Enquete do PL 5092/2023

Resultado

Resultado parcial desde 20/10/2023

Opção Participações Percentual
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O que foi dito

Pontos mais populares

Em relação aos direitos dos animais é um grande passo pra diminuição do sofrimento dos mesmos provocados pelos seres humanos.

Lucas Oliveira 17/12/2023
29

O que comento aqui não é exatamente um ponto negativo que deveria inviabilizar o PL, mas é um projeto paleativo, isto é, não livra os animais de serem explorados como recursos. Porém, como falei na questão positiva, é melhor do que apenas não fazer nada em relação a isso. Porém, devemos ter sempre em mente que apenas buscar formas de ser "enfeitar" mais a exploração animal gera o risco de criar pessoas que nunca vão enxergar que a exploração em si é injusta e não a forma que ela é feita.

BRUNO VILELA OLIVEIRA 19/06/2024
4

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Exibindo resultados 1 a 9 de 9 encontrados.

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  • Ponto positivo: Existem muitos avanços em direção à abolição da exploração animal, mais de 500 eticistas (especialistas em ética) assinaram a chamada declaração de Montreal sobre a exploração animal, que define como injustificável (isto é, não há como ser defendida eticamente) a exploração dos animais não humanos para qualquer finalidade. Basta dar um google (declaração Montreal exploração animal). Mas enquanto as pessoas ainda engatinham em termos morais, esse tipo de projeto é algo a ser apoiado.

    BRUNO VILELA OLIVEIRA 19/06/2024
    2
  • Ponto negativo: O que comento aqui não é exatamente um ponto negativo que deveria inviabilizar o PL, mas é um projeto paleativo, isto é, não livra os animais de serem explorados como recursos. Porém, como falei na questão positiva, é melhor do que apenas não fazer nada em relação a isso. Porém, devemos ter sempre em mente que apenas buscar formas de ser "enfeitar" mais a exploração animal gera o risco de criar pessoas que nunca vão enxergar que a exploração em si é injusta e não a forma que ela é feita.

    BRUNO VILELA OLIVEIRA 19/06/2024
    4
  • Ponto positivo: Só tem pontos positivos...só tem benefícios pra ambos ...porque melhora a qualidade da carne e outra coisa esses animais possuem direitos e devem ser revistos os tratamentos dispensados a eles, pois comprovadamente são sencientes e capazes de sofrer ... é lamentável admitir que ainda existam sistemas de tratamento retrógrados que só visam atender às vontades dos homens e ignoram vidas animais !

    Meu Nome 30/05/2024
    4
  • Ponto positivo: Acredito que respeitar os direitos animais pode contribuir por uma cultura de paz na Terra. O ideal é um mundo sem gaiolas, jaulas e cercas, mas esse já é um passo.

    Raquel Ribeiro 04/03/2024
    6
  • Ponto positivo: Temos que nos colocar no lugar dos outros, os animais têm o direito a uma vida digna. (O ideal seria todos soltos).

    Sonia Katherine Pottier 23/02/2024
    5
  • Ponto positivo: Somos perfeitamente capazes de dar uma vida digna à todos os animais que nos rodeiam, incluindo aqueles para alimentação humana. Que nossa consciência possa se expandir cada vez mais, sensibilizando nossos líderes para essa problemática que é tão urgente.

    Gilda Maria Spanhol da Silva 21/02/2024
    5
  • Ponto positivo: Todos os seres vivos merecem dignidade e condições de vida plena já não foram feitos apenas para suprir as necessidades humanas, porque nada no universo nunca poderá suprir pois o ser humano é um vírus letal e destrói tudo ao redor. Ele usa a natureza de maneira destrutiva e desrespeita toda a vida que o cerca. Faz do útero dos animais um meio de vida, explora a natureza de maneira sorrateira e irresponsável. Enfim somente um meteoro pode parar a pior de todas as criaturas que somos nós.

    Meire 08/02/2024
    4
  • Ponto positivo: Antes tarde do que nunca. É preocupante só ver uma proposta dessa natureza agora.

    Luciane Reis 25/01/2024
    3
  • Ponto positivo: Em relação aos direitos dos animais é um grande passo pra diminuição do sofrimento dos mesmos provocados pelos seres humanos.

    Lucas Oliveira 17/12/2023
    29
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2648/2026

    O Projeto de Lei 2648/26, em análise na Câmara dos Deputados, proíbe a criação, a manutenção e o funcionamento de zoológicos destinados à exibição pública de animais silvestres ou exóticos no Brasil. Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados. A proibição se aplica também a aquários, ecoparques, safáris e quaisquer empreendimentos similares. Durante os dois anos de transição, fica proibida a concessão de novas licenças, a expansão das atividades ou o ingresso de novos animais nesses locais. Autoras do projeto de lei, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE) e a então deputada Heloísa Helena (RJ) dizem que a manutenção de espécies para exibição é incompatível com os avanços do bem-estar animal. “A proposta enfrenta, com coragem ética e rigor científico, a realidade de sofrimento animal institucionalizado”, afirmam. Destino dos animais Os zoológicos deverão executar plano para transferir as espécies de forma progressiva e segura. O destino definitivo serão os Centros de Reabilitação da Fauna (CRF) ou santuários da vida animal autorizados pelos órgãos ambientais. A prioridade nos centros será a proteção, a reabilitação e a eventual reintrodução dos animais na natureza. Ficarão proibidas atividades de caráter comercial, recreativo ou de entretenimento que envolvam a exposição pública da fauna. A visitação nos centros e santuários será restrita. O acesso será limitado a pesquisadores, profissionais e estudantes, além de atividades educativas monitoradas que não causem estresse ou prejuízo ao bem-estar dos animais. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PDL 849/2026

    Susta, em sua integralidade, os efeitos da Resolução nº 491, de 4 de maio de 2026, do Conselho Nacional de Seguros Privados - CNSP, que estabelece as normas gerais aplicáveis às operações de proteção patrimonial mutualista.

  4. PL 4806/2025

    Altera a Lei n° 8.745, de 9 de dezembro de 1993, para dispor sobre o prazo máximo de contratação temporária para realização de recenseamentos e outras pesquisas de natureza estatística efetuadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

  5. PL 2188/2026

    O Projeto de Lei 2188/26 estabelece o valor máximo de R$ 250 para a anuidade cobrada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A proposta também fixa limites para as contribuições arrecadadas pelos demais conselhos profissionais. Pelo texto em análise na Câmara dos Deputados, as anuidades não poderão passar de R$ 250 para profissionais de nível superior e R$ 125 para nível técnico. Para empresas, os valores vão de R$ 250 a R$ 2.000, conforme o capital social. A proposta altera o Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/94) e a Lei 12.514/11, que trata das contribuições para conselhos profissionais. Todos os valores poderão ser corrigidos anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Cobrança e disparidade O Estatuto da Advocacia hoje não prevê teto para as anuidades. A Lei 12.514/11 fixou R$ 500 para o nível superior e R$ 250 para o nível técnico – valores que, corrigidos pelo INPC até julho de 2026, chegam a R$ 1.135,61 e R$ 567,81. Segundo o deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), autor do projeto, a ideia é evitar cobranças excessivas sobre trabalhadores. Na justificativa apresentada, ele afirmou que reduzir e limitar tributos e contribuições é uma medida de justiça social. Kataguiri disse ainda que a ausência de teto legal gerou distorções na advocacia após o Supremo Tribunal Federal (STF) entender que a OAB não precisa seguir a regra dos demais conselhos, com seccionais cobrando anuidades próximas a R$ 1.000. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PLP 439/2017

    Altera a Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, para disciplinar o processo de equacionamento de planos de previdência complementar deficitários, e dá outras providências.