Enquete do PL 1004/2024

Resultado

Resultado parcial desde 27/03/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 7 14%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 2%
Discordo totalmente 42 84%

O que foi dito

Pontos mais populares

Seja a primeira pessoa a comentar positivamente depois de votar na enquete usando o botão no final da página.

As pessoas tem que entender que, se for pensar nos jogos desta forma, filmes, séries e novelas devem ser proibidos, já que o alcance é bem maior do que a de um jogo. Devo começar pela globo e suas novelas? Ou filmes que mostram que estudar não é bom mas sim virar um Youtuber? O jogo só mostra o que houve num passado não muito distante, como por exemplo, história, não falaremos da história de um povo que foi massacrado por racismo e escravidão? Não preciso dizer mais nada sobre essa lei inútil.

ITAY JESUS DE SENA FILHO 26/08/2024
9

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 6 de 6 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: O Ponto negativo é que não tem um ponto positivo, essa lei é justamente feita para censura... PL para bloquear tigrinho do brasil? não, vamos criar uma lei que pode ser usada para banir diversos jogos existentes, principalmente games como GTA 5/ GTA SA por causa desse trecho: "a violência contra criança, adolescente, mulher, pessoa idosa ou pessoa com deficiência." Jogos no geral não são feitos para te deixar violento, e sim lhe entrenter, é uma forma de entretenimento.

    YAN DOUGLAS ALVES COUTINHO 30/09/2024
    2
  • Ponto negativo: Já existe classificação etária justamente para que o conteúdo seja destinado ao público específico. Esse projeto é mais uma censura travestida de "preocupação". Censurar a mídia videogame é um desejo antigo dos políticos que criminalizam expressões e pensamentos diversos e contrários enquanto afrouxam as leis para crimes graves com impacto real e imediato na sociedade. Só mais uma bola fora, entre tantas, da política brasileira.

    RODRIGO DOS SANTOS AREIAS 05/09/2024
    2
  • Ponto negativo: Se for fazer lei para jogo (videogame), que seja feita para filmes, séries, músicas, clipes e vídeos de Youtube. O tanto de crianças que não querem mais estudar pq querem ser "youtuber" ou famoso em rede social é assustador! Pq será que tem tanta dificuldade em adolescentes permanecerem na escola? A evasão escolar nunca foi tão alta! Sei que o governo(políticos) prefere cidadãos + burros possível para permanecerem no poder; talvez por isso o incentivo a educação tem sido muito menor que lazer!

    Josaphat Valderrama 04/09/2024
    2
  • Ponto negativo: Assim como outras formas de expressão artística, os jogos eletrônicos se utilizam de todo tipo de elementos narrativos (como a violência) para instigar discussões sociais importantes. É difícil imaginar o filme "A Paixão de Cristo" sem mostrar o sofrimento do messias, ou "12 Anos de Escravidão" sem retratar a corvardia do racismo e segregação étnica. Porque privar os meios digitais de fazerem o mesmo? Desenvolvedores brasileiros precisam de incentivos, e não de mais impedimentos para trabalhar.

    VITOR GABRIEL PIRES DE SOUZA 03/09/2024
    2
  • Ponto negativo: Esse projeto é ridículo, o Congresso só mexe onde não se deve ou não tem necessidade, depois o STF age e ficam reclamando, lógico, além de não terem conhecimento sobre os jogos eletrônicos, tem uma visão completamente marginalizada. Se for ver por esse olhar, então todas as obras audiovisuais também terão de ser criminalizadas, já que mostram as mesmas coisas e tem um alcance maior, e não influencia comportamento e isso já foi comprovado várias vezes. O Congresso tem que agir em coisas úteis.

    BRUNO FERREIRA DA SILVA 28/08/2024
    4
  • Ponto negativo: As pessoas tem que entender que, se for pensar nos jogos desta forma, filmes, séries e novelas devem ser proibidos, já que o alcance é bem maior do que a de um jogo. Devo começar pela globo e suas novelas? Ou filmes que mostram que estudar não é bom mas sim virar um Youtuber? O jogo só mostra o que houve num passado não muito distante, como por exemplo, história, não falaremos da história de um povo que foi massacrado por racismo e escravidão? Não preciso dizer mais nada sobre essa lei inútil.

    ITAY JESUS DE SENA FILHO 26/08/2024
    9
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2648/2026

    O Projeto de Lei 2648/26, em análise na Câmara dos Deputados, proíbe a criação, a manutenção e o funcionamento de zoológicos destinados à exibição pública de animais silvestres ou exóticos no Brasil. Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados. A proibição se aplica também a aquários, ecoparques, safáris e quaisquer empreendimentos similares. Durante os dois anos de transição, fica proibida a concessão de novas licenças, a expansão das atividades ou o ingresso de novos animais nesses locais. Autoras do projeto de lei, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE) e a então deputada Heloísa Helena (RJ) dizem que a manutenção de espécies para exibição é incompatível com os avanços do bem-estar animal. “A proposta enfrenta, com coragem ética e rigor científico, a realidade de sofrimento animal institucionalizado”, afirmam. Destino dos animais Os zoológicos deverão executar plano para transferir as espécies de forma progressiva e segura. O destino definitivo serão os Centros de Reabilitação da Fauna (CRF) ou santuários da vida animal autorizados pelos órgãos ambientais. A prioridade nos centros será a proteção, a reabilitação e a eventual reintrodução dos animais na natureza. Ficarão proibidas atividades de caráter comercial, recreativo ou de entretenimento que envolvam a exposição pública da fauna. A visitação nos centros e santuários será restrita. O acesso será limitado a pesquisadores, profissionais e estudantes, além de atividades educativas monitoradas que não causem estresse ou prejuízo ao bem-estar dos animais. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PLP 439/2017

    Altera a Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, para disciplinar o processo de equacionamento de planos de previdência complementar deficitários, e dá outras providências.

  4. PL 2332/2022

    Altera a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 (Estatuto do Servidor Público Federal), para permitir que servidor público possa ser microempreendedor individual (MEI).

  5. PL 4806/2025

    Altera a Lei n° 8.745, de 9 de dezembro de 1993, para dispor sobre o prazo máximo de contratação temporária para realização de recenseamentos e outras pesquisas de natureza estatística efetuadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

  6. PL 3015/2025

    O Projeto de Lei 3015/25 garante que as cláusulas de convenções e acordos coletivos de trabalho continuem sendo incorporadas aos contratos individuais até que sejam modificadas ou suprimidas por nova negociação ou decisão da Justiça. A proposta da deputada Erika Kokay (PT-DF) altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e está em análise na Câmara dos Deputados. O objetivo do projeto é resgatar a chamada ultratividade das normas coletivas. Essa prática permitia a manutenção dos direitos previstos em convenções e acordos coletivos, mesmo após o fim da vigência desses documentos, se um novo acordo ainda não tivesse sido firmado. Essa possibilidade foi vedada pela reforma trabalhista de 2017 (Lei 13.467/17). A proposta mantém o limite máximo de dois anos para a duração de convenções e acordos coletivos. O projeto, no entanto, assegura que as regras estabelecidas continuam válidas após esse período, se não houver um novo entendimento entre as partes. Fragilidade Erika Kokay argumenta que a proibição da ultratividade fragilizou a proteção ao trabalhador. “Ao impedir a permanência dos efeitos das cláusulas após o término do prazo, mesmo quando há recusa patronal em negociar, o ordenamento jurídico enfraquece a função protetiva do Direito do Trabalho”, afirma. Ainda de acordo com a parlamentar, a medida busca garantir maior equilíbrio nas relações coletivas e promover a segurança jurídica. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei