Enquete do RPD 6 CE => PL 2531/2021

Resultado

Resultado parcial desde 13/12/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 2 1%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 1%
Discordo totalmente 181 98%

O que foi dito

Pontos mais populares

Nós profissionais não docentes da educação somos essenciais nas escolas e não valorizados/reconhecidos pelo GOVERNO. Precisamos da APROVAÇÃO DO PL 2531_21 EMC1. PEDIMOS SOCORRO. QUE SAÍAMOS DA INVISIBILIDADE.

roselane cristina 14/12/2023
5

A cada solicitação de retirada de pauta é um retrocesso para a categoria há tanto tempo desvalorizada. #aprovempl2531/21 #celeridadeaopl2531/21 #aceitaemc1

IANE RAIANE DE LIMA DOMINGOS 14/12/2023
2

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 12 encontrados.

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  • Ponto negativo: É um direito nosso e o deputado Alcides pede vistas com certeza porque ele tá achando que é uma pauta da esquerda espero que ele leia o projeto e mude seu posicionamento apoiando o nosso PL

    Emanoel Maia santos 15/12/2023
    0
  • Ponto negativo: Essa retirada adia ainda mais a nossa luta que é a PL2531-21 com a EMC1. Uma luta que estamos travando a meses para que a nossa categoria de APOIO À EDUCAÇÃO BRASILEIRA NÃO DOCENTES, venham a ter o reconhecimento devido. Nós também somos EDUCADORES. Chega de tanto descaso e preconceito para com a nossa CATEGORIA

    Janaina Azevedo 15/12/2023
    0
  • Ponto positivo: Façam cumprir a constituição. Todos os profissionais da educação básica merecem ser valorizados, incluindo, os profissionais técnicos, operacionais e de apoio.

    IANE RAIANE DE LIMA DOMINGOS 14/12/2023
    2
  • Ponto negativo: A cada solicitação de retirada de pauta é um retrocesso para a categoria há tanto tempo desvalorizada. #aprovempl2531/21 #celeridadeaopl2531/21 #aceitaemc1

    IANE RAIANE DE LIMA DOMINGOS 14/12/2023
    2
  • Ponto positivo: Apoio e Celeridade ao PL 2531/21 EMC1. É imprescindível a valorização destes profissionais.

    IANE RAIANE DE LIMA DOMINGOS 14/12/2023
    1
  • Ponto negativo: Precisamos da valorização dos profissionais da Educação.

    Giovana Marque 14/12/2023
    0
  • Ponto positivo: Nós profissionais não docentes necessitamos de um salário mais digno. Não é justo trabalharmos no apoio à Educação e sermos tão desvalorizados com salário defasado. O PL 2531/21 é nossa luta por melhoria salarial e melhores condições de trabalho.

    Sonia Tavares Oficial 14/12/2023
    1
  • Ponto negativo: A retirada da pauta só atrapalha a valorização de servidores que precisam, e e um dever dos parlamentares reconhecerem esses profissionais tão esquecidos nos ambientes escolares desse país, se temos fontes orçamentária pq não valorizar esses servidores? Esperamos que revejam essa situação e procurem da mais valor ao trabalhador

    Joemisson Pianco 14/12/2023
    0
  • Ponto negativo: É difícil acreditar que um deputado eleito pelo povo para representar todos os brasileiros trabalhadores ou não , esteja dificultando a tramitação deste projeto. Não vejo nada de negativo em fazer justiça.

    Jussara Freitas de Oliveira Veraldo 14/12/2023
    0
  • Ponto positivo: Nós Agentes de Organização Escolar do estado de São Paulo,trabalhamos durante a pandemia regularmente e acredito que é justo o descongelamento do nosso tempo, este PL 2531/21 faz justiça.

    Jussara Freitas de Oliveira Veraldo 14/12/2023
    0
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei