Enquete do PDL 486/2023

Resultado

Resultado parcial desde 18/12/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 2.138 92%
Concordo na maior parte 2 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 190 8%

O que foi dito

Pontos mais populares

Um dos critérios PDL 486/23 a não obrigatoriedade desses experimentos. Como bem sabemos que foi usado com o pretexto de caráter de urgência atropelando o Código de Nuremberg, a Declaração de Helsinki e o protocolo das oitos fases. Nunca foi pela vida. O lobby das Big Pharmas, principalmente da Pfizer pegou pesado no Brasil. Enquanto aqui no Brasil há obrigatoriedade, no exterior as pessoas que foram lesados pelos experimentos estão sendo indenizadas.

??????? ???? Demétrio Yaakov 19/12/2023
81

Nesta vacina não há pontos positivo nem para os adultos, agora, muito menos para criancinhas e bebês, então será uma chacina de nossas crianças igual ou talvez pior que a do "hamas" porque haverá uma lei dando esse tipo de ordem por parte dessa instituição portanto será muito pior.

Nivio Roberto Galindo 04/01/2024
9

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 15 encontrados.

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  • Ponto positivo: Ao invés da obrigatoriedade da vacina, deveriam realizar mais estudos e assim tranquilizar os pais e a população em geral. Comprovando resultados eficazes e benéficos, sem que haja nenhum malefício, tanto para a saúde das crianças como para os adultos. Pois, tenho certeza que todos os pais e responsáveis querem ver seus filhos imunizados, não apenas contra COVID, mas também contra todas outras doenças! Para isso é necessário que tenham confiança ao que está sendo aplicado em seus filhos!

    ALEX SALUSTIANO JUNIOR 22/08/2024
    0
  • Ponto positivo: Não quero vacina o meu bebê não sei que fazer tenho um pequeno prazo

    ROSILEIA KONINCH 21/08/2024
    1
  • Ponto positivo: O ponto positivo é que cada pai tem o direito de decidir pelo seu filho na certidão de nascimento tem o nome de um pai e de uma mãe que o educam cuidam dão alimentação amor sorri com ele e choram com ele o estado não tem que tirar a liberdade de escolha as consequências o estado não se responsabiliza então eu como responsável decido o índice de mortes em crianças por covid é quase zero então se você acha que deve vacinar seu filho vacine mais quem não quer tem que ter o direito de não vacinar...

    ARLINDO DOS SANTOS CASTELANI 21/08/2024
    1
  • Ponto negativo: É um absurdo o Congresso discutir sobre plano de vacinar crianças contra o COVID, é uma questão de proteção delas contra uma doença que tem chance sim de matar. Quanto as reações adversas, elas existem, mas os antivacinas adoram tanto ressaltar e negam o morticinio que foi a Pandemia! A liberdade de escolha não é o direito de expor suas crianças e a outras a doença. Hoje é a vacina do COVID, mas amanhã será outras, graças a vocês antivacinas, muitas doencas erradicadas voltaram e matam pessoas

    Gleicy Lopes 28/06/2024
    0
  • Ponto positivo: Cabe aos pais decidir o que é melhor para o seu Baby. E não a lobos travestidos por aí ;-)

    m.rodrigues 05/06/2024
    9
  • Ponto negativo: Não há nenhum ponto positivo nesse PDL. O que estão fazendo com o Programa Nacional de Imunização é um completo escárnio, ao que me parece se esqueceram de que morreram mais de 300 mil pessoas justamente por que não havia vacina de COVID. E agora que há, querem proibir a obrigatoriedade...

    Mauricio Henrique de Lemos Barbosa 30/05/2024
    3
  • Ponto positivo: O custo da vacinação obrigatória supera os 6 bilhões de reais anuais. Enquanto disponibilizam vacina obrigatória para os bebês, faltam vacinas para adultos que querem tomar por espontânea vontade. A chance de um bebê ou criança morrer ou ter sequelas graves por conta da Covid é muito baixa se comparado ao custo da vacina e o risco associado (todo medicamento ou vacina tem risco, vejam o caso da Astrazeneca). Essa relação risco x benefício x custo não foi levada em conta pela Nota Técnica.

    HENRIQUE NERY CIPRIANI 21/05/2024
    4
  • Ponto negativo: Se querem que a vacina seja aplicada, deixe que os pais decidam e se responsabilizem então. Já foi falado anteriormente sobre sermos o único país impondo isso às crianças. Não faz sentido utilizar esta vacina, não se for pela saúde das crianças.

    Fernanda do Amaral 27/03/2024
    4
  • Ponto positivo: Cada pai e mãe tem a responsabilidade de saber o que é melhor para seus filhos.

    Deucelia De Oliveira Wolf 28/02/2024
    5
  • Ponto negativo: Uma amiga teve covid, e ficou sem sequelas, e após tomar as 3 doses da pfizer nas duas primeiras, hoje ela tem bradicardia. Os médicos não assumem que é devido a vacina. Mas qual a outra explicação? Ah detalhe, ela não pode tomar remédio senão morre, não pode fazer cirurgia senão morre. E toda vez que ela desmaia e vai para o hospital eles querem internar e juntam um monte de médico e não chegam a conclusão alguma. Eu, fiquei com uma alergia na pele após tomar a vacina. Nunca tive alergia!

    Marcela Ferreira 07/01/2024
    1
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.