Enquete do PL 892/2024

Resultado

Resultado parcial desde 20/03/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 80 99%
Concordo na maior parte 1 1%
Estou indeciso 0 0%
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Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Os gastos com pessoas com TEA são absurdos, considerando o tratamento multidisciplinar exigido (Psicólogo, Psicopedagogia, Terapia Ocupacional, Fonoaudiólogo, dentre outros), pouco importando o nível do autismo. Ademais, ao entrar na fase escolar, é outro desafio financeiro paralelo aos gastos com saúde. Em alguns casos, ainda se deve preocupar com alimentação adequada. Portanto, o PL é muito justo, e reduziria a carga tributária de quem realmente precisa, fortalecendo a igualdade material.

Bruno Batista 14/05/2024
11

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Exibindo resultados 1 a 7 de 7 encontrados.

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  • Ponto positivo: Positivo se houver isonomia para todas as pessoas com deficiência.

    DENISE MARTINS FERREIRA 27/09/2025
    0
  • Ponto positivo: Com certeza seria uma excelente ajuda aos pais de crianças portadoras do TEA. Deus me concedeu esse privilégio por duas vezes...No Brasil, é uma luta penosa pra nós, pois quando buscamos atendimento público para os nossos pequenos, tanto na saúde, como na educação, quase não temos, o acompanhamento, necessário, quase todo temos que arcar com recursos próprios. Quando conseguimos um procedimento pelo sus, geralmente esperamos até 1 ano. Brasilia-DF

    ELY BATISTA 06/02/2025
    0
  • Ponto positivo: Nada mais justo que familiares que possuem autistas, ser isentos do imposto de renda pois os gastos com terapias são caros, difíceis de conseguir pela rede pública de saúde e são indispensáveis para que consigam melhorar seu desenvolvimento. Há gastos com medicação, transporte e não são todos que conseguem ser beneficiados com o BPC onerando ainda mais o orçamento familiar. Espero que olhem com carinho essa proposta e aprovem para que famílias tenha esse benefício.

    MARINALVA COELHO DURAES 22/10/2024
    0
  • Ponto positivo: A isenção de imposto de renda para pessoas com autismo e seus responsáveis é uma medida de justiça social que visa reduzir o impacto dos elevados custos de tratamento e das dificuldades de inserção no mercado de trabalho. Além disso, reconhece o sacrifício dos cuidadores que precisam dedicar tempo integral ao cuidado. A medida promove inclusão social e reconhece o autismo como uma deficiência, garantindo maior estabilidade financeira e qualidade de vida às famílias.

    JEFFERSON ASTUTI MAGALHAES DE BARROS 14/10/2024
    0
  • Ponto positivo: Autistas tem um gasto muito grande com tratamentos é fonoaudiologia, terapia comportamental, neurologista, psiquiatra, terapeuta ocupacional e medicamentos de uso continuo de alto custo que na sua maioria o sus não cobre esse desconto vem dá um alivio ás familias e ao proprio autista que quando adulto precisa manter o tratamento para o resto da vida.

    TERENCIO REBELLO DE AGUIAR JUNIOR 01/10/2024
    0
  • Ponto positivo: É inegável que a isenção de impostos para familiares que cuidam seus filhos/filhas com TEA representa um avanço socail importante. Espero que o Relator tenha sucesso.

    LUIZ CLAUDIO SENA SANTOS 06/06/2024
    4
  • Ponto positivo: Os gastos com pessoas com TEA são absurdos, considerando o tratamento multidisciplinar exigido (Psicólogo, Psicopedagogia, Terapia Ocupacional, Fonoaudiólogo, dentre outros), pouco importando o nível do autismo. Ademais, ao entrar na fase escolar, é outro desafio financeiro paralelo aos gastos com saúde. Em alguns casos, ainda se deve preocupar com alimentação adequada. Portanto, o PL é muito justo, e reduziria a carga tributária de quem realmente precisa, fortalecendo a igualdade material.

    Bruno Batista 14/05/2024
    11
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei