Enquete do PL 5230/2023

Resultado

Resultado final desde 26/10/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.796 93%
Concordo na maior parte 48 2%
Estou indeciso 4 0%
Discordo na maior parte 24 1%
Discordo totalmente 82 4%

O que foi dito

Pontos mais populares

O PL já chega ao Congresso Nacional com um considerável acúmulo de debate e formação de consenso. Suas linhas gerais estão razoavelmente pacificadas e com isto sua tramitação não deverá encontrar dificuldades.

Wilson Azevedo 27/10/2023
29

Os alunos concluintes do E M do presente ano letivo , estão sendo muito prejudicados por causa dos itinerário formativos, estão em desvantagem, ficam sem as disciplinas do itinerário contrário e não serão bem sucedidos nas provas de ENEM, vestibular e prova Paulista. Em qto escolas particulares ganham todas as bolsas disponíveis nas universidades, por terem acesso a todas as disciplinas cobradas nas avaliações de bolsas e ENEM . Não mantiveram a decisão de Enem ser aplicado sob a area escolhido

Marina Souza 01/11/2023
33

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 31 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: O ensino deveria ter um começo, meio e fim...não é possível começar com um monte de matéria, como no meu tempo, quando você aprendia um pouco de tudo, exemplos: religião, música, francês, educação física, etc. Na minha opinião o ensino deveria ser por vocação. Os pais já sabem o que os filhos querem ser quando crescerem, então a escola pública deveria ter foco na aprendizagem, ou seja deveriam construir escola de ensino nas áreas de: Construção civil, naval, infraestrutura, etc.

    José Luiz 17/07/2024
    0
  • Ponto negativo: Era para ter educação financeira nas escolas, curso técnico profissionalizante na área de tecnologia, história (para não reviver no futuro), como disciplinas obrigatórias.

    Luiza Helena Silva Sobral 24/04/2024
    3
  • Ponto negativo: Retirada da disciplina de Espanhol, desconsiderando a realidade latino-americana.

    Adriano Freitas 19/12/2023
    10
  • Ponto negativo: Ele cita sobre arte, filosofia, sociologia, porém não torna essas disciplinas obrigatórias. Continua mal escrita como a outra, apresenta um texto com duplicidade de sentido. Não concordo com essa lei alterar a LDB de 9394. A LDB reconhece a obrigatoriedade do ensino de arte, filosofia e sociologia. A criação dos itnerários tem prejudicado o ensino. Porque deixar projeto de vida nos três anos do ensino médio? e deixar arte, sociologia e filosofia somente em um ano do ensino ´médio

    Rita Bareia 13/12/2023
    7
  • Ponto negativo: Altera a nomenclatura - Itinerário Formativo para Percurso de Aprofundamento -, sem qualquer lógico pedagógica para isso. Exclui o IF Formação Técnica Profissional -, o que é mais um retrocesso histórico já visto e sentido nos Colégios Brasileiros. Não efetiva os prazos para a organização/implantação do PL.

    MARLUS HUMBERTO GERONASSO 11/12/2023
    1
  • Ponto positivo: Retoma a Oferta da LEM Espanhol como efetiva e promove a integração das disciplinas do NGB em todas as séries do EM, o que é essencial para o desenvolvimento das Competências com Vistas aos conteúdos programáticos dos Concursos Vestibulares.

    MARLUS HUMBERTO GERONASSO 11/12/2023
    2
  • Ponto positivo: O retorno da obrigatoriedade da língua espanhola no ensino médio é extremamente importante para que os alunos possam ter uma formação de qualidade, pois o espanhol é a segunda língua mais falada no mundo, além de que a maioria dos países vizinhos do Brasil são falantes de espanhol.

    Aline Dos Santos Fernandes 06/12/2023
    6
  • Ponto positivo: O retorno do espanhol é essencial no ensino fundamental e médio, o Brasil faz fronteira com 7 países hispanohablantes. Precisamos valorizar o Espanhol. Há vários professores formados e graduados no idioma que estão sem trabalho por conta dessa desvalorização. Precisamos valorizar o espanhol no currículo escolar.

    LUANA KAROLINY BEZERRA DE ALCANTARA 05/12/2023
    5
  • Ponto positivo: O retorno da obrigatoriedade da Língua Espanhola. O Espanhol enriquece nossa cultura e aproxima os povos,

    MARIA CRISTIANE CAVALETTI CIOATTO 02/12/2023
    5
  • Ponto positivo: A volta da língua espanhola enfatiza a necessidade de nos integrarmos à América latina uma vez que recebemos imigrantes em larga escala falantes da língua e sentimos dificuldades em dialogarmos e poder ajudar-los.

    Will de Melo 17/11/2023
    7

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  3. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.

  6. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei