Enquete do PLP 68/2024

Resultado

Resultado final desde 25/04/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 71 2%
Concordo na maior parte 61 1%
Estou indeciso 17 0%
Discordo na maior parte 172 4%
Discordo totalmente 4.188 93%

O que foi dito

Pontos mais populares

Pelas razões a seguir expostas, solicito seu apoio para o veto aos Projetos de Lei Complementar - PLP 68/2024 e 108/2024 na parte referente a bitributação dos Fundos de Pensão, que tramitam em regime de urgência nessa Câmara dos Deputados e que consideram as entidades fechadas de previdência complementar como entidades a serem tributadas. As entidades fechadas de previdência complementar têm finalidade eminentemente social. Suas reservas são constituídas por contribuições mensais trabalhador

FRANCISCO CARLOS CARDENAS 07/07/2024
80

Imposto sobre a venda de imoveis pelo IVA TUPINIQUM junto com o ITBI. Imposto IVA sobre de alugueis QUE ANTES NAO EXISTIA. Imposto sobre HOLDINGS ou EMPRESAS que cedem os imóveis para pessoas físicas, mesmo que não cobre alugueis. Neste caso será arbitrado um valor de aluguel ao preço de mercado. DEPUTADOS VOCES VAO CAUSAR UMA ACASTROFE NO BRASIL.

Thiago Biezus Gentile 05/05/2024
86

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 72 encontrados.

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  • Ponto negativo: A reforma tributária proposta aumenta os impostos para a população de baixa renda, mantendo benefícios para os mais ricos e os de altos salários. O Congresso tem sido pressionado por interesses políticos. O governo Lula repassou bilhões de reais em emendas parlamentares para garantir a aprovação do aumento de tributos, o que agrava a desigualdade e prejudica a justiça fiscal no país.

    ALDO DANTE MACHADO JUNIOR 18/12/2024
    2
  • Ponto negativo: Não adianta reformar alíquotas e mudar o nome dos impostos se o custo operacional do estado só cresce. No final só vamos pagar mais e mais impostos.

    MIGUEL NISCHOR NETO 18/12/2024
    3
  • Ponto negativo: Mudou todo a alteraçao feita no Senado em relaçao as PCDs e prejudicou a 95% das pessoas restringindo a compra apenas de veiculos adaptados externamente, diferentes aos vendidos ao publico em geral

    ANTONIO CARLOS CORREA PINTO 18/12/2024
    2
  • Ponto negativo: É sério isso? Q horror, isso vai - PIORAR A QUALIDADE DOS ALIMENTOS -PREJUDICAR OS AGRICULTORES FAMILIARES -PREJUDICAR COMUNIDADES INDIGENAS -BENEFICIAR O AGRONEGÓCIO Q É RESPONSÁVEL PELO DESMATAMENTO, QUEIMADAS E INFORMAÇÕES DO MEIO AMBIENTE. não.

    MARIA EDUARDA PEREIRA REIS 16/12/2024
    1
  • Ponto negativo: Sério que vocês querem reduzir imposto pra agrotóxicos? E aumentar impostos pra açaí, castanha, e prejudicar comunidades que ajudam na preservação? Vocês políticos realmente não se importam a gente, querem facilitar a entrada de veneno nos nossos alimentos e nós matar mais rápido.

    ANA CAROLINA SOUSA FERREIRA 11/12/2024
    2
  • Ponto negativo: Em relação ao Imposto Seletivo em veículos, se a instituição de um imposto é para um objetivo, que isso seja refletido diretamente sobre o IVA, dando descontos de acordo com tecnologia e impactos ambientais, ao invés de já criarmos burocracia acerca de um imposto que, primeiro, temos apenas malha rodoviária no país para transporte de pessoas, por que então pagar imposto se estamos apenas sujeitos à isso? O imposto é feito para "desestimular"? Que objetivo é esse?

    VITOR KIYOSHI HIRATSUKA 24/11/2024
    2
  • Ponto positivo: Reforma tributária está sendo preciso a muito, muito tempo. Não necessita dizer que é necessária, pegar um cupom fiscal e saber para onde está indo o dinheiro é essencial, mas concordo apenas com contribuição social, que sabe-se o destino.

    VITOR KIYOSHI HIRATSUKA 24/11/2024
    0
  • Ponto negativo: O Brasil tem a 6ª maior carga tributária do mundo e é o 84º em índice de desenvolvimento. Está óbvio que devemos usar melhor os impostos que já pagamos em vez de sermos obrigados a pagar mais impostos. Isso é um contra-incentivo ao desenvolvimento econômico e solcial do país, visto que países com índice de desenvolvimento muito maior que o nosso possuem cargas tributárias menores e sistema de tributação mais simples. Decisões como essa só aumentam o custo Brasil e afastam investidores.

    LUIS HENRIQUE DA HORA NASCIMENTO 19/11/2024
    2
  • Ponto negativo: Precisamos simplificar os impostos e chega de isenções para determinados setores da sociedade

    LUIS WILLIAN COSTA AUGUSTO 26/09/2024
    2
  • Ponto negativo: Autistas (não graves) podem evoluir/regredir para níveis graves e vice-versa. Se um autista moderado/grave consegue isenção na aquisição de automóvel zero, como prevê o art. 144 seção VIII, e depois o nível dele passa a ser "leve" ele vai ter que devolver o imposto que foi outrora isento? Não dá! Pesquisem, se informem sobre.

    JASON CESAR CRUVINEL 28/08/2024
    7

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2318/2026

    Altera a Lei nº 13.327, de 29 de julho de 2016, para dispor sobre o tratamento orçamentário dos honorários advocatícios de sucumbência.

  2. PL 2511/2023

    Dispõe sobre o salário profissional nacional dos Condutores de Ambulância.

  3. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 8107/2017

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 8107/17, do Poder Executivo, que desmembra 26,45% da área da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim para criação da Área de Proteção Ambiental (APA) do Jamanxim, ambas localizadas em Novo Progresso, no sudoeste do Pará. Em florestas nacionais, são permitidas apenas atividades de pesquisa e exploração sustentável, como as praticadas por comunidades tradicionais de ribeirinhos e extrativistas. Já áreas de proteção ambiental possuem regras de exploração menos rígidas, permitindo sua ocupação e exploração. Segundo o projeto, a área da floresta sairá dos atuais 1,32 milhão de hectares (pouco mais do dobro do tamanho do Distrito Federal) para 953 mil hectares. E a APA terá outros 349 mil hectares (26,45% da área original da Flona, pouco acima de duas vezes o município de São Paulo), dividida em quatro áreas diferentes. A proposta permite a desapropriação de todo imóvel rural privado na área da Flona do Jamanxim pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Ocupação da APA O morador que estiver na APA deve comprovar ocupação e exploração da área antes de 13 de fevereiro de 2006. O texto condiciona a propriedade do imóvel à ausência de desmatamento ilegal na área regularizada e preservação de pelo menos 80% da área como floresta – como previsto no Código Florestal (Lei 12.651/12). A floresta preservada na área da APA terá uso prioritário para manejo florestal sustentável. A área de proteção será administrada pelo ICMBio, que deverá adotar as medidas necessárias para sua conservação. De acordo com a exposição de motivos assinada pelo ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, a área da Flona do Jamanxim tem sido palco de conflitos fundiários e extração e garimpo ilegais, além de grilagem de terra. “A criação da APA busca proteger a diversidade biológica, disciplinar a ocupação da região e fomentar o manejo florestal sustentável e a conservação dos recursos hídricos”, afirma o ministro. Segundo Sarney Filho, um projeto de lei permitirá maior discussão do assunto, com a sociedade em geral e com a comunidade local, através de consultas públicas. APA menor O percentual de floresta transformado em APA é menor que o previsto na Medida Provisória 756/16, que foi vetada pelo presidente Michel Temer em 20 de junho, após críticas de organizações ambientais. O texto original da MP estabelecia que 41% da floresta viraria área de preservação, enquanto o texto alterado pelo Congresso transformava 37% da floresta em APA. Na mensagem de veto à MP, o governo argumentou que as alterações do Congresso na medida provisória poderiam comprometer e fragilizar a preservação ambiental da região. Tramitação O texto será analisado por uma comissão especial, antes de seguir para o Plenário. A proposta tramita em regime de urgência constitucional e, assim, poderá ir diretamente para o Plenário e lá ter o parecer da comissão especial analisado.