Enquete do PLP 40/2024

Resultado

Resultado final desde 27/03/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 7 2%
Concordo na maior parte 1 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 24 6%
Discordo totalmente 384 92%

O que foi dito

Pontos mais populares

Lado bom é que vou investir comprando mais ações de bancos já que agora teriam menor taxa de inadimplência, pois teriam autonomia para meter a mão na contas dos BR, Brasil indo na mesma direçao de cuba, uma lástima! Fazueli né :,D

As Aventuras de Deivid e Bruna 09/05/2024
16

O projeto simplesmente permite que os bancos ROUBEM O SEU DINHEIRO!

VITOR OLIVEIRA DE SOUSA 09/05/2024
90

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 42 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: Projeto fere de morte a constituição do federal se ainda existe no Brasil, e as leis ordinárias( código defesa consumidor e código civil).

    Antonio Rodrigues 10/05/2024
    7
  • Ponto negativo: Favorecerá o superendividamento dos trabalhadores celetistas, assim como ocorreu com os servidores públicos, além de comprometer o FGTS (que será tomado como garantia para o pagamento da dívida) pois obrigará os trabalhadores, do setor público e privado, a aceitarem a cobrança de dívidas entre bancos para terem/manterem contas abertas nas instituições financeiras, e poderem ter acesso a essas linhas de crédito, ou seja, os trabalhadores não terão escolha, além de serem importunados todo dia.

    Odirley Santos 10/05/2024
    7
  • Ponto positivo: Não há pontos positivos!!!!!!

    Odirley Santos 10/05/2024
    3
  • Ponto negativo: Só há pontos negativos. Trata-se de permitir aos bancos o achaque (Meio de que alguém se utiliza para extorquir dinheiro a outrem mediante ardil, afirmação mentirosa etc.) aos bolsos dos brasileiros. Deputado Hugo Motta (REPUBLIC-PB), QUE VERGONHA!!! o POVO DE BEM NÃO IRÁ ESQUECER. O PRINT É ETERNO!!!

    LUIZ ROBERTO MOURA 10/05/2024
    8
  • Ponto positivo: Não há pontos positivos. Só o achaque dos bancos (Meio de que alguém se utiliza para extorquir dinheiro a outrem mediante ardil, afirmação mentirosa etc.) aos bolsos dos brasileiros. Deputado Hugo Motta (REPUBLIC-PB), QUE VERGONHA!!! o POVO DE BEM NÃO IRÁ ESQUECER. O PRINT É ETERNO!!!

    LUIZ ROBERTO MOURA 10/05/2024
    4
  • Ponto positivo: Não vejo ponto positivo. Os bancos não favorece ninguém quando envolve dinheiro. Só não pegam sua alma por que está preso ao corpo. São sanguinários que fizam somente dinheiro. Favorecer um instituição que lucra bilhões, senão trilhões anualmente, deixando o povo mais pobre, é dar armas para o inimigo.

    EDSON FRANKLIN DE OLIVEIRA 10/05/2024
    7
  • Ponto positivo: Este tipo de iniciativa legislativa é excelente para expor à toda população deste pais a desqualificação desses que receberam votos para supostamente nos representarem. A quem este paralamentar está representando? O interesse da população que já está endividada ou aos players do sistema financeiro (bancos, financeiras)? O legislativo brasileiro, com raríssimas exceções, representa de maneira exemplar os interesses institucionais e seus próprios interesses. Não o interesse do povo.

    Marco Esteves 10/05/2024
    6
  • Ponto negativo: Isto é a instituição da expropriação financeira patrocinado por um Estado policialesco. Porque deixaram as grandes empresas de fora? Certamente para não terem um passivo judicial. Estas são as maiores devedoras mas tem sempre os grandes advogados que militam no STF. O tempo todo vemos o governo dizendo "temos que aumentar a base de crédito..." e quando isso acontece o resultado é: "PESSOAS E EMPRESAS ENDIVIDADAS". Ai instituem a EXPROPRIAÇÃO AUTOMÁTICA REVESTIDA DE BENEFÍCIOS.CRETINISSE PURA!

    Marco Esteves 10/05/2024
    3
  • Ponto negativo: Banco não pode ter autonomia para retirar dinheiro do correntista, a título de cobrança de dívidas. Um absurdo essa liberdade q estão querendo conceder… Dívidas, muitas delas, são decididas na justiça. Então, sou contra mais essa injustiça.

    Antonio Sergio Martins 10/05/2024
    5
  • Ponto negativo: Absurdo, imoral, autoritario, um proposta que mais é um excarnio para os brasileiros que tanto sofrem, e ainda mais poder ter sua dignidade roubada de forma unilateral pelo o autor desse projeto. incetivem projetos voltadas para educação financeira, geração de emprego e renda , educação. a sociedade brasileira esta revoltada com a possivel ideia desse projeto passar

    Rodrigo Lima 10/05/2024
    9

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  2. PL 2564/2025

    Altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares e para dispor sobre a garantia à ampla defesa e ao contraditório.

  3. PL 1015/2026

    Extingue a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), criada com base na Lei nº 6.088, de 16 de julho de 1974, e dispõe sobre a transferência de suas atribuições ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

  4. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PEC 383/2017

    O governo terá que aplicar anualmente pelo menos 1% da receita corrente líquida (RCL) da União, prevista para o ano, no financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). É o que determina a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 383/17, do deputado Danilo Cabral (PSB-PE), em tramitação na Câmara dos Deputados. O Suas envolve um conjunto de programas do governo federal, realizado em parceria com estados e municípios, voltados para a proteção do indivíduo. Entre estes programas estão o de Atenção Integral à Família (Paif), o de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) e de Inclusão de Jovens (Projovem). O sistema também financia os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). Como a aplicação dos recursos se baseará na RCL prevista para o ano, a proposta do deputado Cabral determina que o governo fará os ajustes necessários (para cima ou para baixo) no ano seguinte com base na RCL efetivamente realizada. Por exemplo, se a receita realizada de um ano ficar 3% acima do esperado, no ano seguinte o valor equivalente a esse percentual será acrescido ao Suas. Além de definir os limites financeiros, a PEC 383/17 insere o Suas no texto constitucional – atualmente, o sistema está previsto apenas em lei (12.435/11). Cabral aproveita a mesma definição da norma, que estabelece que a gestão das ações de assistência social será feita pelo Suas, sob a forma de sistema descentralizado e participativo. Corte orçamentário O deputado destacou que o objetivo da proposta é garantir uma fonte constante de financiamento dos programas de assistência social do país, evitando o que aconteceu em 2017, quando a proposta orçamentária enviada pelo governo ao Congresso Nacional reduziu os recursos da área. “O corte radical sobre as receitas previstas para o funcionamento da rede que compõe o Suas despertou preocupação sobre a fragilidade do sistema”, disse Cabral. “Nesse sentido, faz-se necessário prever a existência do Suas no texto constitucional, assim como estabelecer na Carta Magna o montante de receitas disponíveis para o efetivo funcionamento do sistema.” Tramitação A PEC 383/17 será votada inicialmente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, que analisará a admissibilidade do texto. Se ele for aprovado, será criada uma comissão especial para analisar o teor da proposta. A votação final ocorrerá no Plenário da Câmara.