Enquete do PL 1181/2024

Resultado

Resultado final desde 10/04/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 788 99%
Concordo na maior parte 11 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 3 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

A regulamentação evita que essa grande categoria passe por outro período de desvalorização da sua mão de obra.

Sindicato dos trabalhadores de acesso por cordas e inspetores de END 24/07/2024
32

Precisamos ser valorizados, tem empresas que pagam abaixo do salário mínimo, sabemos que nosso trabalho é arriscado e difícil

João Batista 26/07/2024
4

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 18 encontrados.

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  • Ponto negativo: Esse trabalho traz muitas dores nas costas joelho dolorido braços cansados por isso que tem que ser na carteira de trabalho certinho só falta isso mas vai dar certo macha alpinista

    Waldenir Wilker 12/08/2024
    0
  • Ponto positivo: Vai nos ajudar muito quem faz oq gosta sempre que fazer nos que ama altura apaixonado pelo acesso não vamos desistir todos tipos de trabalho tem que ser na carteira vcs não acham não pode trabalhar sem ser na carteira é o certo vários anos nos nessa luta mas vai dá certo bora equipe do alpinista não vamos desistir

    Waldenir Wilker 12/08/2024
    0
  • Ponto positivo: Nossa profissão é muito importante para o país, ajudando no desenvolvimento da indústria do petróleo, gás e energias renováveis, fazemos manutenção e inspeção em locais de difícil acesso, com muita técnica e segurança. Porém sem a regulamentação as empresas aproveitaram para sucatear a profissão no país, hoje com 18 anos de profissão, tenho 3 hérnias na cervical, 3 no lombar, artrose nos 2 joelhos, doenças que essa profissão causa. A regulamentação será um passo importante para desenvolvimento

    igorkottvitz 30/07/2024
    0
  • Ponto negativo: Salário muito abaixo alto risco de vida na atividade pouca valorização na atividade

    Saionara Silva 27/07/2024
    0
  • Ponto positivo: Os trabalhadores de acesso por cordas precisam ser regularizados e receber um salário justo, a certificação de acesso por cordas é de valor alto, o risco da atividade é grande e o desgaste físico também é elevado, então tudo isso deve ser recompensado por um salário digno! Muitas empresas de aproveitam de não ter nenhuma regulamentação e estão praticando salários baixíssimos no mercado, principalmente no mercado offshore.

    Wellington Silva 26/07/2024
    3
  • Ponto negativo: Precisamos ser valorizados, tem empresas que pagam abaixo do salário mínimo, sabemos que nosso trabalho é arriscado e difícil

    João Batista 26/07/2024
    4
  • Ponto positivo: Ter melhor reconhecimento na profissão,e mas valor pelos riscos que enfrentamos

    Edilson Motta 25/07/2024
    8
  • Ponto positivo: Peço aqueles que realmente nos representa na câmara de Deputados tenham mais sensibilidade na hora de cada voto, pois a categoria dos escaladores das indústrias vem sofrendo há anos esperando por essa votação e aprovação dessa PL

    Marcos de Oliveira Silva 24/07/2024
    8
  • Ponto positivo: Maior reconhecimento e valorizaração da profissão!

    Leo Motta 24/07/2024
    10
  • Ponto positivo: Só assim vamos a classe de escalada sera reconhecida ..

    Guga Almeida 24/07/2024
    12

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  2. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

  6. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.