocação do cadastro de reserva para amenizar tal situação. O momento é propício a isso: os excedentes já estão prontos para servir, além de termos em destaque na mídia nacional o Plano de Integração da América do Sul.

    Matheus Dalmedico Flores 24/05/2024
    17

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  2. PL 2564/2025

    Altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares e para dispor sobre a garantia à ampla defesa e ao contraditório.

  3. PL 1015/2026

    Extingue a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), criada com base na Lei nº 6.088, de 16 de julho de 1974, e dispõe sobre a transferência de suas atribuições ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

  4. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PEC 383/2017

    O governo terá que aplicar anualmente pelo menos 1% da receita corrente líquida (RCL) da União, prevista para o ano, no financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). É o que determina a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 383/17, do deputado Danilo Cabral (PSB-PE), em tramitação na Câmara dos Deputados. O Suas envolve um conjunto de programas do governo federal, realizado em parceria com estados e municípios, voltados para a proteção do indivíduo. Entre estes programas estão o de Atenção Integral à Família (Paif), o de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) e de Inclusão de Jovens (Projovem). O sistema também financia os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). Como a aplicação dos recursos se baseará na RCL prevista para o ano, a proposta do deputado Cabral determina que o governo fará os ajustes necessários (para cima ou para baixo) no ano seguinte com base na RCL efetivamente realizada. Por exemplo, se a receita realizada de um ano ficar 3% acima do esperado, no ano seguinte o valor equivalente a esse percentual será acrescido ao Suas. Além de definir os limites financeiros, a PEC 383/17 insere o Suas no texto constitucional – atualmente, o sistema está previsto apenas em lei (12.435/11). Cabral aproveita a mesma definição da norma, que estabelece que a gestão das ações de assistência social será feita pelo Suas, sob a forma de sistema descentralizado e participativo. Corte orçamentário O deputado destacou que o objetivo da proposta é garantir uma fonte constante de financiamento dos programas de assistência social do país, evitando o que aconteceu em 2017, quando a proposta orçamentária enviada pelo governo ao Congresso Nacional reduziu os recursos da área. “O corte radical sobre as receitas previstas para o funcionamento da rede que compõe o Suas despertou preocupação sobre a fragilidade do sistema”, disse Cabral. “Nesse sentido, faz-se necessário prever a existência do Suas no texto constitucional, assim como estabelecer na Carta Magna o montante de receitas disponíveis para o efetivo funcionamento do sistema.” Tramitação A PEC 383/17 será votada inicialmente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, que analisará a admissibilidade do texto. Se ele for aprovado, será criada uma comissão especial para analisar o teor da proposta. A votação final ocorrerá no Plenário da Câmara.