Enquete do PL 1455/2024

Resultado

Resultado parcial desde 25/04/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 18 4%
Concordo na maior parte 4 1%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 71 15%
Discordo totalmente 385 80%

O que foi dito

Pontos mais populares

Sou contra o PL 1455/2024 porque, embora se vista sob o manto do bem-estar animal, sua aplicação pode gerar burocracia desnecessária, concentração de mercado, aumento de custos e insegurança para trabalhadores e consumidores. Acredito que uma abordagem mais equilibrada deveria priorizar orientação, capacitação e responsabilidade, sem amarras legislativas que possam prejudicar justamente os pequenos empreendedores e os tutores de pets.

Hemanoelly Cristina Alves 13/08/2025
17

O brasil já esta cheio de problemas financeiros as mulheres já tem dificuldades de trabalhar direito ai vem um monte de homens que não sabe de nada animais são bem tratados minha esposa tem um banho e tosa com muito sufoco estamos legalizados entrando para o simples para pagar mais impostos ai vem umas pessoas sem noção impor mais coisas então e melhor fazer um lei para acabar com isso logo fecha tudo e que seus donos de pets façam os cuidados em casa sozinhos.

LUIZ CARLOS MARQUES PINTO 08/08/2025
65

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 46 encontrados.

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  • Ponto negativo: Tenho 25 anos na profissão tenho cursos no Brasil e fora do Brasil e não entendi o porquê do CRMV querer cuidar de banho e tosa . CRMV tem que fiscalizar Veterinario que cuida de animais doentes e nós só banho e tosa cuidamos de animais saudáveis. Sou da moda antiga que nunca vou trabalhar em um banho e tosa aonde tem atendimento veterinário, sou a favor de que os banhos e tosa sejam bem longe de clínicas veterinárias. Afinal cuidamos de animais saudáveis e Veterinario de animais doentes

    EDISON TADEU ADALA 28/08/2025
    0
  • Ponto positivo: A PL 14255/2024 não busca empregar veterinários em pet shops, mas proteger a saúde pública e o bem-estar animal. Muitos locais atuam sem fiscalização, usam equipamentos inadequados e atendem animais doentes ou sem vacinas, favorecendo doenças e maus-tratos. Embora gere impostos, é essencial compreender a importância da fiscalização e da presença do médico-veterinário, que responderá legalmente junto com o tosador pelo estabelecimento, garantindo segurança a animais, tutores e sociedade.

    LIVIA DIAS MACÊDO 21/08/2025
    0
  • Ponto negativo: Não trará nenhum benefício ou segurança, apenas irá gerar custos e muito desemprego!

    ARNOLDO CUNHA ROSENAU 20/08/2025
    1
  • Ponto negativo: colocar um órgão, como o CRMV - que não da conta das clinicas/veterinários para "cuidar" (arrecadar) de lojas/profissionais de banho e tosa... a auto regulamentação entre empresas e empregados, tem se mostrado muito mais pratica e saudável

    MIGUEL LOZZARDO JUNIOR 19/08/2025
    1
  • Ponto negativo: O PL 1455/2024 é desumano! Exigir curso aprovado pelo CFRMV ignora anos de estudo e experiência de quem já atua com responsabilidade. Câmeras? Muitos já têm, mas transmissão 24h é invasiva e irreal — nem creches infantis fazem isso! Veterinário 6h semanais? Nenhum salão de beleza/clínica de estética precisa de médico. Regulamentar é necessário, mas ouvir quem está na linha de frente é essencial para respeitar os profissionais e os animais.

    Laura 18/08/2025
    6
  • Ponto negativo: Retrocesso. O CRMV não tem relação com o mercado de banho e tosa. Seria como regulamentar imobiliárias pela OAB. A maioria dos pequenos e médios empreendedores teriam um gasto inviável e que ao final não ajudaria em NADA o consumidor final. Burocracia que não se reverte em benefício da sociedade.

    JONATHAN CLEBER OLIVEIRA BOSCO 15/08/2025
    4
  • Ponto negativo: É questão de bom senso, banho e tosa é centro estético não tem o porque um veterinário uma hora por dia dentro do banho e tosa isso só vai atrapalhar o crescimento dos Petshops !!, até porque se acontecer algo com os animais o veterinário já vai ter feito a hora de dentro do petshop !!, câmeras do pet se for para o tutor vê o animal no centro estético ele já tem acesso a grande maioria já tem câmeras, e todos os tosadores já tem cursos é só uma forma de arrecadar dinheiro de trabalhadores

    CAMILE SOARES DE OLIVEIRA 15/08/2025
    3
  • Ponto negativo: Não somos contra ter câmeras, a maioria já tem! O registro das imagens deve sim ser realizado, eu não abro mão disso nunca, mas de maneira que seja usado até mesmo em defesa do estabelecimento contra difamação. É uma segurança dobrada contra processos infundados. Além da maioria dos ambientes, terem profissionais mulheres trabalhando, as imagens podem ser usadas de forma indevida. Já é um ambiente de proteção dos pets e das profissionais. A maioria tem vidros que permitem ver o serviço prestado

    ANDRE LUIZ DE VASCONCELOS CORREIA 15/08/2025
    3
  • Ponto negativo: Essa PL não tem que ser aprovado, pois ela só vai prejudicar as pessoas que trabalham nessa profissão, e deixar muitos sem os seus empregos...

    RAIMUNDO LIMA DOS SANTOS 15/08/2025
    2
  • Ponto negativo: Mulheres empreendedoras vao ter dificuldade de pagar isso. Cameras on line tirar a privacidade das funcionários imagine a cena de algum funcionário coçando as partes intimas. Porque somente não gravar? Veterinário recebendo pra ficar o dia todo atoa. Oneração no valor dos serviços onde muitos donos ja nao conseguem dar qualidade de vida pros cães

    ADONIRAN THOMAZ 14/08/2025
    2
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  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1424/2026

    O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não podendo ter prescrição ou fiança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. "A proposta contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para a consolidação do entendimento já adotado pelos tribunais brasileiros", defende Tabata Amaral. Segundo o projeto, os atos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo instituições comunitárias e instalações religiosas. As manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica. A definição de antissemitismo vale tanto para expressões orais, por escrito, sob forma visual ou por meio de ações. A proposta define a discriminação antissemita como qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou grupo de pessoas que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos, em razão da sua condição de judia ou judeu, ou da sua relação com a comunidade judaica. Tabata Amaral nega que a proposta limite a liberdade de expressão. "Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados", defende. De acordo com o projeto, críticas a Israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. Políticas públicas A proposta determina a orientação de políticas públicas nacionais educativas, preventivas e de monitoramento por meio de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida. Entre esses exemplos estão: incitar, ajudar a cometer ou justificar violência, assassinato ou danos contra judeus em nome de ideologia radical, extremismo religioso ou argumentos desumanizantes; propagar alegações injuriosas, difamatórias ou caluniosas, desumanizantes ou estereotipadas sobre judeus; responsabilizar coletivamente os judeus, como povo, por atos reais ou imaginários; negar o fato histórico, a escala ou a intencionalidade do genocídio de judeus durante o Holocausto; sustentar que o Holocausto é invenção ou exagero; afirmar que cidadãos judeus seriam mais leais a Israel, ou a prioridades internacionais judaicas, do que à sua própria nação; negar o direito à autodeterminação do povo judeu, utilizar símbolos, imagens ou narrativas atreladas ao antissemitismo clássico; efetuar comparações entre as políticas israelenses e a dos nazistas; imputar aos judeus, de forma coletiva, responsabilidade por ações praticadas pelo Estado de Israel. Próximos passos O projeto foi apresentado pela autora com o apoio de outros 44 deputados, mas 9 deles pediram depois a retirada de suas assinaturas da proposta. O texto será distribuído para análise das comissões da Câmara. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. INC 515/2026

    Requer o envio de indicação à Ministra de Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) para que promova a convocação dos candidatos excedentes aprovados para o cargo de Auditor Fiscal do Trabalho (AFT) no Concurso Nacional Unificado 1 (CNP1), e também para convocação dos aprovados nos cargos de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD), e Analista Técnico de Desenvolvimento Socioeconômico (ATDS) no Concurso Público Unificado 2 (CNP2).

  5. PEC 383/2017

    O governo terá que aplicar anualmente pelo menos 1% da receita corrente líquida (RCL) da União, prevista para o ano, no financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). É o que determina a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 383/17, do deputado Danilo Cabral (PSB-PE), em tramitação na Câmara dos Deputados. O Suas envolve um conjunto de programas do governo federal, realizado em parceria com estados e municípios, voltados para a proteção do indivíduo. Entre estes programas estão o de Atenção Integral à Família (Paif), o de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) e de Inclusão de Jovens (Projovem). O sistema também financia os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). Como a aplicação dos recursos se baseará na RCL prevista para o ano, a proposta do deputado Cabral determina que o governo fará os ajustes necessários (para cima ou para baixo) no ano seguinte com base na RCL efetivamente realizada. Por exemplo, se a receita realizada de um ano ficar 3% acima do esperado, no ano seguinte o valor equivalente a esse percentual será acrescido ao Suas. Além de definir os limites financeiros, a PEC 383/17 insere o Suas no texto constitucional – atualmente, o sistema está previsto apenas em lei (12.435/11). Cabral aproveita a mesma definição da norma, que estabelece que a gestão das ações de assistência social será feita pelo Suas, sob a forma de sistema descentralizado e participativo. Corte orçamentário O deputado destacou que o objetivo da proposta é garantir uma fonte constante de financiamento dos programas de assistência social do país, evitando o que aconteceu em 2017, quando a proposta orçamentária enviada pelo governo ao Congresso Nacional reduziu os recursos da área. “O corte radical sobre as receitas previstas para o funcionamento da rede que compõe o Suas despertou preocupação sobre a fragilidade do sistema”, disse Cabral. “Nesse sentido, faz-se necessário prever a existência do Suas no texto constitucional, assim como estabelecer na Carta Magna o montante de receitas disponíveis para o efetivo funcionamento do sistema.” Tramitação A PEC 383/17 será votada inicialmente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, que analisará a admissibilidade do texto. Se ele for aprovado, será criada uma comissão especial para analisar o teor da proposta. A votação final ocorrerá no Plenário da Câmara.

  6. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.