Enquete do PL 5102/2023

Resultado

Resultado parcial desde 23/10/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 853 81%
Concordo na maior parte 25 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 7 1%
Discordo totalmente 173 16%

O que foi dito

Pontos mais populares

O CEFET-MG já tem a dimensão de uma universidade, com a maioria de seus docentes doutores, um corpo técnico administrativo altamente qualificado e com cursos de excelência nos três níveis de ensino: EBTT, Graduação e Pós-graduação. Merece ser reconhecido como Universidade!

Giani david silva 09/11/2023
113

cefet é mais bonito que utf tem todo um conceito e mudar o nome significa mudar logo, fachada, dominio do site, uniforme... Acho que não tem necessidade de mudar o nome

Lorena Marques Vieira Medeiros 08/11/2023
20

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 25 encontrados.

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  • Ponto positivo: Além de corrigir as inadequações jurídicas dos dois institutos, a transformação pode abrir novos horizontes de ensino e pesquisa. Em Petrópolis-RJ, por exemplo, é possível pensar em parcerias com o Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), localizado na cidade, além da abertura de novos cursos na área da computação (em todos os níveis), de modo a aproveitar a estrutura já existente. Também é possível adequar a remuneração dos profissionais que ali atuam, atualmente defasada.

    DANIEL SANT ANNA LISBOA 22/10/2025
    0
  • Ponto negativo: A transformação dos CEFETs em UTFs pode corrigir a inadequação jurídica da instituição e abrir novos horizontes de ensino e pesquisa. No entanto, é preciso tomar cuidado para que isso não signifique o fim do ensino médio nas unidades descentralizadas. Para além do ensino técnico, em algumas cidades, os CEFETs oferecem o melhor ensino médio (com base na pontuação do ENEM). Muitos o enxergam como uma esperança de ascensão em meio à falência da rede estadual. Tirar essa opção seria uma covardia.

    DANIEL SANT ANNA LISBOA 22/10/2025
    0
  • Ponto negativo: O Governo Federal quer investir em cursos Técnicos pq já percebeu a falta desses profissionais no mercado de trabalho. Então NÃO teremos NENHUM GANHO. Já temos mais de 15 Universidades, mas só 3 Instituições de curso Técnico. O servidor que fez concurso para o CEFET RJ já sabia que seria para a carreira EBTT voltado para cursos técnicos, então transformar a Instituição em Universidade vai desvalorizar e acabar com os cursos de formação técnica, pois a preferência será o Magistério Superior

    PERICLES ANDRE DE ASSIS AZEVEDO 04/10/2024
    0
  • Ponto negativo: O governo está investindo nos Cursos Técnicos para atender à crescente demanda da indústria e de outros setores, como transportes e agronegócios. A conclusão do CONPERJ gera milhares de empregos, sendo na sua maioria profissionais do Nível Técnico. O RJ é um estado Óleo Dependente. Quais os ganhos que o nosso Estado do Rio de Janeiro vai ter com essa transformação do CEFET-RJ em Universidade Tecnológica visto que já temos mais de 16 Univers. Públicas de cunho tecnológico? NENHUM!

    JULIO ROBERTO SANTOS BICALHO 04/10/2024
    2
  • Ponto positivo: Após isso é colocar um centro de Ensino Fundamental a nível federal, como temos no estado do RJ, com a UERJ. Entregar estruturas de primeiro mundo, pois passar em frente ao Cefet RJ e não perceber o nível deplorável de abandono já nos muros é impossível. Valorizar os profissionais que ali estão para que ali também fiquem. Por anos. Pois hoje os Cefets são um ponto de partida para o servidor angariar novos rumos, já que o salário é surrealmente baixo.

    LEANDRO SILVA DOS SANTOS 15/05/2024
    4
  • Ponto positivo: A transformação dos CEFETs em universidades tecnológicas desempenha um papel crucial, conferindo autonomia, recursos suplementares e ampliada visibilidade para as instituições. Representa uma ampliação de opções de cursos, abrindo portas para oportunidades de pesquisa, impulsiona a produção de conhecimento científico e tecnológico, e promove as esferas cultural e artística. Apoiar essa transformação equivale a investir significativamente no avanço acadêmico, profissional e cultural do país.

    Mardone Canigia 27/11/2023
    6
  • Ponto positivo: Com a mudança, vem também a definição como universidade, que acarreta em verbas satisfatórias para a instituição, investimentos na ampliação do espaço e melhoria dos laboratórios. O financeiro do CEFET-MG faz milagres com orçamento reduzido, pelo fato de ser um "centro tecnológico". O ensino é excelente, digo como aluna de graduação e agora pós, contudo espero que a mudança traga o aumento dos profissionais de ensino, técnicos e adm.

    Brenda Palhares 16/11/2023
    7
  • Ponto positivo: Os CEFETs já são instituições de ensino reconhecidamente de qualidade. Ampliar seu escopo de atuação será um importante ganho para a sociedade, interiorizando o conhecimento e possibilitando acesso mais fácil a ensino de alto nível para nossos jovens.

    teofilo rodrigues 16/11/2023
    4
  • Ponto negativo: Chega de centros de formação de militantes. Privatização de universidades para melhorar o ensino e demitir um bando de encostados se fingindo de professores.

    Alonso Barros 13/11/2023
    0
  • Ponto negativo: Qualquer instituição que se transforme em universidade, o objetivo não é melhorar o ensino ou outra "boa intenção" agregar valores - é para doutrinar e criar um rebanho de analfabetos funcionais militantes com verba do contribuinte. As universidades devem ser privatizadas para selecionar alunos proveitosos e não vitimistas ricos que entraram por cotas raciais

    Alonso Barros 13/11/2023
    2
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).

  6. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei