Enquete do PL 1094/2024

Resultado

Resultado final desde 04/04/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 150 14%
Concordo na maior parte 12 1%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 949 85%

O que foi dito

Pontos mais populares

Gente, a PL do 3stupr0 é a 1904. Essa aqui é a PL 1094, ela é sobre implementar uma “licença menstruação” para que quando alguém estiver sofrendo durante o período menstrual possa se ausentar do trabalho (ou outras atividades) amparado legalmente. Parece até que o número parecido foi proposital pra sabotar uma das poucas leis que facilitariam a vida das pessoas.

VIVIAN COSTA CHAVES PEREIRA 14/06/2024
3

Essa lei é nojenta, punir uma vítima mais do que o estuprador. Quem quer abortar já aborta, quem é rica faz com segurança, fora do país e pagando. Essa lei só prejudica mulheres pobres, perifericas, jovens e em sua maioria negras. Deveriam investir em projetos para educação sexual na escola, apoio e acompanhamento psicológico para pessoa de baixa renda, aumentar a punição pra pedófilos e estupradores. Criança não é mãe! Estuprador não é pai! E quem discorda disso não é favor da vida!

EMILY MARIA RESENDE DINIZ 13/06/2024
133

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 13 encontrados.

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  • Ponto positivo: Está PL é extremamente importante para as pessoas que menstruam, pois é inconcebível ter que se submeter ao âmbito laboral com dores, enjoos, tonturas, com fluxo intenso. Penso, que o número da PL foi escolhido de forma a prejudicar o discernimento das pessoas, pois é fácil de confundir com a PL do estuprador. Vamos nos atentar e lutar pelos nossos direitos, e não nos deixar enganar facilmente com essas artimanhas

    TAMIRES PACHECO BARBOSA 29/05/2025
    0
  • Ponto negativo: As pessoas estão votando neste projeto achando que é a PL do estuprador mas estão fazendo confusão, a PL que pune o aborto e poupa o estuprador é a 1904/2024 e não a 1094/2024. Leiam a descrição antes de votar: "Acrescenta dispositivo [...] para garantir licença às mulheres que comprovem sintomas graves associados ao fluxo menstrual". Não vejo pontos negativos neste PL.

    Edenilson Lisboa 17/06/2024
    2
  • Ponto positivo: As pessoas estão votando neste projeto achando que é a PL do estuprador mas estão fazendo confusão, a PL que pune o aborto e poupa o estuprador é a 1904/2024 e não a 1094/2024. Leiam a descrição antes de votar: "Acrescenta dispositivo [...] para garantir licença às mulheres que comprovem sintomas graves associados ao fluxo menstrual". Sou a favor deste projeto, a lei ainda destaca "que comprovem sintomas graves".

    Edenilson Lisboa 17/06/2024
    2
  • Ponto negativo: Essa lei é desprezível, muitos dos estupros são cometidos contra crianças, uma menina de 12 anos que foi abusada sexualmente vai ser obrigada a seguir com a gravidez? Ela pode morrer! O parto muitas vezes é brutal, além disso seria uma criança gerando outra criança! Além disso, é absurdo que a pena do monstro estuprador seja menor que a da vítima. Já é o cúmulo que esses monstros não peguem prisão perpétua!

    Gabriella Ramos da Silva 17/06/2024
    1
  • Ponto negativo: Em um país racista no Brasil aonde a maioria dos casos de estupro são de meninas de 8 à 12 anos de maioria negra, criminalizar o aborto nesses casos seria uma vergonha para nosso país.

    Gabriel SOUZA 15/06/2024
    0
  • Ponto negativo: É inconcebível uma lei em que a vítima de estupro que decide pelo aborto seja criminalizada com uma pena maior do que à de seu agressor , que foi quem ocasionou essa gestação de maneira violenta e agressiva .

    Gabriel SOUZA 15/06/2024
    1
  • Ponto positivo: Só é positivo para os estupradores, que se sentirão ainda mais no direito de estuprar, uma vez que punida mesmo será apenas a vítima.

    Giovanni Melo 15/06/2024
    1
  • Ponto negativo: Os únicos privilegiados desse PL são os estupradores, que serão incentivados pelo próprio estado a continuarem violando mulheres, sem nenhuma punição adequada. Por que não equiparar estupro a homicídio, uma vez que se mata a autoestima, a liberdade e o psicológico da vítima?

    Giovanni Melo 15/06/2024
    0
  • Ponto negativo: A Bancada Evangélica(Néo Pentencostal) quer impor , no futuro de forma violenta)aqueles que não comungam de sua religião e as suas crenças, a do Velho Testamento, enquanto engordam seu bolso e gastam fortunas nos shopings da Flórida. Desejo muita força ao Pastor Henrique Vieira, Pastor Ed Rene, Caio Fabio, Antonio Carlos Costa, Padre Julio, Samia, Freixo, Melquiona, Maria do Rosário e outros tantos

    ANTONIO CARLOS FERNANDES DELGADO 14/06/2024
    0
  • Ponto positivo: Gente, a PL do 3stupr0 é a 1904. Essa aqui é a PL 1094, ela é sobre implementar uma “licença menstruação” para que quando alguém estiver sofrendo durante o período menstrual possa se ausentar do trabalho (ou outras atividades) amparado legalmente. Parece até que o número parecido foi proposital pra sabotar uma das poucas leis que facilitariam a vida das pessoas.

    VIVIAN COSTA CHAVES PEREIRA 14/06/2024
    3

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei