Enquete do PL 682/2024

Resultado

Resultado parcial desde 11/03/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 313 1%
Concordo na maior parte 27 0%
Estou indeciso 7 0%
Discordo na maior parte 58 0%
Discordo totalmente 28.042 99%

O que foi dito

Pontos mais populares

Os brasileiros de bem sabem qual é essa intenção!

Lauro Cerqueira 12/03/2024
1043

O desemprego no setor

AMANDA GANDOLFI MARTINS RODRIGUES 11/03/2024
731

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 403 encontrados.

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  • Ponto negativo: A proibição geral e exclusão dos clubes, viabiliza ainda mais que os todos os cidadãos de bem fiquem a mercê de uma constituição defasada que só entrega privilégios e regalias para malfeitores, onde até um fuzil 762 vemos em posse deles, enquanto o nós, pessoas honestas, ficamos refém dessa politicagem sem sentindo algum.

    Matheus Rocha 14/08/2024
    1
  • Ponto negativo: Desarmar a população é o primeiro passo para o controle total, e já estamos caminhando a passos bem largos.

    Ruan Carlos Almeida Spósito 27/05/2024
    3
  • Ponto negativo: A ideia do desarmamento, expõe o cidadão ao risco e a incapacidade deste de exercer a defesa perante a ameaças. Tirar este direito de defesa do cidadão que possui uma arma, seja para defesa própria, seja para defender outros cidadãos, ou até mesmo sua propriedade (em específica rural) é uma afronta a segurança da população. Papel esse, que é dever do Estado, que por muitas vezes não supre as demandas da criminalidade, sendo uma boa opção o recurso de poder se defender com o armamento que possui.

    Mateus Knebel Fardin 18/04/2024
    2
  • Ponto negativo: Interessante que os "políticos socialistas/comunistas" discutem e defendem CALOROSAMENTE temas extremamente NEGATIVOS como DESCRIMINALIZAÇÃO DAS DROGAS e BANALIZAM TODOS SEUS EFEITOS que são DEVASTADORES e são os PRINCIPAIS CAUSADORES DA VIOLÊNCIA NO BRASIL e já há tempos buscam DESTITUIR A SOCIEDADE BRASILEIRA DE SE DEFENDER LEGITIMAMENTE dos CRIMINOSOS CRIADOS POR ELES MESMOS, do momento que ENFRAQUECERAM AS LEIS E MINIMIZARAM AS PENAS RELATIVAS AOS CRIMES HEDIONDOS! TOMEM VERGONHA NA CARA!!

    Rogério Gomes Domingues 28/03/2024
    4
  • Ponto positivo: Desarmar pessoas com forte tendências psicopatas e com cargas nocivas de ódio em seu perfil psicológico se faz necessário e urgente.

    MONICA ZANARDO 28/03/2024
    8
  • Ponto positivo: Projeto inútil. Quem quiser comprar uma arma, compra de todo jeito, legal ou ilegal. Prefiro que comprem legalmente, alimentando o comércio e gerando renda lícita, do que perder dinheiro para o mercado negro!

    João Paulo 27/03/2024
    3
  • Ponto negativo: Você é adulto o suficiente para pegar um carro e dirigir bêbado por aí assumindo o risco de atropelar todo mundo, mas é privado do direito de defesa da vida e integridade de sua família e de terceiros por um burocrata acha que você é um incapaz que vai sair por aí metendo tiro em todo mundo a torto e a direita. E se alguém comprar uma arma sem registro? A arma é de quem? Pode comprar sem registro, e quando precisar usar ela, você diz que a arma e do bandido! Arma de bandido não tem dono mesmo.

    João Paulo 27/03/2024
    1
  • Ponto negativo: Todo cidadão de bem pode se quiser ter o direito de defender a sua família e seus bens. O estado jamais poderá garantir isso a todos.

    Alexandre 27/03/2024
    4
  • Ponto positivo: Decreto nº 11.615 da Lei 10.826/2003, que trata sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e regulamenta para colecionadores e não tem em absoluto nada a ver com questões de cunho político, já que esta lei permite a sua regulamentação, e para tal a proposta de lei da Dep. Gleise é política porque se aprovada quem tem arma passa ser contraventor, graças temos um agrande massa que já entendeu a finalidade desta lei e reprova, não misturemos alhos com bugalhos.

    marcos scotto 26/03/2024
    6
  • Ponto negativo: É extremamente tendencioso o referido projeto de lei é clara a tentativa de obstruir uma atividade que gera emprego e renda de muitos brasileiros, além dos pontos citados em diversos comentários aqui sobre a questão da legítima defesa temos que nos atentar que o projeto de forma indireta vai contra o princípio da livre iniciativa, visto que com esse endurecimento inútil da legislação vai praticamente acabar com a fonte de renda dos comércios LEGAIS de arma, os quais cumprem vários requisitos !

    Victor Gabriel Sousa Gomes 23/03/2024
    11
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2648/2026

    O Projeto de Lei 2648/26, em análise na Câmara dos Deputados, proíbe a criação, a manutenção e o funcionamento de zoológicos destinados à exibição pública de animais silvestres ou exóticos no Brasil. Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados. A proibição se aplica também a aquários, ecoparques, safáris e quaisquer empreendimentos similares. Durante os dois anos de transição, fica proibida a concessão de novas licenças, a expansão das atividades ou o ingresso de novos animais nesses locais. Autoras do projeto de lei, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE) e a então deputada Heloísa Helena (RJ) dizem que a manutenção de espécies para exibição é incompatível com os avanços do bem-estar animal. “A proposta enfrenta, com coragem ética e rigor científico, a realidade de sofrimento animal institucionalizado”, afirmam. Destino dos animais Os zoológicos deverão executar plano para transferir as espécies de forma progressiva e segura. O destino definitivo serão os Centros de Reabilitação da Fauna (CRF) ou santuários da vida animal autorizados pelos órgãos ambientais. A prioridade nos centros será a proteção, a reabilitação e a eventual reintrodução dos animais na natureza. Ficarão proibidas atividades de caráter comercial, recreativo ou de entretenimento que envolvam a exposição pública da fauna. A visitação nos centros e santuários será restrita. O acesso será limitado a pesquisadores, profissionais e estudantes, além de atividades educativas monitoradas que não causem estresse ou prejuízo ao bem-estar dos animais. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PLP 439/2017

    Altera a Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, para disciplinar o processo de equacionamento de planos de previdência complementar deficitários, e dá outras providências.

  4. PL 2332/2022

    Altera a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 (Estatuto do Servidor Público Federal), para permitir que servidor público possa ser microempreendedor individual (MEI).

  5. PL 4806/2025

    Altera a Lei n° 8.745, de 9 de dezembro de 1993, para dispor sobre o prazo máximo de contratação temporária para realização de recenseamentos e outras pesquisas de natureza estatística efetuadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

  6. PL 3015/2025

    O Projeto de Lei 3015/25 garante que as cláusulas de convenções e acordos coletivos de trabalho continuem sendo incorporadas aos contratos individuais até que sejam modificadas ou suprimidas por nova negociação ou decisão da Justiça. A proposta da deputada Erika Kokay (PT-DF) altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e está em análise na Câmara dos Deputados. O objetivo do projeto é resgatar a chamada ultratividade das normas coletivas. Essa prática permitia a manutenção dos direitos previstos em convenções e acordos coletivos, mesmo após o fim da vigência desses documentos, se um novo acordo ainda não tivesse sido firmado. Essa possibilidade foi vedada pela reforma trabalhista de 2017 (Lei 13.467/17). A proposta mantém o limite máximo de dois anos para a duração de convenções e acordos coletivos. O projeto, no entanto, assegura que as regras estabelecidas continuam válidas após esse período, se não houver um novo entendimento entre as partes. Fragilidade Erika Kokay argumenta que a proibição da ultratividade fragilizou a proteção ao trabalhador. “Ao impedir a permanência dos efeitos das cláusulas após o término do prazo, mesmo quando há recusa patronal em negociar, o ordenamento jurídico enfraquece a função protetiva do Direito do Trabalho”, afirma. Ainda de acordo com a parlamentar, a medida busca garantir maior equilíbrio nas relações coletivas e promover a segurança jurídica. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei