Enquete do PLP 12/2024

Resultado

Resultado parcial desde 05/03/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 689 2%
Concordo na maior parte 242 0%
Estou indeciso 92 0%
Discordo na maior parte 2.176 3%
Discordo totalmente 61.320 95%

O que foi dito

Pontos mais populares

Não existe ponto positivo para o motorista.

Eraldo Ribeiro 06/03/2024
7170

Tira toda a liberdade do motorista e das plataformas

Luiz Paulo Pereira 05/03/2024
6586

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 2846 encontrados.

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  • Ponto negativo: Não estabece critérios claros, unificados e objetivos para cobrança do usuário e a remuneração do motorista devendo ae ser incluído mais critérios que deveriam ser considerados. Proposta de melhoria na PLP 152/2025 para garantir remuneração justa ao motorista, com valor mínimo por km baseado no combustível (29%), além de acréscimos de 2% por uso de ar-condicionado, porta-malas e quantidade de passageiros. Também prevê mais transparência nas corridas. Informar quantos vão embarcar.

    GUILHERME BARROS FREITAS 14/04/2026
    0
  • Ponto positivo: Contribuição para previdência, uma vez que há muitos acidentes com motos.

    GUILHERME BARROS FREITAS 14/04/2026
    0
  • Ponto positivo: PARA TODOS O MELHOR É TAXA DE 15 % GOV FEDERAL 5 ESTADUAL E 5 MUNICIPAL E ADMINISTRAÇÃO DO APLICATIVO PELOS ÓRGÃOS ESTADUAIS DE PROCESSAMENTO DE DADOS E ARRECADAÇÃO DE 400 MILHÕES MÊS E TODOS SATISFEITOS

    RAUL BELISARIO ROCHA GONZAGA 03/09/2024
    0
  • Ponto positivo: Lula precisamos é de aumento e não que reduza nossos ganhos. Você é um péssimo se não o pior presidente que já tivemos.

    BRUNO SERGIO DE SOUZA DAVID 24/08/2024
    1
  • Ponto negativo: Só cria mais despesas para o motorista, é claro que a plataforma não vai tirar esse INSS do lucro dela e sim dos motoristas aumentando a taxa que já é absurda. Precisamos que essa taxa seja limitada a no máximo 20%, que o MEI seja a forma de contribuição previdenciária, ganho mínimo de R$1,80 o Km e R$0,40 o minuto, valor mínimo da corrida de R$10, passageiro tem que ser identificado com selfie antes de qualquer corrida.

    Eduardo Silva 18/06/2024
    7
  • Ponto negativo: As meninas e mulheres que são estupradas por membros da família não registram ocorrência, são ameaçadas e chantageadas pelos estupradores, e por não terem autonomia financeira quando percebem a gravidez já se passaram as 22 semanas.

    JOAO CARLOS CASALLE 14/06/2024
    3
  • Ponto negativo: Os ganhos por hora não tem que estar e sim o ganho mínimo por km e por tempo de viagem Contribuição do INSS como mei e não cobrando da plataforma pois isso diminuiria os repasses aos motoristas, pois até hoje vejo a uber cobrar 0,10 de cada km percorrido na cidade de São Paulo mais não sei de verdade se a prefeitura recebe isso Limitar a taxa de intermediação em 20% e não em 30% pois os gastos são dos motoristas e a plataforma usa um servidor para o aplicativo funcionar

    Ronaldo Guimarães Santana 13/06/2024
    5
  • Ponto negativo: Não há como ganhar repasses com essa proposta. Não vejo nenhum beneficio concreto para nós motoristas. Sem valor por Km, não há como sobreviver com essas plataformas. Realmente o dinheiro impera em todos os lugares. Não há politica boa. Existe uma troca de favores, e quem sai perdendo nesse jogo todo, sempre será o trabalhador que necessita trazer o pão de cada dia para sua casa e, não saber o quanto vai ganhar quando sai de casa, nem se volta.

    CASSIO LUIZ GOTARDO 04/06/2024
    4
  • Ponto positivo: Fórmula pra se libertar de QUALQUER APLICATIVO: Todos os motoristas abrirem Mei de Motorista (por aplicativo ou não) independente, aí motoristas ficam dentro da lei e do Fisco + usar um GRUPO DE WHATSAPP pra conectar o motorista ao cliente....No grupo de whats vc (motorista) deixa a localização atual pro cliente saber onde vc esta, o preço da corrida será pela DISTÂNCIA TOTAL e pronto LIBERDADE TOTAL porque afinal aqui é a AMÉRICA do sul....

    Hilton Barbosa 14/05/2024
    2
  • Ponto negativo: Não existe esse valor por hora, só colocar na balança, manutenção do veículo, combustivel, seguro, a conta não vai fechar, vamos trabalhar para pagar os custos, e as contas? aluguel? alimento? luz? vão tirar a "vida" de todos nós, parece que querem isso né.

    Gustavo 13/05/2024
    6
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  5. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.