Enquete do PL 5498/2023

Resultado

Resultado parcial desde 14/11/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 12 3%
Concordo na maior parte 1 0%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 6 1%
Discordo totalmente 487 96%

O que foi dito

Pontos mais populares

Elemento desse aí só quer holofotes, não está bom na Record não.

Ricardo Emiliano 24/11/2023
18

A única coisa que esse projeto vai trazer é o afastamento dos homens em relação as mulheres ninguém vai arriscar perder seu patrimônio por acusações de mulheres mau intencionadas, além de aumentar falsas denúncias e é mortes por vingança por perdas de patrimônio associadas principalmente a falsas denúncias praticadas por oportunista, além de ser inconstitucional pois fere o princípio de igualdade entre os gênero por favorecer apenas um gênero

Joelson Pereira dos Santos 21/11/2023
111

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 39 encontrados.

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  • Ponto negativo: Onde está a igualmente entre homens e mulheres que está no ART 5° da Constituição? Já não basta a quantidade de acusações falsas de agressão que chegam todos os dias as delegacias de mulheres mal indecionadas? Isso irá destruir de vez qualquer intenção de aproximação entre homens e mulheres.

    ADILSON NASCIMENTO JUNIOR 26/08/2025
    2
  • Ponto negativo: Destruição da familia

    teste da silva 06/06/2025
    3
  • Ponto negativo: Falsas acusações hoje dao 80% dos casos. Será que esse projeto aumentaria a demanda judicial para o enriquecimento ilícito delas?

    RODRIGO DE SOUZA FERREIRA 26/11/2024
    14
  • Ponto positivo: O Projeto de Lei 5498/2023, embora aparentemente direcionado à proteção de grupos específicos, pode trazer uma série de malefícios aos homens. Primeiramente, a proposta cria um desequilíbrio ao reforçar estereótipos de que os homens são sempre os agressores, ignorando a existência de violência contra eles. Isso pode perpetuar a ideia de que os homens não precisam de proteção, contribuindo para a invisibilização de suas vulnerabilidades.

    J. Mota 26/08/2024
    14
  • Ponto negativo: Um projeto de lei que não vai proteger em nada a mulher, só vai aumentar muito as falsas acusações da lei Maria da Penha, qual o homem que vai querer se relacionar com uma mulher constituir família? Sabendo que uma falsa acusação, ele perde todo o seu patrimônio.ate o patrimônio que ele tinha antes de conhecer a sua atual companheira

    Guilherme ribas 02/08/2024
    13
  • Ponto negativo: Pelo amor de deus, se aprovarem essa lei ,ninguém mais vai querer constituir família.vai acabar com tudo tem muita falsa acusação de Maria da Penha , o povo vai se revolta, tem muito homem de bom coração sofrendo por falsas acusação de Maria da Penha.

    Guilherme ribas 02/08/2024
    14
  • Ponto negativo: Mais uma lei para reforçar o estilo de vida MGTOW que está crescendo assustadoramente no mundo. Parabéns por estarem incentivando a destruição das famílias ocidentais e viva os Muçulmanos, os Islamitas!!!! Aqui nos resta apelar para as garotas de programa!!!

    Alex Argona 22/02/2024
    12
  • Ponto negativo: Esse projeto de lei é INCONSTITUCIONAL! NÃO CONSIGO ENTENDER COMO UMA MENTE CONSEGUE CONSIDERAR TAMANHA ABERRAÇÃO JURÍDICA! Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: I - homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição. NÃO EXISTE PONTO POSITIVO

    Dante Abernaz 03/02/2024
    17
  • Ponto negativo: Os conservadores odeiam os Homens mesmo, acham que milhares de mulheres estelionatarias não vão usar essas Leis para dar golpes com falsas acusações, muitas mulheres podem fazer em si mesmas hematomas dessa forma dizerem que foram agredidas kkkk.....

    Marcos Cordeiro Dos Santos 10/12/2023
    22
  • Ponto negativo: Mais um incentivo para mais falsas acusações se uma lei dessas for aprovada. Parece que é crime nascer homem neste país.

    Altair Pereira 10/12/2023
    20
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  6. PL 8107/2017

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 8107/17, do Poder Executivo, que desmembra 26,45% da área da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim para criação da Área de Proteção Ambiental (APA) do Jamanxim, ambas localizadas em Novo Progresso, no sudoeste do Pará. Em florestas nacionais, são permitidas apenas atividades de pesquisa e exploração sustentável, como as praticadas por comunidades tradicionais de ribeirinhos e extrativistas. Já áreas de proteção ambiental possuem regras de exploração menos rígidas, permitindo sua ocupação e exploração. Segundo o projeto, a área da floresta sairá dos atuais 1,32 milhão de hectares (pouco mais do dobro do tamanho do Distrito Federal) para 953 mil hectares. E a APA terá outros 349 mil hectares (26,45% da área original da Flona, pouco acima de duas vezes o município de São Paulo), dividida em quatro áreas diferentes. A proposta permite a desapropriação de todo imóvel rural privado na área da Flona do Jamanxim pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Ocupação da APA O morador que estiver na APA deve comprovar ocupação e exploração da área antes de 13 de fevereiro de 2006. O texto condiciona a propriedade do imóvel à ausência de desmatamento ilegal na área regularizada e preservação de pelo menos 80% da área como floresta – como previsto no Código Florestal (Lei 12.651/12). A floresta preservada na área da APA terá uso prioritário para manejo florestal sustentável. A área de proteção será administrada pelo ICMBio, que deverá adotar as medidas necessárias para sua conservação. De acordo com a exposição de motivos assinada pelo ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, a área da Flona do Jamanxim tem sido palco de conflitos fundiários e extração e garimpo ilegais, além de grilagem de terra. “A criação da APA busca proteger a diversidade biológica, disciplinar a ocupação da região e fomentar o manejo florestal sustentável e a conservação dos recursos hídricos”, afirma o ministro. Segundo Sarney Filho, um projeto de lei permitirá maior discussão do assunto, com a sociedade em geral e com a comunidade local, através de consultas públicas. APA menor O percentual de floresta transformado em APA é menor que o previsto na Medida Provisória 756/16, que foi vetada pelo presidente Michel Temer em 20 de junho, após críticas de organizações ambientais. O texto original da MP estabelecia que 41% da floresta viraria área de preservação, enquanto o texto alterado pelo Congresso transformava 37% da floresta em APA. Na mensagem de veto à MP, o governo argumentou que as alterações do Congresso na medida provisória poderiam comprometer e fragilizar a preservação ambiental da região. Tramitação O texto será analisado por uma comissão especial, antes de seguir para o Plenário. A proposta tramita em regime de urgência constitucional e, assim, poderá ir diretamente para o Plenário e lá ter o parecer da comissão especial analisado.