Enquete do PL 5912/2023

Resultado

Resultado parcial desde 06/12/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 20 74%
Concordo na maior parte 2 7%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 4%
Discordo totalmente 4 15%

O que foi dito

Pontos mais populares

Lucrar em cima de delitos não é saudável. Porém Se servir de um jeito educativo ,torna a divulgação mais atenuada. O certo é ter cunho educativo Para ambos, os lados sociedade civil e população carceraria

MARIA LUIZA MAZETTO BEZERRA 19/12/2025
2

Acredito que esse tipo de marketing constitui tambem apologia ao crime, uma vez que objetivamente faz com que o autor seja recompensado atraves do proprio crime cometido, gerando a nocao e a mensagem explicita de que de alguma forma, o crime compensa... Com os ganhos da industria cinematografica, documentarios , editoras .. permite o criminoso mais chances de ter de alguma forma, a compreensao da audiencia em algum nivel... Tornando mais elastica a visao de certo e errado...

NEIDE FERREIRA MARINHO 21/12/2025
1

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Exibindo resultados 1 a 5 de 5 encontrados.

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  • Ponto negativo: Acredito que esse tipo de marketing constitui tambem apologia ao crime, uma vez que objetivamente faz com que o autor seja recompensado atraves do proprio crime cometido, gerando a nocao e a mensagem explicita de que de alguma forma, o crime compensa... Com os ganhos da industria cinematografica, documentarios , editoras .. permite o criminoso mais chances de ter de alguma forma, a compreensao da audiencia em algum nivel... Tornando mais elastica a visao de certo e errado...

    NEIDE FERREIRA MARINHO 21/12/2025
    1
  • Ponto negativo: Não é o Congresso que deve legislar sobre o tema, se é para moralizar alguma coisa, deveriam começar pela própria casa, respeitando a sociedade com menos baixarias, punindo e não protegendo seus pares quando cometem delitos.

    MARCO ANTONIO DE MELO 20/12/2025
    0
  • Ponto positivo: Concordo plenamente, outro item que a câmara precisa ver é o caso do auxílio reclusão, esse dinheiro tem que ir para as vítimas de crimes ou seus herdeiros não é cabível que órfãos de latrocidas passem necessidades enquanto os filhos de criminosos sejam amparados! Parabéns pela iniciativa de impedir que criminosos se tornem celebridades, deven impedir que gráficas, cinemas TVs e afins participem desse lucro

    MARCILIO LIMA DE CARVALHO 20/12/2025
    0
  • Ponto negativo: Eu fui acusado de abusar de uma paciente durante o tratamento dela ,o meu livro fala justamente o que não fazer no plantão para não sofrer falsas acusações a pretérito de conscientizar profissionais. Crimes não devem ser enaltecidos, devem ser expostos para não se repetirem, assim como os atos da ditadura ou holodomor na união sovietica, a História não pode entrar em conflito com a matéria de Execução penal, são coisas distintas. "Se a sociedade quer enxofre, mérito do diabo" IMPROCEDENTE.

    PAULO HENRIQUE MONTEIRO 20/12/2025
    0
  • Ponto positivo: Lucrar em cima de delitos não é saudável. Porém Se servir de um jeito educativo ,torna a divulgação mais atenuada. O certo é ter cunho educativo Para ambos, os lados sociedade civil e população carceraria

    MARIA LUIZA MAZETTO BEZERRA 19/12/2025
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.