Enquete do PLP 12/2024

Resultado

Resultado parcial desde 05/03/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 689 2%
Concordo na maior parte 241 0%
Estou indeciso 92 0%
Discordo na maior parte 2.176 3%
Discordo totalmente 61.318 95%

O que foi dito

Pontos mais populares

Não existe ponto positivo para o motorista.

Eraldo Ribeiro 06/03/2024
7170

Tira toda a liberdade do motorista e das plataformas

Luiz Paulo Pereira 05/03/2024
6586

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 2844 encontrados.

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  • Ponto positivo: PARA TODOS O MELHOR É TAXA DE 15 % GOV FEDERAL 5 ESTADUAL E 5 MUNICIPAL E ADMINISTRAÇÃO DO APLICATIVO PELOS ÓRGÃOS ESTADUAIS DE PROCESSAMENTO DE DADOS E ARRECADAÇÃO DE 400 MILHÕES MÊS E TODOS SATISFEITOS

    RAUL BELISARIO ROCHA GONZAGA 03/09/2024
    0
  • Ponto positivo: Lula precisamos é de aumento e não que reduza nossos ganhos. Você é um péssimo se não o pior presidente que já tivemos.

    BRUNO SERGIO DE SOUZA DAVID 24/08/2024
    1
  • Ponto negativo: Só cria mais despesas para o motorista, é claro que a plataforma não vai tirar esse INSS do lucro dela e sim dos motoristas aumentando a taxa que já é absurda. Precisamos que essa taxa seja limitada a no máximo 20%, que o MEI seja a forma de contribuição previdenciária, ganho mínimo de R$1,80 o Km e R$0,40 o minuto, valor mínimo da corrida de R$10, passageiro tem que ser identificado com selfie antes de qualquer corrida.

    Eduardo Silva 18/06/2024
    7
  • Ponto negativo: As meninas e mulheres que são estupradas por membros da família não registram ocorrência, são ameaçadas e chantageadas pelos estupradores, e por não terem autonomia financeira quando percebem a gravidez já se passaram as 22 semanas.

    JOAO CARLOS CASALLE 14/06/2024
    3
  • Ponto negativo: Os ganhos por hora não tem que estar e sim o ganho mínimo por km e por tempo de viagem Contribuição do INSS como mei e não cobrando da plataforma pois isso diminuiria os repasses aos motoristas, pois até hoje vejo a uber cobrar 0,10 de cada km percorrido na cidade de São Paulo mais não sei de verdade se a prefeitura recebe isso Limitar a taxa de intermediação em 20% e não em 30% pois os gastos são dos motoristas e a plataforma usa um servidor para o aplicativo funcionar

    Ronaldo Guimarães Santana 13/06/2024
    5
  • Ponto negativo: Não há como ganhar repasses com essa proposta. Não vejo nenhum beneficio concreto para nós motoristas. Sem valor por Km, não há como sobreviver com essas plataformas. Realmente o dinheiro impera em todos os lugares. Não há politica boa. Existe uma troca de favores, e quem sai perdendo nesse jogo todo, sempre será o trabalhador que necessita trazer o pão de cada dia para sua casa e, não saber o quanto vai ganhar quando sai de casa, nem se volta.

    CASSIO LUIZ GOTARDO 04/06/2024
    4
  • Ponto positivo: Fórmula pra se libertar de QUALQUER APLICATIVO: Todos os motoristas abrirem Mei de Motorista (por aplicativo ou não) independente, aí motoristas ficam dentro da lei e do Fisco + usar um GRUPO DE WHATSAPP pra conectar o motorista ao cliente....No grupo de whats vc (motorista) deixa a localização atual pro cliente saber onde vc esta, o preço da corrida será pela DISTÂNCIA TOTAL e pronto LIBERDADE TOTAL porque afinal aqui é a AMÉRICA do sul....

    Hilton Barbosa 14/05/2024
    2
  • Ponto negativo: Não existe esse valor por hora, só colocar na balança, manutenção do veículo, combustivel, seguro, a conta não vai fechar, vamos trabalhar para pagar os custos, e as contas? aluguel? alimento? luz? vão tirar a "vida" de todos nós, parece que querem isso né.

    Gustavo 13/05/2024
    6
  • Ponto negativo: Negativo é o estabelecimento de valor por hora trabalhada. Só interessa as plataformas esse tipo de remuneração! Tanto que foram os primeiros a apoiar! O taxista tem ajuste do valor da corrida até nos engarrafamentos, por exemplo, então pq não seguem esse padrão remunerando por Km rodado e tempo ajustado até o término da corrida? Quem redigiu esse projeto nunca trabalhou com aplicativo de transporte. Esse projeto já nasceu morto para os motoristas de Apps. Não a sindicatos e seus sanguessugas!

    Carlos Augusto 08/05/2024
    5
  • Ponto positivo: O único ponto que podemos chamar de positivo é o enquadramento dos Apps de Mobilidade em uma Lei, estabelecendo obrigações e responsabilidade.

    Carlos Augusto 08/05/2024
    0
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  4. PEC 3/2026

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/26 altera a base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que passaria a considerar apenas o peso do veículo, e não mais o valor de mercado. A proposta, que é apoiada por 204 deputados, está em análise na Câmara dos Deputados. O texto também estabelece um teto para a cobrança do imposto: o valor total não poderá exceder 1% do valor de venda do automóvel. Além disso, a PEC autoriza os estados a criarem descontos para veículos menos poluentes. Atualmente, o IPVA é cobrado pelos estados com base no valor de mercado do veículo (Tabela Fipe), com alíquotas que variam entre 1% e 4%. Limites de gastos públicos Além da mudança tributária, a proposta impõe novos limites para despesas da máquina pública: Publicidade: gastos com propaganda institucional de todos os poderes e do Ministério Público — abrangendo União, estados, Distrito Federal e municípios — ficam limitados a 0,1% da Receita Corrente Líquida. Fica proibida a publicidade de caráter promocional ou pessoal. Legislativo e tribunais de Contas: a despesa total desses órgãos (incluindo o Congresso Nacional, Assembleias Legislativas estaduais e a Câmara Legislativa do DF, além dos respectivos tribunais de Contas) não poderá ultrapassar 0,4% da Receita Corrente Líquida do respectivo ente federativo. Se esses limites forem descumpridos, o órgão ficará proibido de criar novas despesas, conceder reajustes ou contratar pessoal até que se enquadre novamente. Justificativa Os autores argumentam que o modelo atual do IPVA é uma anomalia, pois taxa continuamente um bem que se desvaloriza. Eles citam exemplos de países como Estados Unidos e Japão, onde a tributação considera critérios físicos (como peso) e não o preço. Sobre os gastos públicos, a justificativa aponta para a "inexistência de limite constitucional específico para as despesas do Poder Legislativo e dos tribunais de Contas", o que permite um crescimento orçamentário "desconectado da realidade fiscal". Próximos passos A PEC 3/26 será encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) para análise da admissibilidade. A proposta será submetida em seguida a uma comissão especial, onde precisará ser aprovada por maioria simples, e depois segue para apreciação do Plenário. Conheça a tramitação de propostas de emenda à Constituição

  5. PL 5942/2025

    Dispõe sobre a criação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Turismo - SENATUR e do Comitê Intersetorial de Investimento no Turismo

  6. PL 2531/2021

    O Projeto de Lei 2531/21 institui o piso salarial nacional para os profissionais que trabalham nos setores técnico e administrativo das escolas de educação básica, que será inicialmente de R$ 2.164,68 mensais. O texto tramita na Câmara dos Deputados. Pela proposta, o piso será pago para jornada de trabalho de 40 horas semanais, garantindo-se a proporcionalidade do valor para jornadas diferentes. O projeto prevê ainda a atualização anual do piso, no mês de janeiro, com base nos índices oficiais de inflação. A autora do projeto é da deputada Rose Modesto (PSDB-MS). “Uma nação que pretenda priorizar a educação não pode esquecer do papel fundamental que a gestão escolar, exercido por profissionais dos quadros de pessoal técnico e administrativo, tem para garantir que a escola funcione em harmonia e alcance seus objetivos”, disse. Ela afirma ainda que o valor proposto equivale a 75% do piso nacional para o magistério público da educação básica (hoje de R$ 2.886,24). Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Educação; Trabalho, de Administração e Serviço Público; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei