Enquete do PDL 12/2024

Resultado

Resultado parcial desde 20/02/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 18 31%
Concordo na maior parte 1 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 39 67%

O que foi dito

Pontos mais populares

Só para alinhar as informações, o PL não tem nada haver com transporte de aplicativo, como estão comentando,por favor leiam do que se trata, trata-se de uma norma que já nasceu viciada, uma vez que associação que propôs sua criação está lucrando com ela pra começar... Para veículos há serem fabricados sim, até pode ser, uma vez que será feito com o melhor da engenharia dos fabricantes dos veículos, agora obrigar instalação de "gambiarras" em veículos antigos não garante quaisquer segurança.

M. Vieira 20/04/2024
0

Um projeto de Lei que visa a melhoria do trabalhador feita por alguém que nunca trabalhou, por um sindicato do qual nenhum deles é motorista por aplicativo, do qual não foi ouvido nenhum trabalhador não deveria nem estar em votação em lugar algum. Não somos escravos dos ideais políticos nenhum queremos trabalhar sem que ninguém nos force a ser clt ou não!

Wederson Freire 06/03/2024
1

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 7 de 7 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: É impressão minha ou os parlamentares daquele partido só se dedicam a projetos para retrocesso e que não contribuem em absolutamente nada para o desenvolvimento da sociedade?!...

    ANDRE LUIZ CORREA 11/04/2025
    0
  • Ponto negativo: Retrocesso em normas de segurança. Internacionalmente se investe em avisos e alertas sonoros para movimentação de cargas e veículos. Absurdo considerar um retrocesso destes.

    RAFAEL FRANCESCONI 09/04/2025
    0
  • Ponto positivo: Não existe. Retrocesso em normal de segurança internacional.

    RAFAEL FRANCESCONI 09/04/2025
    0
  • Ponto positivo: Só para alinhar as informações, o PL não tem nada haver com transporte de aplicativo, como estão comentando,por favor leiam do que se trata, trata-se de uma norma que já nasceu viciada, uma vez que associação que propôs sua criação está lucrando com ela pra começar... Para veículos há serem fabricados sim, até pode ser, uma vez que será feito com o melhor da engenharia dos fabricantes dos veículos, agora obrigar instalação de "gambiarras" em veículos antigos não garante quaisquer segurança.

    M. Vieira 20/04/2024
    0
  • Ponto negativo: O motorista tem o DIREITO de ser autônomo de verdade precificando ele mesmo, seu km e seu minuto. Não é o governo ou aplicativos que devem definir isso. O aplicativo pode cobrar uma taxa além do valor que o motorista estipular, mas o valor que o motorista definir, tem que ser respeitado, caso contrário, NÃO SOMOS AUTÔNOMOS, somos funcionários de fachada SEM DIREITOS!

    Bruno Moreno da silva 06/03/2024
    0
  • Ponto negativo: Os motoristas ja fazem 30, 40, 50, 60 reais a hora e pagam o MEI, pagam plano, fazem do seu jeito! Agora vai cair pra 32 e ainda tem que pagar INSS Isso é um absurdo Queremos ganho por KM rodado, não por tempo Isso vai ferrar o app no Brasil

    Di Carnage 06/03/2024
    0
  • Ponto negativo: Um projeto de Lei que visa a melhoria do trabalhador feita por alguém que nunca trabalhou, por um sindicato do qual nenhum deles é motorista por aplicativo, do qual não foi ouvido nenhum trabalhador não deveria nem estar em votação em lugar algum. Não somos escravos dos ideais políticos nenhum queremos trabalhar sem que ninguém nos force a ser clt ou não!

    Wederson Freire 06/03/2024
    1
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.