Enquete do PL 926/2024

Resultado

Resultado parcial desde 21/03/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 268 96%
Concordo na maior parte 7 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 5 2%

O que foi dito

Pontos mais populares

A PL irá nos ajudar a regulamentar a nossa profissão.

DANIELY ALVES DA GUIA JAQUES 25/03/2024
19

Com a devida vênia, o texto redigido pelo sr. parlamentar carece de detalhes mais específicos ao referido profissional técnico, talvez por desconhecer, in loco, o trabalho desenvolvido por eles, não somente em drogarias, mas em farmácias de manipulação, hospitais, postos de saúde, indústrias, etc. Na fala do autor, "não dispensar medicamentos sujeitos a controle especial" vai à contramão de uma devida e correta regularização do cargo. O texto não merece prosperar. É como voto. Idem PL 114/2024

Diogo Gomes 02/05/2024
1

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 27 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Um ótimo projeto está na hora de regulamenta a profissão de técnico em farmácia e colocar um piso digno e estabelece esse profissional no mercado de trabalho e na saúde pública.

    IVAN DOS SANTOS 06/01/2025
    1
  • Ponto positivo: Regulamenta a profissão, em especial impedindo a atuação sem devida supervisão de farmaceutico, e outras limitações legais a profissão necessárias para segurança do paciente e do técnico, enquanto protege os profissionais que atuam na base da saúde pública brasileira, acho boa, mas falta um piso como o dos tec. de enfermagem, que é uma % do dos enfermeiros (70%) oq valoriza ambas as profissões, superior e técnica, e garante remuneração mais digna a ambas!

    LEONIE CASTANHA SILVA SANTOS 06/12/2024
    1
  • Ponto positivo: Sem a devida regulamentação vão ser milhares de família afetada diretamente. Tratando-se de uma profissão da saúde tão importante para as cuidados contínuos dos pacientes.

    ALESSANDRO CEZAR TOMAZ DOS SANTOS 02/10/2024
    3
  • Ponto positivo: É preciso seleridade na regulamentação da profissão de técnico em farmácia para proteger seus direitos, conforme os princípios constituicionais e definir suas atribuições de trabalho.

    ANA CAROLINA FRANCO 02/10/2024
    3
  • Ponto positivo: O regulamentação da profissão Técnico em farmácia é de extrema importância pra Saúde pública no Brasil, tendo em vista o reconhecimento destes perante o Conselho Federal de Farmácia, delimitação de funções, atribuições, dentre direitos e deveres , etc.

    NAYANA DA ROCHA OLIVEIRA 27/07/2024
    2
  • Ponto positivo: A falta de regulamentação da profissão de técnico em farmácia no Brasil tem levado à vulnerabilidade desses profissionais, que enfrentam pressões para renunciar a empregos por possuir mais de um vínculo público. A ausência de legislação específica compromete seus direitos trabalhistas e a qualidade dos serviços de saúde, conflitando com os princípios constitucionais de proteção ao trabalho digno.

    Brenno David 23/07/2024
    1
  • Ponto positivo: A falta de regulamentação da profissão de técnico em farmácia no Brasil tem levado à vulnerabilidade e pressões para renunciar a empregos por possuir mais de um vínculo público. A ausência de legislação específica compromete seus direitos trabalhistas e a qualidade dos serviços de saúde, conflitando com os princípios constitucionais de proteção ao trabalho digno.

    Elaine Cristina RodriguesLiberal 23/07/2024
    1
  • Ponto positivo: É preciso seleridade na regulamentação da profissão de técnico em farmácia para proteger seus direitos, conforme os princípios constituicionais e definir suas atribuições de trabalho.

    LARISSA GOULART CORTEZ 22/07/2024
    2
  • Ponto positivo: regulamentação da profissão de técnico em farmácia é um tema crucial que afeta diretamente milhares de profissionais em todo o país. Recentemente, muitos desses técnicos têm enfrentado desafios significativos devido a políticas restritivas impostas por entidades como a Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares). A situação se agrava pelo fato de que esses profissionais estão sendo pressionados a pedir demissão quando possuem mais de um vínculo público. Adriana Barreto 22/07/2024

    adrianabarreto barreto 22/07/2024
    2
  • Ponto positivo: A falta de regulamentação da profissão de técnico em farmácia no Brasil tem levado à vulnerabilidade desses profissionais, que enfrentam pressões para renunciar a empregos por possuir mais de um vínculo público. A ausência de legislação específica compromete seus direitos trabalhistas e a qualidade dos serviços de saúde, conflitando com os princípios constitucionais de proteção ao trabalho digno.

    joão soares 22/07/2024
    2
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PRL 1 CFT => PL 581/2019

    Parecer da Relatora, Dep. Laura Carneiro (PSD-RJ), pela compatibilidade e adequação financeira e orçamentária do Projeto de Lei nº 581, de 2019; e, no mérito, pela aprovação.

  3. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  4. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 614/2026

    Autoriza o Poder Executivo a promover transferência, movimentação, realocação, incorporação e manutenção do vínculo empregatício com a União dos empregados públicos da Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU e empregados das empresas públicas do setor metroferroviário federal desestatizadas pelo Programa Nacional de Desestatização para entidades da Administração Pública direta ou indireta.

  6. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei