Enquete do PL 5528/2023

Resultado

Resultado parcial desde 17/11/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 307 93%
Concordo na maior parte 15 5%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 2 1%
Discordo totalmente 2 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Já era para ser permitido por lei desde que foi criado o consignado, por ser um benefício vitalício e proporcionar a mesma garantia que uma aposentadoria. Vai injetar dinheiro na economia e desafogar pessoas que ainda sentem efeitos da pandemia e boa forma de ajuda a quem tem dívida, que dessa forma poderá por em dia suas contas e compromissos.

Carlos Eduardo Figueira 14/12/2023
77

Isto é descriminação já que nosso benefício é continuo não sei porque desta rejeição com a gente

Ivanilda da silva lima Félix 23/02/2024
36

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 44 encontrados.

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  • Ponto negativo: Foi decepcionante a decisão da deputada Fran Bayer de exlcuir da proposta a maior parte dos beneficiarios ou seja ela decidiu que terão direito ao consignado aquele que recebe igual ou superior a um salario minimo.

    LUCIANO MACHADO DA CONCEICAO 30/10/2025
    1
  • Ponto positivo: Foi uma ótima iniciativa do deputado pompeu, parabens

    LUCIANO MACHADO DA CONCEICAO 30/10/2025
    0
  • Ponto positivo: Parlamentares poderiam se ater ao principal que é a média salarial dos benefícios. Dito isso, fica até inviável e incabivel prosseguir. O valor estipulado de acordo com a renda, tão simples. Quem ganha 900 uma margem, 1200 outra era só fazer uma escala. Mas....

    FERNANDA CRISTINA DE OLIVEIRA SALES 19/07/2025
    2
  • Ponto negativo: Boa tarde estamos indignados com essa aprovação do consignado auxilio acidente só para quem recebe 1 salário mínimo pois somos milhares de beneficiários que recebem menos que 1 salário não pode acontecer isso de maneira alguma e inadmissível somos a maioria que recebe menos que 1 salário a Câmara dos deputados o senado e o CCJC rever isso pra gente quem apoia o que estou escrevendo aqui ajude aí pessoal beneficiários do auxilio acidente resolver isso pelo amor de Deus

    LUCINESIO CAMPOS DE SOUSA 15/06/2025
    7
  • Ponto negativo: Boa tarde estamos indignados com essa aprovação do consignado auxilio acidente só para quem recebe 1 salário mínimo pois somos milhares de beneficiários que recebem menos que 1 salário não pode acontecer isso de maneira alguma e inadmissível somos a maioria que recebe menos que 1 salário a Câmara dos deputados o senado e o CCJC rever isso pra gente quem apoia o que estou escrevendo aqui ajude aí pessoal beneficiários do auxilio acidente resolver isso pelo amor de Deus consignado seja pra todos

    LUCINESIO CAMPOS DE SOUSA 15/06/2025
    4
  • Ponto positivo: Boa tarde venho por meio desta manifestar minha indignação sobre consignado auxilio acidente só para quem recebe 1 salário mínimo pois somos mais beneficiários que recebe menos de 1 salário e temos o direito como quem recebe 1 salário não é certo isso com a gente quero que a Câmara o ccjc e o senado reveja tudo isso antes de aprovar esse projeto que é um direito de nós beneficiários mas que seja pra todos que recebem auxilio acidente quem achar que isso é correto me ajude aí por Gentileza

    LUCINESIO CAMPOS DE SOUSA 14/06/2025
    4
  • Ponto positivo: Boa tarde desde ja agradeço pela oportunidade obrigado pela atenção mas consignado so para quem recebe 1 salario mínimo nao pode acontecer isso somos a maioria que recebe menos que 1 salario e nao vamos ter direito ao consignado e uma vergonha isso acontecer a ccjc a câmara e o senado tem que rever isso e solucionar imediatamente o ponto positivo que temos que todos os beneficiários do auxilio acidente ter direito ao consignado vamos gente ajuda ai beneficiários fazer essa reclamação e apoiar

    LUCINESIO CAMPOS DE SOUSA 14/06/2025
    5
  • Ponto negativo: Infelizmente o projeto só visa beneficiar as pessoas que recebem acima de um salario minimo que no caso as demais que recebem o beneficio não tem esse direito.

    ALESSANDRO ABRAO FRANCA 13/05/2025
    4
  • Ponto positivo: Sou totalmente a favor da aprovação do projeto de lei que libera o emprestimo consignado para quem recebe o Auxilio-Acidente. Trata-se de um beneficio vitalicio, e nada mias justo que permitir o acesso ao crédito consignado, assim como já ocorre com aposentadoria.

    ALESSANDRO ABRAO FRANCA 13/05/2025
    4
  • Ponto positivo: Sou a favor totalmente. Já precisei várias vezes de empréstimo e não consegui com esse benefício. Precisa agilizar o mais rápido possível para que a lei seja aprovada. Acho completamente um descaso não possuímos acesso aos empréstimos com taxas baixas e não conseguimos provar para as instituições que o benefício será cessado após o óbito ou por troca para aposentadoria por tempo serviço. Não consigo comprar nada parcelado ou outra coisa. Deputado por gentileza agiliza a aprovação. Parabéns.

    MARGARETH ALVES DE OLIVEIRA 30/04/2025
    3
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  6. PL 3379/2026

    O Projeto de Lei 3379/026, do deputado Ribamar Silva (Pode-SP), garante aos segurados da Previdência Social o direito de optar pela regra de cálculo de benefício mais vantajosa, permitindo a inclusão das contribuições realizadas antes de julho de 1994. A medida resgata a tese conhecida como "revisão da vida toda". O texto altera a Lei de Benefícios da Previdência Social (8.213/91) e a lei que criou o fator previdenciário (9.876/99). Pela proposta, a regra valerá para os segurados filiados à Previdência até 28 de novembro de 1999 e que cumpriram os requisitos para a aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103). Para os benefícios concedidos entre novembro de 1999 e novembro de 2019, o projeto determina que a revisão seja feita de ofício (automaticamente) pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Sem pagamentos retroativos Para viabilizar a aprovação da matéria e manter a responsabilidade fiscal, o projeto estabelece uma trava importante: a revisão não gerará direito ao recebimento de diferenças financeiras retroativas. Ou seja, o aposentado passará a receber o valor maior apenas a partir da entrada em vigor da nova lei, sem cobrar os "atrasados" dos anos anteriores. "A solução se concentra em corrigir o valor mensal do benefício para o futuro, garantindo-se justiça previdenciária a partir da vigência da lei, sem impor um passivo financeiro desproporcional à União", explica o deputado Ribamar Silva. O texto também faculta ao segurado que já possui ação judicial em andamento sobre o tema a desistência da demanda, com dispensa do pagamento de honorários e custas processuais, para que seu benefício seja revisto administrativamente pelas novas regras. Justificativa e histórico A regra de transição de 1999 determinou que, para quem já era filiado ao INSS, o cálculo da aposentadoria consideraria apenas os salários a partir de julho de 1994 (início do Plano Real). Segundo o autor do projeto, isso gerou uma "profunda iniquidade", prejudicando trabalhadores que tiveram seus maiores salários e contribuições antes desse período. O tema foi alvo de intensa disputa judicial. Em 2022, o STF chegou a reconhecer o direito à "revisão da vida toda". No entanto, em março de 2024, a Corte mudou o entendimento ao julgar ações de inconstitucionalidade (ADIs 2110 e 2111), decidindo que a regra de transição de 1999 é obrigatória, o que, na prática, impediu a opção pela regra mais vantajosa. "A oscilação jurisprudencial não ofereceu uma solução estável para a questão, ensejando a necessidade de que o Poder Legislativo discipline a matéria de forma definitiva", argumenta Ribamar Silva. Ele defende que a proposta cria um "novo direito, mais justo e equânime", respeitando a decisão do STF, mas atuando dentro da competência do Parlamento para responder às demandas da sociedade. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei