Enquete do PL 5793/2023

Resultado

Resultado final desde 30/11/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 4.259 96%
Concordo na maior parte 48 1%
Estou indeciso 7 0%
Discordo na maior parte 6 0%
Discordo totalmente 140 3%

O que foi dito

Pontos mais populares

Ele é mais abrangente e eficaz do ponto de vista de libertação rápida dos presos políticos.

Edward Souza Franco 09/12/2023
249

Aqueles que invadiram e depredaram os prédios, desde que com provas contundentes, como vídeos, devem ser julgados, com justiça verdadeira e pagarem por seus erros. G.Dias, outros integrantes do GSI, policiais que apareceram em vídeos, muitos deles também depedrando, devem ser indiciados e julgados. Estou aguardando o julgamento de Ana Priscila, não só por vandalismo, como também mentora da invasão.

Eunice Amaral da Silveira 04/03/2024
219

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 66 encontrados.

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  • Ponto negativo: Estão querendo proteger bandidos com esse PL! Ao invés de legislar sobre questões importantes, estão tentando livrar da prisão criminosos. Vergonha!!! SEM ANISTIA!

    MARCELO DE MATTOS LOUREIRO LLABERIA 08/09/2025
    0
  • Ponto positivo: Esse PL amplia e reforça o entendimento de que é urgente o respeito ao nosso ordenamento jurídico, à classificação e dosimetria das penas e o foro correto para a aplicação delas. Vale salientar o papel do poder legislativo que deve reivindicar os limites dos poderes que cabe a cada um dos três - tudo conforme o que prevê a democracia e está prescrito em lei.

    JACQUELINE CANELLA FRACCAROLI 09/04/2025
    0
  • Ponto positivo: A aprovação desta proposta vai reforçar a efetiva aplicação da lei já existente e que está sendo ignorada por indivíduos que estão no poder, que são participantes de um grupo que não defende o Brasil. Basta aplicar a lei existente e nada disso teria acontecido. Aplicando as leis que tratam a respeito do sistema eleitoral, que não foram seguidas, as leis que tratam do devido processo legal, a constituição, e todo o aparato organizacional do Brasil, tudo isso estaria resolvido.

    Sergio Marcelo De Jesus Voitach 27/04/2024
    5
  • Ponto positivo: É importante manter-se a liberdade de manifestação e também a ordem no país, onde o poder legislativo, deve legislar, o executivo, governar e o judiciário, apenas julgar. Não existem provas concretas contra as pessoas que estão presas injustamente.

    ROBINSON TCHAKIRIAN 12/04/2024
    5
  • Ponto positivo: Nosso ordenamento jurídico prega a individualização dos atos praticados e penas correspondentes, após devido processo legal e ampla defesa, além claro da devida jurisdição da causa. Ou seja, nada disso está sendo respeitado. Estão ignorando o código penal, o código processual penal e a própria constituição federal. Anistia pra "inocentes" já. Aproveitem e dêem mais transparência nas eleições seguintes. Pois foi isso que originou tudo. O povo Brasileiro só quer ter certeza. Fiquem com Deus.

    José Luis Stachissini 28/03/2024
    9
  • Ponto positivo: A PL vai devolver a liberdade de pessoas inocentes que foram arrancadas de suas famílias por um crime que não cometeram. Precisamos urgentemente de conceder a anistia aos presos do 8 de janeiro.

    Maíra Santos 18/03/2024
    22
  • Ponto negativo: ProponhoTambémANISTIAaManifestantes q NÃOdepredaram,já qAGUacionouInvestigadosParaRessarcimento dDanos aoPatrimônioPúplico/Histórico,Fato q ArArrisDizerINÉDITOaMembrosDoMST qDESTRUÍRAMsedes eLaboratóriosDoINCRA,comDÉCADAS dPesquisas eParte dÁreasVandalizadas doCongresso e outros prédios públicos q se enquadrariam,d formaINEQUÍVOCA,noArt359-L."Tentar,ComEmprego dVIOLÊNCIAouGraveAmeaça,ABOLIR oEstadoDemocrático dDireito,IMPEDINDOouRESTRINGINDOoExercício dPoderesConstituidos".

    Pedro Luiz 16/03/2024
    5
  • Ponto positivo: Estes bandidos e bardeneiros são terroristas, são golpistas, o STF precisa punir severamente, e dar exemplo a outros grupos de criminosos, está analisando caso ae a grande maioria é criminosa, de OCRIM, inúmeras consequências de golpe no Brasil. Começou após as eleições, contestando as urnas, que são fiéis, inclusive os partidos que perderam as eleições participaram de todo o processo eleitoral Foram ameaças aos poderes, queima de ônibus, bomba em aeroporto

    LUIS FABIANO SILVA DE MIRANDA 14/03/2024
    2
  • Ponto negativo: se aprovar essa lei, tem de ser explicito que, qualquer depredaçao ou destruicao de bens publico ou privados terão de ser perdoados, ou é pra todos ou pra ninguem.

    Milton Moreira de Araujo 14/03/2024
    2
  • Ponto positivo: Urge que este Projeto de Lei seja efetivado para que as pessoas inocentes sejam justiçadas e os verdadeiros culpados venham a ser julgados e paguem pelos seus crimes. O lugar de criminosos é na prisão sem nenhum direito a perdão venha de onde vier!!!

    Adhemar Oliveira 12/03/2024
    12

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.