Enquete do PL 46/2024

Resultado

Resultado parcial desde 05/02/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 62 6%
Concordo na maior parte 5 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 10 1%
Discordo totalmente 999 93%

O que foi dito

Pontos mais populares

No contrato digital não vou precisar de sair casa eu vou ter a certeza que foi eu que fiz e na assinatura alguém pode falsificar prefiro sim a assinatura eletrônica mais comodidade e segurança..

joao goulart carvalho 26/02/2024
32

Vamos retroceder, o que precisa fazer é punir quem faz fraudes, os Bancos tem capacidade pra isso.. Pq quem faz fraude vai continuar fazendo com contrato físico

Andressa Oliveira 26/02/2024
47

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 34 encontrados.

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  • Ponto positivo: O Anuário verificou nas fundamentações que, havendo perícia grafotécnica que comprove falsificação de assinatura de contrato de empréstimo, quanto a biometria, leitura da íris, e metodologias são mais aceitáveis pois pessoas mesmo presencialmente fraudam com documentos falsos, fraude maximizada quanto não há como fazer verificação em tempo real, assinatura presencial já remotamente tem chaves mais complexas e sistemas mais elaborados, mas isso é um tabu e um calvário para muitas pessoas.

    Marcos Aurelio Dal Evedove Campos Scotto Barion 15/07/2024
    1
  • Ponto positivo: Por excesso de golpes, meio eficaz , sem custo adicional , se o cliente nao puder ir ate o banco , que funcionario credenciado e agendado pelo banco, va de encontro ao interessado, tendo como opcoes na visita , biometria facial, biometria da mão , desculpem numeros de ataques e golpes so crescem, não podemos piorar o cenario nacional, prejudicando a população. entao para manter avançõs na area digital. pelo cenario nacional, que haja as duas opções de assinatura, a forma de como proceder

    elyowald alves 06/07/2024
    0
  • Ponto positivo: Bom dia nobre Deputado; graça a DEUS vocês estão criando uma Lei para que determina essa voracidade dos bancos em cima dos idosos; contudo, dizer é uma pouca vergonha que fazem com essas pessoas: O MEUI IRMÃO MOREU COM NOVE EMPRÉSTIMOS - MUITOS ELE NÃO SABIA QUE TINHA FEITO -. Peço ao senhor que deve inquirir o INSS Consignado, também está fazendo grandes trapaças com esse povo (no MEUINSS, não tem como vê os contratos de consignaçãoes - favor verificar. Parabéns. Carlos/RJ

    Carlos Alberto Reis 11/03/2024
    0
  • Ponto negativo: Nada de útil nessa lei. Além de retrocedermos, aumenta os golpes, e não ajuda em nada os idosos, tendo em vista que os filhos e netos conseguem os ajudar via telefone quando se trata de empréstimo digital, já pessoalmente limita os empréstimo aos bancos físicos impedindo os de conseguir outros creditos caso precise, e muitas das vezes os filhos e netos não residem próximo aos avós e parentes dessa idade . A tecnologia veio para facilitar, por favor não compliquem nossas vidas!!!

    quezia carolina 29/02/2024
    0
  • Ponto negativo: Restringe o direito ao crédito, pois muitas comunidades não possuem agência bancária mais (cada vez menos existem) e esse público vulnerável ficaria refém de poucas opções de bancos, se é que teriam. Alguns anos atrás, onde só havia assinatura em papel, os índices de fraude eram absurdamente maiores que hoje. É um projeto estúpido. A tecnologia tem q ser usada. Deveriam fazer com q o INSS tivesse banco de imagem para reconhecer a legitimidade da contratação. Muito simples e fácil.

    GUILHERME TROJAN ENGEL 29/02/2024
    1
  • Ponto positivo: Se até o sistema do INSS está de forma digital para evitar fraudes porque o processo do banco não pode ser digital também para dificultar a prática de crimes ?? A pessoa que propôs essa prática de assinatura de contrato sem biometria é a favor ou contra os golpistas? Está bem tendenciosa essa matéria deputada!!

    Raiane Silva 28/02/2024
    2
  • Ponto negativo: Eu estou tentando entender desde quando uma assinatura manual em papel é mais seguro que uma biometria facial? É um absurdo uma pauta dessas, retrocesso total. precisamos entender que já estamos em 2024 no qual a tecnologia está aí pra isso e precisamos nos habituar a tecnologia.

    Patrick Lozano Meurer 28/02/2024
    0
  • Ponto positivo: Não há nenhum ponto positivo nessa PL absurda que estão criando!

    Patrick Lozano Meurer 28/02/2024
    0
  • Ponto negativo: Essa PL é um retrocesso de tudo que foi conquistado até hoje. Os bancos tem como se prevenir de golpes. Essa é uma desculpa para tirar o emprego de vários pais de famílias, que são representantes bancários.

    CARLA CRISTINA PASSOS 28/02/2024
    1
  • Ponto positivo: Tenho maior comodidade, não preciso sair de casa,a assinatura digital hoje é usada para vários fins. Vários bancos hoje trabalham na plataforma digital e são os que tem as taxas de juros menores.

    CARLA CRISTINA PASSOS 28/02/2024
    0
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  1. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

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  4. PL 6194/2025

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  5. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PEC 383/2017

    O governo terá que aplicar anualmente pelo menos 1% da receita corrente líquida (RCL) da União, prevista para o ano, no financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). É o que determina a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 383/17, do deputado Danilo Cabral (PSB-PE), em tramitação na Câmara dos Deputados. O Suas envolve um conjunto de programas do governo federal, realizado em parceria com estados e municípios, voltados para a proteção do indivíduo. Entre estes programas estão o de Atenção Integral à Família (Paif), o de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) e de Inclusão de Jovens (Projovem). O sistema também financia os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). Como a aplicação dos recursos se baseará na RCL prevista para o ano, a proposta do deputado Cabral determina que o governo fará os ajustes necessários (para cima ou para baixo) no ano seguinte com base na RCL efetivamente realizada. Por exemplo, se a receita realizada de um ano ficar 3% acima do esperado, no ano seguinte o valor equivalente a esse percentual será acrescido ao Suas. Além de definir os limites financeiros, a PEC 383/17 insere o Suas no texto constitucional – atualmente, o sistema está previsto apenas em lei (12.435/11). Cabral aproveita a mesma definição da norma, que estabelece que a gestão das ações de assistência social será feita pelo Suas, sob a forma de sistema descentralizado e participativo. Corte orçamentário O deputado destacou que o objetivo da proposta é garantir uma fonte constante de financiamento dos programas de assistência social do país, evitando o que aconteceu em 2017, quando a proposta orçamentária enviada pelo governo ao Congresso Nacional reduziu os recursos da área. “O corte radical sobre as receitas previstas para o funcionamento da rede que compõe o Suas despertou preocupação sobre a fragilidade do sistema”, disse Cabral. “Nesse sentido, faz-se necessário prever a existência do Suas no texto constitucional, assim como estabelecer na Carta Magna o montante de receitas disponíveis para o efetivo funcionamento do sistema.” Tramitação A PEC 383/17 será votada inicialmente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, que analisará a admissibilidade do texto. Se ele for aprovado, será criada uma comissão especial para analisar o teor da proposta. A votação final ocorrerá no Plenário da Câmara.