Enquete do PL 96/2024

Resultado

Resultado parcial desde 05/02/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 80 93%
Concordo na maior parte 3 3%
Estou indeciso 1 1%
Discordo na maior parte 1 1%
Discordo totalmente 2 2%

O que foi dito

Pontos mais populares

A especialização demanda tempo, dedicação e compromisso, sem contar que quem sai ganhando no final é o aluno e também irá incentivar os professores a buscar sempre o aprimoramento acadêmico.

JOAO GORGONHA HIPY NETO 26/06/2025
10

Muitos municípios já possuem essa lei em vigor. Contudo, falta a regulamentação de como aplicar esses afastamentos. Tão importante quanto criar e aperfeiçoar esta lei, é fundamental exigir dos sistemas de ensino a regulamentação e a aplicação efetiva dessa lei.

RENAN DE JESUS PONTES CAMARGO 26/06/2025
7

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Exibindo resultados 1 a 7 de 7 encontrados.

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  • Ponto positivo: A qualificação docente é princípio da LDB, mas muitos municípios não têm compromisso com sua efetivação. A ausência de norma que assegure licença para estudos amplia desigualdades na formação. Segundo a OCDE, entre 40 países, o Brasil ocupa a última posição em pós-graduados. A licença remunerada é necessária, pois muitos municípios não possuem programas de pós-graduação e a pesquisa exige dedicação intensa. Trata-se de medida que favorece o desempenho acadêmico e reduz a evasão na pós-graduação.

    LUIS EDUARDO SOUSA DOS SANTOS 15/02/2026
    0
  • Ponto positivo: Ótimo! Isso beneficia a todos, tanto o professor que terá mais conhecimento, quanto os alunos que serão beneficiados por esse conhecimento do professor, formando assim futuros profissionais mais capacitados!

    ISABELA ANTUNES E AUGUSTO 17/11/2025
    0
  • Ponto negativo: Um ponto negativo é criarem uma Lei que só beneficia o professor EFETIVO sem pensar que há muitos municípios no Bradil incluindo Brasília que a maioria da classe de professor que está regente em sala de aula são contrato temporário que se renova a cada 2 anos e que esses mesmos se quiserem fazer uma especialização, graduação ou mestrado não tem o direito de se afastar do serviço sendo remunerado por essa lei aí. O piso salarial nacional deveria ser mais valorizado a trabalhar 40 horas semanais.

    JOSE MARCOS DE JESUS SOUZA 28/06/2025
    1
  • Ponto negativo: Os professores vão ganhar pra estudar, o que não acontece com o resto da população. Vão ter aumento de salário por terem estudado, sem que isso, necessariamente, resulte em melhora do ensino que, em geral, tem resultados sofríveis no Brasil.

    GERSON GILDO BOFF 26/06/2025
    1
  • Ponto negativo: Muitos municípios já possuem essa lei em vigor. Contudo, falta a regulamentação de como aplicar esses afastamentos. Tão importante quanto criar e aperfeiçoar esta lei, é fundamental exigir dos sistemas de ensino a regulamentação e a aplicação efetiva dessa lei.

    RENAN DE JESUS PONTES CAMARGO 26/06/2025
    7
  • Ponto positivo: A pesquisa exige muita dedicação do pesquisador. Traz um aprimoramento da formação robusto, contato com literaturas atualizadas. Pensando nos resultados que temos de aprendizagem dos estudantes, é fundamental que os professores possam se dedicar a pesquisa. Em nosso país tem muitas faculdades EaD com baixíssimo nível, que é vista como formação continuada. Uma pós graduação em nível de mestrado e doutorado forma de fato o profissional, direciona o olhar para os problemas e em como superá-los.

    RENAN DE JESUS PONTES CAMARGO 26/06/2025
    7
  • Ponto positivo: A especialização demanda tempo, dedicação e compromisso, sem contar que quem sai ganhando no final é o aluno e também irá incentivar os professores a buscar sempre o aprimoramento acadêmico.

    JOAO GORGONHA HIPY NETO 26/06/2025
    10
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  5. REQ 305/2026 CSPCCO

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  6. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.