Enquete do PL 151/2024

Resultado

Resultado parcial desde 06/02/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 553 98%
Concordo na maior parte 6 1%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 4 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Será bom para a categoria , que estará devidamente de posse de um documento válido.

Jardel Louseiro Dos Santos 06/02/2024
35

A anuidade a ser paga pelo profissional vigilante ao futuro Conselho de classe e sua futura carteira de classe não pode ser muito alta, haja visto que o salário do vigilante alguns estados é muito baixo, atualmente o salário é por Estado, seria interessante criar um piso salarial nacional equiparado ao Estado da federação que paga o maior piso salarial.

Almir Rocha Lameira 07/02/2024
24

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 24 encontrados.

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  • Ponto positivo: Será mais um avanço para a nossa classe, meus agradecimentos a Rosângela Reis por reconhecer e nos apoiar, força e honra ??

    JOSUE SAVIO FARIAS ALVES AGUIAR 26/06/2024
    0
  • Ponto positivo: Nosso total agradecimento nossa querida Dra Rosângela por reconhecer nossa categoria que tão desvalorizada obrigado por sempre lembrar da nossa categoria.

    samuel Bonfim 12/03/2024
    4
  • Ponto positivo: Nos pai de família precisamos de melhorias da nossa classe porque passamos 12 horas cuidando do patrimônio Nos tem no nosso trabalho Deus em primeiro lugar pra nus guardar e guardar nos saímos de nossas funções estamos desprotegido sem nada só com nossa fé em Deus então penso aos nossas lideranças que nus ajudar obrigado

    Leon Goes 12/03/2024
    3
  • Ponto positivo: A classe de vigilante do Brasil está aguardando um senador Eduardo Girão, apresentar as propostas que estão paradas para classes de vigilantes do Brasil melhorias e melhorias precisamos.

    anderson ribeiro 12/03/2024
    4
  • Ponto positivo: A CNV para profissional da vigilante será bem vida .pois será de um documento válido e representativo para ser identificado a nosso classe . Não será apenas um Papel no qual não terá função alguma assim como da segurança pública tem esse documento onde é válido em todo território Nacional o nosso também será válido em toda Território Nacional como um funcional de respeito a nossa classe

    Peterson campos da silva 09/03/2024
    3
  • Ponto positivo: Concordo totalmente! Isso e outras melhorias, trarão mais valorização para a categoria e reconhecimento. Visto que a segurança privada é uma extensão da segurança pública. Enfim, os vigilantes arriscam suas vidas todos os dias em prol da sociedade e merecem maior valorização e reconhecimento em todos os âmbitos. Eu como cidadão brasileiro apoio e irei apoiar sempre! Afinal segurança, educação e saúde são os pilares de um país digno e sério.

    TIAGO RODRIGO TENCHINI BARROS 23/02/2024
    5
  • Ponto positivo: Ganharemos reconhecido na atividade profissional, valorização para categoria, dignidade e respeito.

    Rosilâine Martins 13/02/2024
    7
  • Ponto positivo: Facilitar a identificação do Agente de segurança Privada até mesmo em abordaegens policiais e outros meios. Parabéns aos idealizadores.

    Tiro certo Capacitação 08/02/2024
    9
  • Ponto positivo: Regulamentação e validação da CNV como documento de identificação, o atual modelo de papel impresso não vale absolutamente de nada. Assim como várias profissões tem seus registros validados como identificação, nossa categoria, mesmo amplamente regulamentada pela Polícia Federal não recebe os mesmos direitos.

    ALEXIA CAROLINE SANGI MOREIRA 07/02/2024
    7
  • Ponto positivo: Concordo plenamente pois os profissionais de Segurança Privada precisam ter um documento reconhecido como identidade que irá trazer credibilidade e valorização para os mesmo

    Giovane 07/02/2024
    10
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.