Enquete do PLP 229/2023

Resultado

Resultado parcial desde 25/10/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 30.137 98%
Concordo na maior parte 250 1%
Estou indeciso 35 0%
Discordo na maior parte 35 0%
Discordo totalmente 251 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Os servidores após muito tempo trabalhando expõe a riscos sua saúde.Então é de suma importância a aposentadoria especia assim podendo usufruir de seu direito lazer com sua família.

Eunice Custódia do do Sacramento 04/06/2024
1155

Quando vejo que colegas sindicalizado se envolvendo contra a própria categoria, deixando de ser transparente,digo isso com convicção,e pode ver isso através do curso para formação de acs pelo frgs ,

MARIA JOSE CORREIA DE LIMA FILHA 04/06/2024
186

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 220 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Nós merecemos muito. Pois estamos sujeitos a muitas doenças

    OSVALDINA IZIDRO DE FIGUEIREDO 15/09/2024
    0
  • Ponto negativo: Ponto negativo é o uso de inseticida por muito tempo pode causar danos a saúde do trabalhador, e no final da carreira o trabalhador não poderá custear os seus próprios medicamentos e muito menos sustentar se etc...

    JOSIMAR AQUINO DE LIMA 30/08/2024
    4
  • Ponto positivo: Somos elo importantíssimo para o bom funcionamento da unidade, pois abraçamos a causa dos pacientes e conciliamos problemas gerados por.profissionais, em muitas vezes prejudicando paciente. Somos peça principal nesta missão a que nos é delegada.

    ROSANE ROSELI VIEIRA CORREA 29/08/2024
    1
  • Ponto positivo: Que esses profissionais não se iludam, embora merecidos, pois a Pec''s e Pl''s das GUARDAS Municipais que estão paraplégicas nas comissões desde 2018. Esses Profissionais, como os das Gcm''s não deveriam de votar nos candidatos que esses mesmos deputados e senadores indiquem nós municípios.

    Geraldo Magela Pinto 07/08/2024
    0
  • Ponto negativo: É uma palhaçada até hoje isso não ter sido cumprido, e ACS ter que exigir algo que é um direito deles. E é uma pena ACS por contrato não ter os mesmos benefícios que os ACS de concurso. Nem insalubridade tem direito. É um absurdo isso. Se arriscam todo dia, em áreas de alto risco pra nada.

    Camila Batista Ornelas 05/08/2024
    9
  • Ponto negativo: Infelizmente , muitas pessoas esquecem o que a categoria já fez com muito empenho ! E apesar de tudo , o tudo que conseguimos foi pegando sol, chuva, apitando, se manifestando gritando para as autoridades nos ouvirem, e muitas vezes somos chamados de vagabundos e desocupados , muitos colegas tiveram suas vidas ceifadas e sem honrarias por quem já fez tanto sem nenhum suporte ! Somos julgados cruelmente por quem não conhece o nosso trabalho e muito menos sabem o que falam.

    ANA ROSA MARQUES LOBATO 01/08/2024
    5
  • Ponto positivo: Somos guerreiros!observo o arquivo e vejo quantas pessoas tiveram acesso pela minha pessoa,sigo p/33 anos nessa função,que foi trabalhado com muito esforço contra a poliomielite,diarreia,morte de criança prematura, aumentamos o incentivo pelo pré natal, vacinação e a cólera onde tudo começou...foi um avanço significante e assim continuam buscando por nossa eficiência até hj. Tenho muito orgulho e conto sim, com a aposentadoria especial.

    ANA ROSA MARQUES LOBATO 01/08/2024
    11
  • Ponto positivo: Trabalho como ACS a 8 anos e sempre tivemos que lutar por,direitos que automaticamente seriam nossos,não somos bem vistos dentro de leis trabalhista com nossos direitos ,..Acho que isto tem que mudar sem ter que entrar com ações jurigas para ser legais direitos humanos e trabalhistas.

    Elisandra Dias 31/07/2024
    9
  • Ponto positivo: Precisamos sim da aposentadoria

    MARIA VERONICA DOS SANTOS 31/07/2024
    11
  • Ponto positivo: Acho justo a aposentadoria especial devido o grande desgaste físico e mental que a profissão exige!!!

    Denise Araujo 30/07/2024
    18
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei