Enquete do PL 6088/2023

Resultado

Resultado parcial desde 19/12/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 347 73%
Concordo na maior parte 11 2%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 2 0%
Discordo totalmente 119 25%

O que foi dito

Pontos mais populares

Acho justo, sou produtor rural de plantas ornamentais, e em áreas até menores famílias conseguem seu sustento e dignidade produzindo e comercializando mudas, e demonstrando pro seus filhos que a zona rural pode ser uma transformação.

Ricardo Dias 17/02/2024
60

Já foi comprovado na prática, que a Fração Minima Ideal para um imóvel rural, é de 1,00 hectare (10.000 metros quadrados). Com essa área, uma família de 4 pessoas pode conseguir seu sustento. Em uma área menor, a consequência será a insegurança alimentar.

ARMANDO GERVASI FILHO 16/02/2024
16

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 34 encontrados.

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  • Ponto positivo: Com certeza é uma ótima proposta, muitas pessoas não tem noção que uma área de 5.000 metros quadrados é suficiente pra a produção de hortaliças, pequeno galinheiro, tanque de peixe suspenso e até um pequeno chiqueiro. Com esse tamanho da pra viver e ainda ter alguma renda. Só não pode é ter preguiça de trabalhar! Eu falo porque tenho uma área de 6.000 mil metros e vivo dela e estou ansioso pela aprovação desse projeto. Tomara a Deus que de tudo certo.

    JOSENILSON RODRIGUES DA SILVA 31/03/2026
    0
  • Ponto positivo: É um bem material que o cidadão possui e nada mais justo que seja reconhecido publicamente para que ele possa usufruir regularmente do que lhe pertence como propriedade privada.

    MARIA JOSEFINA SIMIONATO HORTENSE 20/03/2026
    1
  • Ponto positivo: Vai mudar a vida do jovem sem trabalho na cidade, podemos produzir orgânicos para a população local sem ter nascido herdeiro para trabalhar com agricultura familiar.

    FABIANO ROGERIO MOREIRA LIMA 03/03/2026
    1
  • Ponto positivo: Uma área de 0,5 hectare é suficiente para assegurar o sustento de uma família em regime de agricultura familiar, garantindo segurança jurídica sobre a propriedade e fortalecendo o apoio às comunidades rurais.

    ANTONIO MARCOS FERREIRA DOS ANJOS 29/10/2025
    6
  • Ponto positivo: Tenho uma área rural menor que o módulo estabelecido para o Estado. Tenho uma área reservada de 3.000m2 com diversas árvores nativas do cerrado que eu mesmo plantei. É fato que existem inúmeros entraves para registro próprio da propriedade (unificado), obtenção de crédito, além da desvalorização do imóvel. Com o PL, será possível pequenos produtores abastecer o mercado local, permitindo a melhor distribuição de bens e renda sem prejuízo do meio ambiente.

    JOEL ALVES DE LIMA 20/09/2025
    6
  • Ponto positivo: Atualmente várias famílias já produzem e se sustentam com áreas de 5.000 m², ou até menores, ou seja, esse projeto vai regularizar esses produtores, podendo até aumentar a quantidade de produtores, proporcionando-lhes segurança, e também acho que poderá diminuir muito a quantidade de loteamento ilegal com áreas menores de 5.000 m².

    MARIO ALEXANDRE 17/09/2025
    7
  • Ponto positivo: Apoiado, com 5 mil metros quadrados pode concretizar vários projetos de produção de alimentos,como pimenta, abobrinha,quiabo,gilo, Alface,tomate, bananas etc... Mais alimentos na mesa

    EDERSON BERLEZI 05/07/2025
    6
  • Ponto positivo: No sul do Brasil tem muita gente com áreas agrícolas com menos de 10 mil metros quadrados - sem escritura, portanto. Esse projeto tratá segurança jurídica para todos.

    FRANCISCO ADEMAR MARINHO PIMENTA JUNIOR 20/06/2025
    7
  • Ponto negativo: Vai ampliar a desmate das áreas ambientais, além de aumentar os loteamentos irregulares, temos é que buscar formas p/ proteger o meio ambiente, devido as mudanças climáticas.

    PAULO SERGIO GOMES 04/02/2025
    0
  • Ponto positivo: Não vejo ponto positivo.... é muito pequeno, não dá pra fazer quase nada... O ideal seria continuar o tamanho que existe atualmente, 2 hectares.

    PAULO SERGIO GOMES 04/02/2025
    1
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  1. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  2. PL 1559/2021

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  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  6. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.