Enquete do PL 158/2024

Resultado

Resultado parcial desde 06/02/2024

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O que foi dito

Pontos mais populares

É de grande importância a PL 158/2024, pois, a categoria dos vigilantes precisam do porte fora de serviço para garantir sua integridade física!

ROGERIO BRUNO DE OLIVEIRA SILVA 19/02/2024
9

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Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 11 encontrados.

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  • Ponto positivo: Pra cima sou a favor do porte para os vigilantes

    EDSON DOS SANTOS CASTRO 12/11/2025
    0
  • Ponto positivo: Vagabundo não respeita o vigilante porque sabe que não tem arma tiram a vida dos vigilantes porque defenderam o patrimônio ou protegeu a vida dando a sua própria aí o vagabundo se acha no direito de tirar a vida de um Argente de segurança, vamos pra sou a favor chegar de homens que coloca suas vidas em risco não ter como se defender

    EDSON DOS SANTOS CASTRO 12/11/2025
    0
  • Ponto positivo: Estamos na linha de frente! com bandidos quadrilhas especializadas nos atacando covardemente. Eles Sabem que não tempos formas de se defender fora do trabalho. Defendemos valores Patrimônio e a integridade física das pessoas. Estamos morrendo !!!! Pedimos socorro . A segurança privada pede socorro!!! Não aguentamos mais vê irmãos de farda morrendo fora do serviço sendo espancado até torturados por bandidos que andam armados pra se defender . Eu fui uma vítima de retaliação de bandidos.

    THIAGO ALVES DE OLIVEIRA CACIANO 21/06/2025
    1
  • Ponto positivo: Os vigilante se sentirão mais dignos, pois apartir desta, estaremos autorizados a poder dar segurança a nossos familiares também, e não só ao patrimônio na qual somos contratados.

    KELSON HUAN MACHADO DA COSTA 07/03/2025
    1
  • Ponto positivo: Somos colocados na linha de frente contra assassinos, traficantes, ladrões e criminosos no serviço profissional e após sair do serviço profissional, podemos morrer exatamente em frente a empresa que trabalhamos porque nossa arma é válida somente para a empresa. Não faz o menor sentido tirar as melhores notas no curso, ganhar certificado escrito “apto e pronto para o porte de arma” mas esse certificado ser válido somente pra proteger uma empresa rica, enquanto eu e minha família que tenha sorte!

    GUILHERME GUTTERRES DA SILVA 19/02/2025
    1
  • Ponto positivo: O profissional de segurança privada (vigilante) já possuem porte de armas (autorizado por lei,e regulamentado por decreto e explicado por portaria PF,mas com RESTRIÇÃO do ESTADO,inexplicavelmente, apenas em serviço.Como explicar que um profissional tão qualificado e cobrado pelo ESTADO após o seu turno de trabalho perca todos essas qualificações e no outro dia logo cedo às recebe de volta? Ta na hora de reconhecer esse direito e retirar a " restrição"garantindo a segurança jurídica!

    MARCELO JORGE GOULART 29/08/2024
    0
  • Ponto positivo: Seria mais segurança para o profissional da área e de suma importância salvaguardar a sua integridade física e de terceiros, e no que tange treinamento o profissional da área tem especialização na área no momento que realiza seu curso de 2 em 2 anos . Não vejo pontos negativos nesta situação concordo plenamente com o porte para os profissionais que são habilitados para as atividades . Ass; Everton Bruno Araújo da Silva

    Everton Bruno 14/08/2024
    0
  • Ponto positivo: Vigilante trabalha para Segurança, faz a diferença no esforço para cumprir as normas, leis dentro da legalidade, corre risco tanto no seu posto de trabalho como no seu trajeto, não possui nemhuma segurança própria desarmado, ou no mínimo de sua própria proteção e de sua família, o vigilante é visto pelo criminoso como a barreira, o vigilante é extremamente exigido pelo seu comportamento, antecedentes, formação, testes, idoneidade, na dificuldade do porte para o vigilante, enfrenta o crime.

    Alisson Rodrigues de Almeida 19/05/2024
    2
  • Ponto positivo: O vigilante já tem o porte durante o serviço para proteger bens e vidas de terceiros e é óbvio que a classe tem o direito a defesa de sua vida e patrimônio como também auxiliar as forças de segurança pública, nesse caso há somente ponto positivo.

    Douglas de Freitas Foresto 14/04/2024
    4
  • Ponto positivo: Boa noite, senhores esse analisem esse PL com muita atenção e carinho os vigilante trabalham 12 horas armados protegendo patrimônio e quando volta para residência não temos como nos defender

    Alisson Ferreira da silva 13/04/2024
    1
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

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  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

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  5. REQ 308/2026 CSPCCO

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  6. PL 2386/2023

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