Enquete do PL 89/2024

Resultado

Resultado final desde 05/02/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 113 11%
Concordo na maior parte 15 2%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 43 5%
Discordo totalmente 777 82%

O que foi dito

Pontos mais populares

Muito bom para destruir o propósito do instituto e mirar para um destino do país em que os melhores cérebros são ofuscados por uma normalização da mediocridade. Talvez seja essa a proposta final, afinal de contas a formação de cérebros de destaques é uma afronta para certas ideologias, ainda mais se elas vão para uma via militar.

Gabriel nandelao 21/02/2024
121

A instituição em questão apresenta, como mencionado, alto prestígio, devido à rigorosa seleção e aos altamente qualifiados alunos. A inclusão de tantos alunos, que em condições normais não seriam qualificados para passar, apenas resultaria em uma queda de rendimento e de prestígio dentro do ITA. Assim, a necessidade de promover inclusão social deve ser combatida democratizando o acesso a educação de qualidade dentro das escolas públicas, formando alunos que competiriam pelas vagas justamente.

CAIO HENRIQUE SILVEIRA ELLERY 20/02/2024
180

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 15 encontrados.

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  • Ponto negativo: Só vejo pontos negativos na proposta. Vai rebaixar a Instituição que trabalha há décadas para chegar e se manter em altíssimo nível técnico científico. Um desastre.

    Rafael Paixao 06/03/2024
    1
  • Ponto positivo: Acredito que, em se concretizando uma medida dessa natureza,será o fim do ITA pois a seleção já é inerente as dificuldades que deverão ser superadas durante o aprendizado naquela instituição. Quando se relativisa o conhecimento, em especial o científico, não pode mais ser considerado como tal.

    GILVAETE FRANCO 29/02/2024
    3
  • Ponto negativo: Antes de fazer um "Projeto de lei " para destinar 50% das vagas do ITA para as escolas públicas, o deputado deveria conhecer a instituição e conhecer as histórias de cada aluno, estudar no ITA é antes de tudo esforço, determinação e muito estudo, existem muitos estudantes que têm apenas as 3 refeições fornecidas pela instituição, que vieram de famílias de baixa renda. Sugiro que o Projeto de lei a ser feito é trabalhar na base para que qualquer cidadão, possa entrar em qualquer faculdade.

    Suelene Almeida 28/02/2024
    8
  • Ponto positivo: Não vejo nada de positivo nessa proposta. Apenas seria aceitável se realmente se mantivesse o nível de exigência técnica, por parte da grade curricular e pelo corpo docente, e aqueles que não conseguissem se sustentar (manter nota mínima 6,5) sejam realmente desligados! Manter-se-ia assim o nível técnico dos formandos!

    Ricardo Pinto 28/02/2024
    0
  • Ponto negativo: O Instituto Tecnológico de Aeronáutica é um instituto muito respeitado e reconhecido mundialmente, baixar o nível dos candidatos a entrar nessa universidade tão renomada seria como dizer que o ITA já não faz questão de proporcionar qualidade de ensino aos seus alunos. Convém que instituições preparatórias para essa prova, como o Farias Brito, também dão muitas bolsas de estudos para alunos de escolas públicas, selecionando sempre os mais capazes e interessados, acessando inclusão. Discordo!

    GIOVANA SILVA SOARES 28/02/2024
    5
  • Ponto positivo: Para passar no ITA ou IME não importa aonde se faz o ensino médio, se em escola pública ou particular porque nenhuma escola de ensino médio prepara para essa prova que é de um grau de dificuldade absurda, exigindo conhecimento de nível superior. Então qualquer um terá que fazer preparatório específico, o que iguala todos os candidatos a mesma condição.

    Ana Broto 28/02/2024
    2
  • Ponto negativo: Dado o fato de haver exame de seleção com nota mínima de corte e dada a elevada diferença entre o ensino público e o ensino privado no Brasil, há risco de o Instituto não completar as vagas do ensino público. A médio e longo prazo isso acarretará em déficit de profissionais, tanto para a FAB quanto para o mercado de trabalho. Reduzir a nota mínima de corte do exame de seleção para contornar esse problema é também nocivo, pois o efeito direto será a redução no nível do profissional formado.

    David Escosteguy 28/02/2024
    1
  • Ponto negativo: A preparação exigida pelo vestibular vai muito além dos conhecimentos adquiridos no ensino médio. Ou seja, não importa se o ensino médio foi cursado em escola particular ou pública, o conteúdo e habilidades necessárias são obtidos com esforço individual, principalmente através da realização de provas anteriores, estudo do edital e aprofundamento através de livros de ensino superior. E somente esse esforço que parte do aluno torna a instituição tão especial.

    Matheus Campos 27/02/2024
    9
  • Ponto negativo: O diferencial do ITA reside não na conclusão do curso, mas na admissão desafiadora. A ideologia de cotas, além de discriminatória, irá eliminar este diferencial. Se o objetivo é ampliar mentes brilhantes no país, deve-se aprimorar o ensino fundamental e médio público. Tal empreendimento é desafiador e negligenciado. Optar pelo expediente fácil de implementar cotas, meramente como uma medida para afirmar ação durante um mandato, revela-se uma abordagem populista desprovida de fundamentação sólida

    Arthur Bahdur 27/02/2024
    29
  • Ponto negativo: O acesso ao ITA deve ser sempre pautado pela constituição federal: todos são iguais perante a lei. Esse projeto além de discriminar/priorizar quem estuda em escola pública, tira o direito do cidadão que não estudou em escola pública, de estudar no ITA. O que deve ser feito, isto sim, é melhorar sobremaneira o ensino médio público. Assim, os alunos daí oriundos teriam condições de concorrer em igualdade de condições com todos os candidatos.

    Júlio César Gonçalez Becker 27/02/2024
    21

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei