Enquete da PEC 72/2023 (Fase 1 - CD)

Resultado

Resultado final desde 21/03/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 110 86%
Concordo na maior parte 2 2%
Estou indeciso 2 2%
Discordo na maior parte 2 2%
Discordo totalmente 10 8%

O que foi dito

Pontos mais populares

A PEC de relatoria do Senador Cleitinho uniformiza a cobrança de IPVA em todo território nacional. Minas Gerais por exemplo cobra 4% sob o valor do veículo de IPVA,. Proprietários de veículos antigos em Minas Gerais pagam IPVA por muito mais tempo do que proprietários de veículos em outros Estados do Brasil. Uniformizar a cobrança para veículos com até 20 anos de fabricação é um avanço na legislação tributária e desonera alguns milhões de Brasileiros, da cobrança do imposto.

GUSTAVO CAMARGOS DOS SANTOS 14/06/2024
21

Isentar carros com 20 anos de idade/fabricação Não faz sentido. Estaremos falando de carros super velhos, em péssimo estado de conservação, em péssimas condições de uso. Em média, o brasileiro roda 15mil km no ano com um carro. Em 240 meses, que equivaleria a 20 anos, estaremos isentando carros com 3 MILHÕES e 600MIL KMs rodados. Há brasileiro que roda muito mais que 15mil kms. Ou a PEC diminui para 10 ANOS ou ALTERE as alíquotas no Senado Federal, como dispõe o inc. I, §6, art. 155, CF/88.

MATEUS EMANOEL MENDES DE JESUS 07/01/2025
2

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 9 de 9 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Colocar em igualdadade todos os estados brasileiros. Por que MG, um dos estados mais ricos do país ainda cobra IPVA (que nem era pra cobrar imposto de algo que o Estado não nos deu) de carros antigos? RN que é pobre, não cobra IPVA de carros já com 10 anos de fabricação. SP, a maior frota do país, não cobra por veículos com 20 anos. Só MG que gosta de sugar seu povo. Sou a favor de acabar com IPVA, mas se essa joça passar, já é uma vitória dos mineiros. Não muda nada para os outros estados.

    MIQUELANGELO ALMEIDA DE OLIVEIRA 08/11/2025
    1
  • Ponto positivo: A proposta visa uniformizar e distribuir a gratuidade a todos os brasileiros e auxilia na preservação do histórico cultural do país. Minha sugestão é incluir uma contrapartida para o proprietário no qual o ''obriga'' em manter o estado de conservação, segurança e originalidade evitando-se assim ''ferro velho ambulante''

    JULES CESAR SOTTO 24/07/2025
    0
  • Ponto positivo: Essa isenção é um avanço, mas é preciso acabar com este imposto, o brasileiro tem uma das maiores carga tributária o que trava nosso crescimento.

    JESSE SOUZA MOURA JUNIOR 14/04/2025
    3
  • Ponto positivo: Excelente matéria, muito importante uniformizar a isenção e corrigir distorções entre Estados, especialmente isentando pessoas mais pobres, que não tem condições de comprar um carro mais novo. O governo já terá arrecadado muito com esses carros, 20 anos de pagamento é praticamente o valor do carro. O cidadão tem um carro mas paga 3, sendo um pra concessionária, um pro banco e um pro governo. Já tá bom né?! Não faz sentido cobrar ad eternum.

    SYLMAR MALDONADO FERREIRA DA ROCHA 02/04/2025
    2
  • Ponto negativo: Isentar carros com 20 anos de idade/fabricação Não faz sentido. Estaremos falando de carros super velhos, em péssimo estado de conservação, em péssimas condições de uso. Em média, o brasileiro roda 15mil km no ano com um carro. Em 240 meses, que equivaleria a 20 anos, estaremos isentando carros com 3 MILHÕES e 600MIL KMs rodados. Há brasileiro que roda muito mais que 15mil kms. Ou a PEC diminui para 10 ANOS ou ALTERE as alíquotas no Senado Federal, como dispõe o inc. I, §6, art. 155, CF/88.

    MATEUS EMANOEL MENDES DE JESUS 07/01/2025
    2
  • Ponto positivo: A isenção de IPVA nestas condições beneficia pessoas mais pobres, que não tem condições de comprar um veículo mais novo, e ao mesmo tempo necessitam do mesmo para se locomover e trabalhar, para buscar o sustento para a família. A aprovação também corrige uma diferença de legislação entre estados, que adotam idades diferentes para isenção, ou até mesmo não permitem isenção, como Minas Gerais e Pernambuco, permitindo uma uniformização da cobrança e corrigindo injustiças.

    Marcelo Alves 09/09/2024
    5
  • Ponto positivo: Pessoal tenho um carro de 30 anos ainda pago IPVA, PRA MIM SERIA DE GRANDE AJUDA Ser USENTADA POIS NÃO TENHO CONDIÇÕES DE COMORAR UM MAIS NOVO

    ELIANA MEIRA PEREIRA 08/09/2024
    7
  • Ponto positivo: A PEC de relatoria do Senador Cleitinho uniformiza a cobrança de IPVA em todo território nacional. Minas Gerais por exemplo cobra 4% sob o valor do veículo de IPVA,. Proprietários de veículos antigos em Minas Gerais pagam IPVA por muito mais tempo do que proprietários de veículos em outros Estados do Brasil. Uniformizar a cobrança para veículos com até 20 anos de fabricação é um avanço na legislação tributária e desonera alguns milhões de Brasileiros, da cobrança do imposto.

    GUSTAVO CAMARGOS DOS SANTOS 14/06/2024
    21
  • Ponto positivo: não existe ponto positivo quando uma categoria é isenta e a outra categoria paga toda a conta

    Regina Celis Barboza 13/06/2024
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  2. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  3. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  6. PL 1424/2026

    O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não podendo ter prescrição ou fiança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. "A proposta contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para a consolidação do entendimento já adotado pelos tribunais brasileiros", defende Tabata Amaral. Segundo o projeto, os atos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo instituições comunitárias e instalações religiosas. As manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica. A definição de antissemitismo vale tanto para expressões orais, por escrito, sob forma visual ou por meio de ações. A proposta define a discriminação antissemita como qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou grupo de pessoas que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos, em razão da sua condição de judia ou judeu, ou da sua relação com a comunidade judaica. Tabata Amaral nega que a proposta limite a liberdade de expressão. "Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados", defende. De acordo com o projeto, críticas a Israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. Políticas públicas A proposta determina a orientação de políticas públicas nacionais educativas, preventivas e de monitoramento por meio de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida. Entre esses exemplos estão: incitar, ajudar a cometer ou justificar violência, assassinato ou danos contra judeus em nome de ideologia radical, extremismo religioso ou argumentos desumanizantes; propagar alegações injuriosas, difamatórias ou caluniosas, desumanizantes ou estereotipadas sobre judeus; responsabilizar coletivamente os judeus, como povo, por atos reais ou imaginários; negar o fato histórico, a escala ou a intencionalidade do genocídio de judeus durante o Holocausto; sustentar que o Holocausto é invenção ou exagero; afirmar que cidadãos judeus seriam mais leais a Israel, ou a prioridades internacionais judaicas, do que à sua própria nação; negar o direito à autodeterminação do povo judeu, utilizar símbolos, imagens ou narrativas atreladas ao antissemitismo clássico; efetuar comparações entre as políticas israelenses e a dos nazistas; imputar aos judeus, de forma coletiva, responsabilidade por ações praticadas pelo Estado de Israel. Próximos passos O projeto foi apresentado pela autora com o apoio de outros 44 deputados, mas 9 deles pediram depois a retirada de suas assinaturas da proposta. O texto será distribuído para análise das comissões da Câmara. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei