Enquete do PL 5464/2023

Resultado

Resultado parcial desde 10/11/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 2.689 99%
Concordo na maior parte 16 1%
Estou indeciso 4 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 9 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Vai poder conseguir outro imóvel

ANA FLAVIA SILVA REIS 15/03/2024
43

Há tanto anos esperando por uma notícia e u solução deste seguro que só é lembrado nos anos políticos e uma vergonha usarem nossas confiança pra fins eleitorais.

EGINA LEILA SOUSA DE LIMA 01/04/2024
36

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 34 encontrados.

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  • Ponto negativo: Minha mãe já está com 83 anos e em 2 de junho completará 84 anos, tem suas comorbidades físicas diante de sua saúde (hipertensa, diabética, problemas com ansiedade...), então é mais do que relevante o pagamento com urgência do seguro habitacional, pois ela sabe a necessidade de ver sua moradia em perfeito estado de moradia, pois a mesma pagou o seguro habitacional para isso. Então, pelo respeito ao idosos, doentes, acamados, moradores, consumidores vejam a necessidade de cada caso e paguem.

    JEOVA BELCHIOR PANTALEAO 28/03/2025
    2
  • Ponto positivo: Parabéns a todos os deputados e envolvidos que sabem o quanto é importante o recebimento de recurso financeiro, tendo em vista, a grande necessidade de nós moradores que aguardamos incessantemente, pois precisamos de uma resposta diante das nossas necessidades de moradias que deem segurança. Estamos sendo lesados de nossos direitos como moradores e consumidores de um bem importantíssimo, que é a moradia.

    JEOVA BELCHIOR PANTALEAO 28/03/2025
    0
  • Ponto negativo: Desde 2008 que aguardo, receber o dinheiro do seguro da casa, o processo em execução pra pagamento desde 2014. Preciso de urgência nesta causa, devido a problemas de saúde, espero o resultado o mais breve possível, análise com extremo carinho. Já aguardei muito tempo e esse tempo ocasionou problemas graves no imóvel, danos na minha saúde e do meu filho, não tenho culpa por tanta burocracia, acredito que está faltando humanidade, e cuidado com a vida saudável. Pagamos tanto impostos .

    Sandra Regina 12/08/2024
    2
  • Ponto positivo: Parabéns a todos os deputados é isso aí vamos prá cima deles

    Vinicius Delabari 20/07/2024
    3
  • Ponto positivo: As autoridades demorar para reconhecer nossos direitos.

    Maria Terezinha 16/07/2024
    4
  • Ponto positivo: Muito triste morar no imóvel com rachaduras, agora passamos por um enchente, e para as autoridades, sermos taxados como inferior, mas adquirimos nossos imóvel com muita dificuldade e trabalho. Temos sim o direito a indenização.

    Maria Terezinha 16/07/2024
    5
  • Ponto negativo: Processo perdido em 2014, com a justificativa da casa está quitada! Mas soube, que várias pessoas na mesma situação receberam a indenização! Isso é injusto! Igualdade para todos!

    Andrea Medeiros de Almeida 06/05/2024
    4
  • Ponto negativo: Estou muitíssimo decepcionada por saber que muito mutuários foram dados causas pedidas por analisar os processos de alguns varas não terem direitos por alegarem um motivo tão simples como exemplo. Casa quitada.

    Joana Darc Secundo 23/04/2024
    3
  • Ponto negativo: A muito tempo que isso é falado, especulado, gerando muitas expectativas nos possíveis beneficiários, muitos idosos até já faleceram e a família na esperança desse direito sair, uma correria sem fim.

    Bruno Leonardo 08/04/2024
    11
  • Ponto positivo: Olá ... Pelo entendi até o momento, o projeto de lei 5464/2023, ao ser votado aprovado na Câmara, depois no Senado, sancionado pelo Executivo e publicado no D.OU., finalmente, chama a C.E.F. à responsabilidade de pagar, imediatamente, a quem de direito. Resta nós pressionarmos nossos representantes lá no Congresso, seja telefone ou email, exigindo celeridade. Simples assim!

    CARLESIO TEIXEIRA DO AMARAL 05/04/2024
    17
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei