Enquete do PL 1252/2019

Resultado

Resultado parcial desde 29/11/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 55 95%
Concordo na maior parte 2 3%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 1 2%

O que foi dito

Pontos mais populares

As empresas não poderão mais negar os direitos dos deficientes. Cansei de ver elas negando os direitos, idosos, deficientes tendo o benefício do passe negado pelas empresas de transportes a qual os funcionários falavam que não tinha ônibus convencional no dia, sendo que o ônibus era convencional. Certa vez paguei a passagem uma deficiente cega que eles negaram a passagem dizendo que o ônibus era executivo, e quando comprei a passagem foi impressa como convencional.

Diego santos 30/11/2023
11

Faltou dentro desta lei um imperativo de severa punição aos que negam os direitos adquiridos abrangidos na lei atual. Ainda existem empresas que não respeitam e se negam atender aqueles que precisam dos serviços aos deficientes. Lugares do interior do país em que certos modais não aceitam dar as devidas garantias a quem tem por direito o seu benefício. Uso do Passe Livre deveria ser em todo território nacional, independente de estado ou município.

Lindberg Santos 11/05/2024
4

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 4 de 4 encontrados.

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  • Ponto positivo: É necessário Abranger e rever a Lei do Passe interestadual, às empresas limitam às viagens para um dia semana, em ônibus Convencionais, mais hoje são Executivos, a Lei está ultrapassada e ser votada logo muitos deficientes precisam fazer tratamentos de saúde em outros Estados de Urgência é Reabilitação não consegui viajar por muitas horas de ônibus, precisa se ter empatia dos nossos Deputados em votar logo essa Lei temos diversas barreiras de locomoção, é falta de recursos é acessibilidade ??

    ALEXANDRA NERI CANDIDO DA FONSECA 30/04/2025
    1
  • Ponto negativo: Faltou dentro desta lei um imperativo de severa punição aos que negam os direitos adquiridos abrangidos na lei atual. Ainda existem empresas que não respeitam e se negam atender aqueles que precisam dos serviços aos deficientes. Lugares do interior do país em que certos modais não aceitam dar as devidas garantias a quem tem por direito o seu benefício. Uso do Passe Livre deveria ser em todo território nacional, independente de estado ou município.

    Lindberg Santos 11/05/2024
    4
  • Ponto positivo: O respeito ao ser humano deveria ser o diferencial em cada proposta que pode ser apresentada neste cenário tão delicado que muitos passam e nos quais estão neste momento sendo diagnosticados com alguma deficiência. Ninguém gostaria de estar deficiente e vejo que é preciso existir as leis que amparem os abusos de total descaso para com as pessoas com deficiências. Esta lei vem dar garantia ao que deveria ser implementada há muitos anos. Respeite o seu próximo, pois um dia pode ser vc a precisar.

    Lindberg Santos 11/05/2024
    1
  • Ponto positivo: As empresas não poderão mais negar os direitos dos deficientes. Cansei de ver elas negando os direitos, idosos, deficientes tendo o benefício do passe negado pelas empresas de transportes a qual os funcionários falavam que não tinha ônibus convencional no dia, sendo que o ônibus era convencional. Certa vez paguei a passagem uma deficiente cega que eles negaram a passagem dizendo que o ônibus era executivo, e quando comprei a passagem foi impressa como convencional.

    Diego santos 30/11/2023
    11
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 824/2026

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  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

  5. PL 635/2021

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  6. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei